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robinso almeida
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) comentou, nesta sexta-feira (23), sobre as expectativas do Partido dos Trabalhadores para a composição da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas eleições de 2026. Segundo ele, em entrevista ao Bahia Notícias durante o 14º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a sigla, que atualmente possui nove cadeiras, pode ampliar a bancada para até 11 deputados.
“Olha, eu creio que, na chapa de deputado estadual, nós temos um indicativo de uma renovação importante. Primeiro, eu acredito que o PT pode ampliar o número de deputados, voltar aos 11 deputados de bancada. Hoje, o partido tem nove, e há novas lideranças colocando seus nomes à disposição, o que é muito bem-vindo”, declarou o parlamentar, ao projetar crescimento da legenda.
Ainda ao Bahia Notícias, Robinson comentou sobre o funcionamento da Assembleia em ano eleitoral. Segundo ele, o primeiro semestre deve transcorrer normalmente, mas a pauta tende a diminuir no segundo semestre, em razão do período pré-eleitoral e do início oficial das campanhas.
“A minha expectativa é de que, pelo menos no primeiro semestre, tudo funcione a pleno vapor. Temos um recesso no meio do ano, em julho, e, no retorno em agosto, realmente a pauta fica reduzida por conta da pressão do período eleitoral, com a campanha oficialmente iniciada. Ainda assim, não vejo motivo para que, no primeiro semestre, a Assembleia não funcione de forma plena, aprovando projetos de interesse da sociedade, dos deputados e do governo”, avaliou.
Ao comentar a morte do deputado Alan Sanches, Robinson destacou que, apesar das divergências ideológicas, o sentimento predominante é de luto, em razão da relação respeitosa que o parlamentar mantinha com os colegas da AL-BA.
“Eu ainda estou de luto. É uma perda grande para mim e para a Assembleia. Alan era de outro campo político, mas tinha um relacionamento muito plural. As dificuldades comuns da atividade parlamentar eram tratadas de forma cordial. Ele fazia o debate político com base no argumento, sem exaltação, sempre apresentando conteúdo para ser contestado ou apoiado”, concluiu o deputado.
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Jaques Wagner
"Difícil".
Disse o senador Jaques Wagner (PT), um dos nomes que deve integrar a chapa majoritária ao avaliar o cenário atual em que existe a possibilidade do grupo ligado ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) aceitar uma candidatura independente de um partido aliado à gestão estadual, no caso do senador Angelo Coronel (PSD).