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roberto mancini
Fora de mais uma Copa do Mundo, a Itália já começa a reorganizar seu projeto esportivo e tem como principal meta uma mudança de rumo no comando técnico da seleção após a saída de Gennaro Gattuso.
Segundo a imprensa italiana, o nome mais ambicioso no radar da federação é o de Pep Guardiola. A ideia é apostar em um treinador com perfil moderno para promover uma transformação profunda no estilo de jogo da equipe.
No entanto, a operação é considerada difícil. O espanhol tem vínculo com o Manchester City até 2027, o que exige uma negociação complexa e uma eventual saída antecipada do clube inglês para que a chegada à seleção se torne viável.
Enquanto mantém o desejo por Guardiola, a federação trabalha com cenários mais realistas. Entre eles, aparece Roberto Mancini, campeão da Eurocopa de 2020 e figura conhecida internamente. O treinador surge como opção capaz de reorganizar o elenco, embora represente uma continuidade de um ciclo recente que não conseguiu levar a Itália às últimas Copas.
Outros nomes também são analisados, como Antonio Conte e Massimiliano Allegri. Ambos estão empregados no momento, o que pode dificultar qualquer movimentação imediata. No caso de Conte, a resistência do Napoli é vista como um obstáculo importante para qualquer negociação.
A definição do novo comando ocorre em meio à pressão por resultados rápidos. Sem vaga no Mundial de 2026 após eliminação na repescagem, a Itália volta a campo apenas em setembro, quando estreia na Liga das Nações diante da Bélgica.
Roberto Mancini, treinador da seleção da Arábia Saudita, falou sobre o grande número de estrangeiros que estão jogando na Liga Arábe. De acordo com o professor, há muitos estrangeiros na liga saudita e isso atrapalha o desenvolvimento dos jogadores nativos.
Segundo o italiano, isso afeta diretamente o desempenho da seleção saudita, que iniciou a fase qualificatória da Ásia para a Copa do Mundo de 2026 empatando com a Indonésia.
Em coletiva de imprensa, Mancini deixou claro o descontentamento com o que tá sendo feito com os jogadores que servem a seleção e jogam na liga.
"Os jogadores árabes precisam encontrar mais espaço na Liga Saudita. Precisamos de mais cooperação entre a federação e a liga", disse.
"20 dos jogadores que convoquei ficam sempre no banco nos respetivos clubes", finalizou Mancini.
O técnico Roberto Mancini convocou, nesta terça-feira (6), 23 jogadores para representarem a Itália em partida única da semifinal da Liga das Nações da UEFA, contra a Espanha, no próximo dia 15.
O vencedor de italianos e espanhóis encara quem passar de Holanda e Croácia, que se enfrentam na outra semifinal, dia 14. Os perdedores fazem a disputa do 3° lugar e os vencedores jogam a final, também em jogo único, dia 18. Esta é a terceira edição do chamado “Final Four” da Liga das Nações da UEFA, vencido anteriormente por Portugal em 2019 e França em 2021.
A lista de Roberto Mancini traz cinco jogadores da Inter de Milão, finalista da Liga dos Campeões da Europa, são eles: os zagueiros Acerbi e Bastoni, os laterais Darmian e Dimarco e o volante Barella. O brasileiro naturalizado italiano, Jorginho, do Arsenal, também marcou presença.
Confira a convocação completa:
Goleiros: Donnarumma (PSG), Meret (Napoli), Vicario (Empoli);
Defensores: Acerbi (Inter de Milão), Bastoni (Inter de Milão), Bonucci (Juventus), Darmian (Inter de Milão), Di Lorenzo (Napoli), Dimarco (Inter de Milão), Spinazzola (Roma), Toloi (Atalanta);
Meio-campistas: Barella (Inter de Milão), Cristante (Roma), Frattesi (Sassuolo), Jorginho (Arsenal), Lorenzo Pellegrini (Roma), Verratti (PSG), Zaniolo (Galatasaray);
Atacantes: Chiesa (Juventus), Gnonto (Leeds United), Immobile (Lazio), Raspadori (Napoli), Retegui (Tigre).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.