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roberta luchsinger
A lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeitas de tráfico de influência, apresentava o filho mais velho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, como seu sócio em diversas trocas de mensagens com outras pessoas. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (17) pelo jornal Metrópoles.
Em depoimento à Polícia Federal (PF), em maio deste ano, Roberta Luchsinger afirmou que a relação com Lulinha é uma “amizade” e negou ter feito repasses financeiros a ele, mas em mensagens de texto e áudio ela deixa clara a existência de sociedade entre os dois.
Segundo a reportagem, a mensagem mais recente é de junho de 2024. Luchsinger conversa com um contato salvo como “Adelaida Borg – Gerente Le Bristol” e diz: “Que pena! Estava com meu sócio e a família. Filho do presidente Lula. Fizemos mta compra e adoraria ter lhe encontrado”.
Em conversa do dia 13 de maio de 2024, Roberta diz a um contato salvo como “Alexandre Rodrigues” que tem ficado entre terça e quinta em Brasília, “com o meu sócio q é filho do pr”.
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Foto: Reprodução / Metrópoles
Para o contato “Ana Carolina Alencar”, em março do mesmo ano, ela encaminha mensagem de Lulinha e pede: “Mostra (a) Marcelo a mensagem do meu sócio, Fábio”. Em fevereiro, ela envia a mensagem: “E o Fábio, meu sócio, já viajou para Barcelona. E aí eu tenho que correr com as coisas, né?”, para um contato salvo como “Ana Carolina Melchert”.
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Foto: Reprodução / Metrópoles
Em conversa com uma amiga, Luchsinger diz, em 28 de janeiro de 2024: “Querida, estou indo dia 5 de fevereiro para Genebra com as filhas. Conosco irão Fábio (meu sócio) filho do presidente Lula com a esposa e filhos”. O parêntese está na mensagem original de Roberta.
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Foto: Reprodução / Metrópoles
Em áudio para um contato salvo como “Rose Amorim”, Roberta Luchsinger se refere a Fábio Luís como “sócio” ao contar uma história sobre Fernando Bittar. “Lembra do Fernando, meu sócio na empresa que eu tenho com ele, com o Fábio, filho do presidente?”, pergunta. O áudio foi enviado no dia 10 de janeiro de 2024.
Em conversa com um advogado de São Paulo, em outubro de 2023, Roberta Luchsinger diz apenas que “O fábio eh meu sócio”. “Eu ele e o Fernando Bittar.”
Conversando com uma vendedora de roupas no dia 25 de junho de 2023, Roberta diz: “Ela eh amiga da Renata minha melhor amiga q eh esposa do meu sócio Fábio q eh filho do presidente”.
A relação entre Lulinha e Roberta Luchsinger são investigados em três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). Em um deles, com as apurações mais avançadas, a PF investiga suspeitas de que Lulinha, Roberta Luchsinger e Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, teriam praticado tráfico de influência no Ministério da Saúde para vender fármacos derivados de maconha.
Outro inquérito diz respeito a pagamentos que teriam sido feitos por Roberta Luchsinger a pessoas do entorno do presidente Lula, como o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Uma terceira apuração gira em torno de possível tráfico de influência na Dataprev, empresa pública de processamento de dados.
O filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, escolheu whiskies da marca escocesa Macallan para a virada de 2024 para 2025, em uma mansão no Lago Sul, em Brasília. A informação consta em um áudio da lobista Roberta Luchsinger obtido pelo Metrópoles, no qual ela encomenda bebidas para a comemoração.
A mensagem foi enviada em 19 de dezembro de 2024 a um fornecedor de bebidas de luxo. No áudio, Luchsinger afirma que ela e Lulinha passariam o Ano-Novo na capital porque o presidente também estaria em Brasília. “E whisky pode ser o Macallan, que o Fábio gosta”, disse Luchsinger ao fornecedor.
A encomenda incluiu uma garrafa de Macallan 15 anos, duas de Macallan 12 anos Sherry Oak e outras duas de Macallan Double Cask 12 anos. Os valores informados foram de R$ 1.699, R$ 899 e R$ 869 por unidade, respectivamente. O pedido também tinha 12 garrafas de champanhe Taittinger Brut Réserve, além de vinhos e outras bebidas.
Ao todo, a compra chegou a R$ 17.925 e foi paga por Pix pela RL Consultoria, empresa de Luchsinger, diretamente ao fornecedor. Lulinha é citado atualmente em 3 inquéritos no STF. Um deles apura suspeitas relacionadas a tráfico de influência no Ministério da Saúde envolvendo medicamentos derivados de maconha.
Outros dois tratam de pagamentos feitos por Luchsinger a pessoas do entorno de Lula e de uma possível atuação junto à Dataprev. Segundo a reportagem, ela teria custeado outros gastos de Lulinha, incluindo uma viagem à Finlândia com as respectivas famílias para acompanhar a aurora boreal.
O presidente Lula não mentiu quando disse que não conhece a empresária Roberta Luchsinger, segundo aliados e líderes do PT que convivem com ele. A declaração foi feita em entrevista ao Jornal Nacional na quinta (27).
As informações são da coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo
Apesar de dezenas de fotografias que mostram que o petista já esteve com a lobista mais de uma vez, e em situações diversas, os aliados afirmam que Lula nunca foi apresentado a ela e não sabia quem era.
"Não conheço essa moça, nunca vi essa moça na minha vida, ela nunca esteve próxima de mim", afirmou Lula ao JN.
De acordo com um interlocutor frequente, o presidente buscou informações sobre a empresária quando o noticiário passou a abordar as ligações de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com as atividades de lobby de Luchsinger.
Assessores mostraram a ele as fotos em que os dois aparecem juntos, publicadas pela própria lobista em redes sociais. "Não sei quem é", teria dito Lula quando viu as imagens.
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Os assessores teriam ainda dito a Lula que Luchsinger afirmara que faria uma doação de R$ 500 mil à campanha dele em 2017. O petista foi preso um ano depois e não chegou a ser candidato.
Lula teria respondido então que esse dinheiro nunca foi doado a ele nem ao PT.
Um aliado do presidente afirma que a prova de que ele de fato não a conhece foi a declaração ao Jornal Nacional (JN). "Foi a demonstração maior de que ele foi traído pela convicção. No entendimento do presidente, tirar uma foto com uma pessoa não significa que ele conhece essa pessoa, que apenas teve um rápido acesso a ele", diz o interlocutor.
Na visão do mesmo líder petista, o presidente não teve malícia na hora de responder aos jornalistatas do JN, o que prova que ele estava falando a verdade sobre a relação com Roberta Luchsinger, que seria inexistente.
A empresária Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de tráfico de influência, afirma que pediu para o ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, apoiar sua proposta sobre fornecimento de canabidiol ao governo, mas nega que tenha feito pagamentos em troca desse apoio. A declaração foi dada ao g1.
Roberta é alvo de três inquéritos da PF ao lado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Em um dos inquéritos, a polícia investiga conversas de Roberta com o então chefe de gabinete de Lula sobre uma proposta de fornecimento de canabidiol para o Ministério da Saúde.
A suspeita é que ela tenha atuado para favorecer empresas junto a órgãos federais. Até o momento, no entanto, as investigações não apontaram se algum contrato foi assinado com o poder público.
Sobre a relação com Marcola, a investigação descobriu que Roberta pagou contas de Marcola e agora apura se os pagamentos foram em troca de algum favor prestado por ele. O ex-chefe de gabinete afirmou que os pagamentos foram um empréstimo pessoal, de R$ 249 mil, que já foi quitado.
"Ter apoio [era o objetivo das conversas com Marcola]. Talvez erro meu de pedir apoio. Ingenuidade. Bobeira", disse Roberta ao g1 por mensagem nesta quinta-feira (27).
"Não fiz pagamentos ao Marcola. Eu ajudei um amigo. Óbvio, eu deveria ter sido atenta ao fato de ser ele chefe de gabinete do presidente. Mas é covardia 'linkar' uma coisa na outra. Marcola é meu amigo. Eu sou uma pessoa amiga dos meus amigos. Se eu sei que precisam e posso ajudar, eu ajudo", disse a empresária.
Segundo a investigação da PF, Roberta enviou a Marcola por WhatsApp, em maio de 2024, a minuta de um Termo de Referência (TR) que estabelecia parâmetros para o Ministério da Saúde adquirir frascos de canabidiol.
O texto previa a dispensa de licitação e direcionava o negócio para a empresa World Cannabis, pertencente ao lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. O documento havia sido elaborado pela equipe do Careca. Nenhum contrato com o ministério foi assinado.
RELAÇÃO COM LULINHA
Em mensagens obtidas pela PF, Roberta disse ter uma sociedade com Lulinha. Questionada sobre a natureza da sociedade, ela respondeu que eles são amigos e que já tiveram "a intenção" de fazer coisas juntos.
"Eu e Fábio somos amigos. Muito amigos. Renata, esposa dele, [é] minha melhor amiga. Já tivemos intenção de fazermos coisas juntos fora do âmbito público, porém, sabemos que qualquer coisa que ele faça sempre será mal vista. Fábio é meu amigo antes de o pai ser presidente", afirmou.
Foi oficializada a mudança na chefia do gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): entra Oswaldo Malatesta Neto, que assume o cargo antes ocupado por Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, que integrou o círculo mais próximo do petista durante a maior parte do mandato. A nomeação de Malatesta foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (11/8).
Marcola foi exonerado do cargo no dia 21 de julho para cuidar da agenda de Lula na campanha pela reeleição. Mas teve de se afastar, no último dia 5, após o desgaste provocado por revelações envolvendo empréstimo com a empresária e lobista Roberta Luchsinger.
Amiga próxima de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, Roberta passou a figurar em investigações da Polícia Federal sobre suspeitas de tráfico de influência e intermediação de interesses junto a órgãos do governo federal.
O ex-assessor afirmou ainda que colocou seus sigilos bancário e fiscal à disposição das autoridades e reiterou que jamais cometeu irregularidades no exercício de suas funções públicas.
TRAJETÓRIA
Novo chefe de gabinete, Malatesta já atuava no Palácio do Planalto como chefe de gabinete adjunto de agenda e possui longa trajetória de colaboração com a gestão petista, tendo trabalhado anteriormente no Instituto Lula.
Malatesta assume o comando do fluxo de compromissos e audiências do chefe do Executivo em um momento estratégico para a articulação governamental antes das eleições presidenciais.
O ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, decidiu deixar a campanha de Lula após a divulgação do empréstimo dele com a empresária Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal (PF). As informações são do g1.
Ao PT, ele informou que é decisão política e não jurídica, na tentativa de blindar o presidente na campanha e evitar disputas internas. Segundo o blog da jornalista Andréia Sadi, Marcola conversou com o presidente do PT, Edinho Silva, nesta quarta-feira (5) e já comunicou a decisão ao presidente Lula, que teria exigido pessoalmente explicações sobre o caso.
O ex-assessor ainda divulgou a seguinte nota: “Sempre pautei minha atuação pública pela ética, compromisso e transparência. A quem apresenta especulações e ilações, respondo com fatos, documentos e a minha inteira disposição e tranquilidade de colaborar com a Justiça”.
Nesta terça-feira (4), o jornalista Valdo Cruz noticiou que a Polícia Federal identificou o repasse da empresária Roberta Luchsinger a Marcola. O valor não foi divulgado.
A PF identificou a operação ao analisar dados do celular de Roberta, que está sob investigação no âmbito da Operação Sem Desconto. Apontada como lobista, Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República.
Marcola reconheceu ter contraído o empréstimo com Roberta e disse ter pago a dívida, no valor de R$ 249 mil.
O presidente Lula (PT) exigiu explicações do seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, a respeito do empréstimo obtido por ele com a empresária Roberta Luchsinger, amiga de seu filho Lulinha e investigada pela Polícia Federal.
Marco Aurélio, conhecido como Marcola, é um dos assessores mais próximos do presidente e deixou a chefia de gabinete há duas semanas para atuar na equipe de campanha do petista. Ele diz que se tratou de um empréstimo pessoal, já quitado, e que não há ilegalidade na operação.
Ainda segundo relatos, Lula teria sabido do empréstimo dias antes de ele vir à tona, mas não antes de escalar Marcola para a equipe das eleições. Outros aliados do presidente se dizem surpreendidos com a notícia, duvidando que o presidente soubesse.
O pronunciamento de Marcola veio após o site Poder360 afirmar, em reportagem, que ele recebeu os pagamentos.
A notícia, divulgada na segunda-feira (3), irritou aliados de Lula. Por conta do período de eleições e da candidatura do presidente à reeleição, Lula precisa evitar desgastes políticos que possam afetar sua popularidade. Apesar disso, a avaliação predominante no Palácio do Planalto é que Marcola cometeu um erro, não um crime.
Marcola teria dito a Lula dispor de registros de pagamento para provar que a operação foi um empréstimo. Como justificativa, o assessor alegou que o dinheiro serviu para pagar um tratamento de saúde de seu filho. Ainda não há uma confirmação sobre a data da transação, mas integrantes do Planalto dizem acreditar que tenha sido em 2023.
O presidente da República ordenou que o assessor explicasse a operação. Marcola busca constituir um advogado antes de voltar a falar publicamente sobre o tema.
Lula também tem dito a aliados que tudo precisa ser apurado e que quer ser julgado pelo próprio governo na eleição deste ano. Ou seja, que o eleitor possa decidir o voto com base nos atos do presidente, não de pessoas próximas.
RELAÇÃO ENTRE LULA E MARCOLA
Quando o presidente ganhou as eleições de 2022, Marcola já o assessorava havia quase sete anos. Uma vez no governo, o petista escalou seu assessor como chefe de gabinete. Ele era o principal responsável pela agenda presidencial.
Além disso, servia como um dos principais contatos de políticos que buscavam falar com o chefe do governo. Lula não tem telefone celular. Quem precisa falar com ele liga para Marcola ou para outra pessoa de um grupo reduzido que está sempre próximo do petista.
QUEM É ROBERTA LUCHSINGER?
A empresária Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luis, um dos filhos do presidente da República. Ele ficou conhecido no mundo político como Lulinha, apesar de esse apelido não ser usado nos círculos petistas.
Em nota, a defesa do filho de Lula afirmou ter recebido a instauração pela PF de três inquéritos diferentes por suspeitas de tráfico de influência com "absoluta tranquilidade" e que ele irá comprovar sua inocência.
A equipe disse ainda ter pedido que os órgãos competentes tomem providências contra os vazamentos que consideram criminosos e que atendem a "interesses políticos".
"Recebemos com absoluta tranquilidade a notícia de instauração de ainda mais um inquérito. Utilizaremos todas as oportunidades para esclarecer qualquer dúvida que porventura surja sobre as atividades pessoais e profissionais de Fábio Luís. Ele comprovará, ao final, que não tem relação direta ou indireta com qualquer tipo de irregularidade, assim como fez no inquérito das fraudes do INSS, em relação ao qual esperamos um já tardio arquivamento", dizem os advogados.
"Temos confiança plena na condução serena e equilibrada do ministro Flávio Dino, jurista que admiramos e respeitamos" diz outro trecho, em relação ao terceiro inquérito, que caiu com Dino (os dois primeiros foram autorizados por André Mendonça).
"Temos denunciado a instrumentalização de setores da Polícia Federal a serviço de interesses políticos e eleitorais, em prejuízo da imparcialidade e legalidade que deveriam reger procedimentos criminais."
A operação investiga um esquema que teria descontado mais de R$ 6 bilhões dos beneficiários do INSS de 2019 a 2024. O Careca do INSS é apontado pela PF como um dos operadores centrais do esquema de fraudes nos descontos de aposentadorias.
Em dezembro passado, Roberta foi alvo de buscas. Na apuração sobre o esquema, a PF afirmou ter encontrado pagamentos de uma empresa ligada a Careca para uma companhia de Roberta, totalizando R$ 1,5 milhão.
Em reunião nesta quinta-feira (12), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga as fraudes do INSS votou uma série de requerimentos, e entre os que foram rejeitados, está o de convocação da empresária e lobista Roberta Luchsinger. A lobista é apontada como o elo entre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
A Polícia Federal investiga se Roberta Luchsinger recebeu dinheiro oriundo dos descontos ilegais de aposentadorias e se atuou como caixa de despesas de outras pessoas, como o filho do presidente Lula, que vive na Espanha. A defesa de Roberta nega que ela tenha relações comerciais com o Careca.
No dia 26 de fevereiro, a CPMI quebrou o sigilo bancário e fiscal da lobista. Alguns dias depois, entretanto, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação da comissão.
Ao fundamentar sua decisão, Flávio Dino destacou que a aprovação de 87 requerimentos de forma conjunta pela comissão — a chamada votação "em globo" — teria violado o devido processo constitucional. Dino determinou que, caso as informações sigilosas já tivessem sido enviadas à CPMI, elas deveriam ser preservadas sob sigilo pela presidência do Senado Federal até o julgamento do mérito da ação.
Na semana passada, nota publicada pela coluna Radar da revista Veja afirmava que um emissário de Roberta Luchsinger teria levado a um auxiliar do presidente Lula uma mensagem direta. A nota afirma que a lobista estaria “desesperada”, exigia proteção e avisava que não iria cair sozinha.
“Roberta, segundo esse emissário teria informado a assessores de Lula, teria dito ainda que “não aceita ser abandonada”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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