Artigos
O Ruidoso Silêncio no Centenário de Ariovaldo Matos
Multimídia
Delliana Ricelli chama aprovação automática nas escolas da Bahia de “uma das coisas mais odiosas”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
roberto mancini
Após ser anunciado na terça-feira (28), a Federação Italiana de Futebol (FIGC) apresentou Roberto Mancini como novo técnico da Itália nesta quarta-feira (29). O treinador, de 61 anos, retorna ao comando da Azzurra após liderar a seleção nacional de 2018 a 2023, conquistando a Eurocopa de 2021.
Buscando voltar aos tempos de glória, a Itália acredita no trabalho de Mancini para reconstruir a seleção e voltar a disputar a Copa do Mundo, após passar três edições consecutivas fora.
“Estou aqui para trazer a Itália de volta ao lugar que ela merece. Independentemente do que aconteceu em 2023, o objetivo é sempre vencer e jogar bem. Estou convencido de que os jogadores estão à altura e que são bons, especialmente os jovens”, afirmou Mancini.
Entre as estratégias pensadas pelo novo técnico está a utilização de jogadores mais novos. “Os jogadores do Sub-18 devem jogar todos na mesma formação, desde o Sub-18. Acho que é possível revelar bons jogadores aos 18 anos e, por isso, seria melhor ter uma identidade tática comum”.
Apesar da crise futebolística, Mancini se mostrou confiante para iniciar o novo trabalho, que deve estrear oficialmente no dia 25 de setembro, contra a Bélgica, pela Liga das Nações da Uefa.
“Acredito que temos jogadores fortes e jovens. Vamos encontrar os novos Bonucci e Chiellini, que servirão de referência e orientarão os mais jovens. [...] Gostaria de ganhar um grande troféu, talvez até dois. Gostaria de construir um projeto com a seleção nacional. E, se possível, ficar além do meu contrato”, completou.
MANCINI NA AZZURRA
Em sua primeira passagem pela equipe iniciada em 2018, comandou a seleção italiana no processo de reconstrução que resultou na conquista da Eurocopa de 2021, em Wembley, contra a Inglaterra.
Mancini saiu da seleção em agosto de 2023, um ano e cinco meses após ser eliminado pela Macedônia do Norte na repescagem e eliminou a Itália da Copa do Mundo do Catar.
Na ocasião, o técnico comunicou sua saída por e-mail antes de assumir a seleção da Arábia Saudita. “Cometi um erro e me arrependo. O destino está me dando a chance de me redimir: é como perder a mulher da sua vida”, afirmou.
Pela Seleção Italiana, Roberto Mancini disputou 61 jogos, com 37 vitórias, 15 empates e 9 derrotas. O ponto alto foi o título da Eurocopa em 2021.
Fora de mais uma Copa do Mundo, a Itália já começa a reorganizar seu projeto esportivo e tem como principal meta uma mudança de rumo no comando técnico da seleção após a saída de Gennaro Gattuso.
Segundo a imprensa italiana, o nome mais ambicioso no radar da federação é o de Pep Guardiola. A ideia é apostar em um treinador com perfil moderno para promover uma transformação profunda no estilo de jogo da equipe.
No entanto, a operação é considerada difícil. O espanhol tem vínculo com o Manchester City até 2027, o que exige uma negociação complexa e uma eventual saída antecipada do clube inglês para que a chegada à seleção se torne viável.
Enquanto mantém o desejo por Guardiola, a federação trabalha com cenários mais realistas. Entre eles, aparece Roberto Mancini, campeão da Eurocopa de 2020 e figura conhecida internamente. O treinador surge como opção capaz de reorganizar o elenco, embora represente uma continuidade de um ciclo recente que não conseguiu levar a Itália às últimas Copas.
Outros nomes também são analisados, como Antonio Conte e Massimiliano Allegri. Ambos estão empregados no momento, o que pode dificultar qualquer movimentação imediata. No caso de Conte, a resistência do Napoli é vista como um obstáculo importante para qualquer negociação.
A definição do novo comando ocorre em meio à pressão por resultados rápidos. Sem vaga no Mundial de 2026 após eliminação na repescagem, a Itália volta a campo apenas em setembro, quando estreia na Liga das Nações diante da Bélgica.
Roberto Mancini, treinador da seleção da Arábia Saudita, falou sobre o grande número de estrangeiros que estão jogando na Liga Arábe. De acordo com o professor, há muitos estrangeiros na liga saudita e isso atrapalha o desenvolvimento dos jogadores nativos.
Segundo o italiano, isso afeta diretamente o desempenho da seleção saudita, que iniciou a fase qualificatória da Ásia para a Copa do Mundo de 2026 empatando com a Indonésia.
Em coletiva de imprensa, Mancini deixou claro o descontentamento com o que tá sendo feito com os jogadores que servem a seleção e jogam na liga.
"Os jogadores árabes precisam encontrar mais espaço na Liga Saudita. Precisamos de mais cooperação entre a federação e a liga", disse.
"20 dos jogadores que convoquei ficam sempre no banco nos respetivos clubes", finalizou Mancini.
O técnico Roberto Mancini convocou, nesta terça-feira (6), 23 jogadores para representarem a Itália em partida única da semifinal da Liga das Nações da UEFA, contra a Espanha, no próximo dia 15.
O vencedor de italianos e espanhóis encara quem passar de Holanda e Croácia, que se enfrentam na outra semifinal, dia 14. Os perdedores fazem a disputa do 3° lugar e os vencedores jogam a final, também em jogo único, dia 18. Esta é a terceira edição do chamado “Final Four” da Liga das Nações da UEFA, vencido anteriormente por Portugal em 2019 e França em 2021.
A lista de Roberto Mancini traz cinco jogadores da Inter de Milão, finalista da Liga dos Campeões da Europa, são eles: os zagueiros Acerbi e Bastoni, os laterais Darmian e Dimarco e o volante Barella. O brasileiro naturalizado italiano, Jorginho, do Arsenal, também marcou presença.
Confira a convocação completa:
Goleiros: Donnarumma (PSG), Meret (Napoli), Vicario (Empoli);
Defensores: Acerbi (Inter de Milão), Bastoni (Inter de Milão), Bonucci (Juventus), Darmian (Inter de Milão), Di Lorenzo (Napoli), Dimarco (Inter de Milão), Spinazzola (Roma), Toloi (Atalanta);
Meio-campistas: Barella (Inter de Milão), Cristante (Roma), Frattesi (Sassuolo), Jorginho (Arsenal), Lorenzo Pellegrini (Roma), Verratti (PSG), Zaniolo (Galatasaray);
Atacantes: Chiesa (Juventus), Gnonto (Leeds United), Immobile (Lazio), Raspadori (Napoli), Retegui (Tigre).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Angelo Coronel
"Não tenho presidente de estimação".
Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.