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Joseane do Espírito Santo foi condenada a pelo menos 26 anos e três meses de prisão por homicídio qualificado de uma criança de oito anos no município de Inhambupe, no nordeste baiano. A decisão do Tribunal do Júri acatou a acusação sustentada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que destacou a extrema crueldade do crime.
Segundo a denúncia, o crime ocorreu em 2008 no Povoado de Limoeiro, zona rural de Inhambupe. A criança foi atingida com mais de 40 golpes de objeto perfurante. O MP-BA classificou o ato como um "meio cruel", praticado por motivo torpe e sem chance de defesa para a vítima.
Juto aos detalhes da morte, a acusação também apontou que o crime incluiu a extração de sangue da criança para um ritual. A investigação revelou que o crime foi cometido em conjunto com outras duas pessoas.
Uma delas foi morta antes de ser julgada, e a outra foi condenada em 2024, mas faleceu meses depois em um presídio de Santa Catarina. Joseane do Espírito Santo cumprirá a pena, inicialmente, em regime fechado. Ainda cabe recurso da decisão.
Foi presa no município de Itamaraju, no extremo sul da Bahia, a suspeita de participar de um sequestro de uma criança na cidade de Caravelas, no sul do estado. A prisão aconteceu no sábado (18).
No inquérito que foi concluído na última semana a Polícia Civil descobriu que a criança seria usada em um ritual que pretendia curar o câncer de uma das quatro pessoas envolvidas no crime.
O crime aconteceu no dia 14 de janeiro. Dois dias depois, Sthefany de Jesus Silva, de 25 anos, e Ailton Ferreira dos Santos, 53, foram presos, porque o bebê sequestrado foi encontrado com eles, dentro de uma mochila, em um ponto de ônibus.
A polícia também informou que outras duas pessoas estão envolvidas no caso: Leila, que teria participado do sequestro, e Michelle, que seria a pessoa beneficiada pelo ritual.
Ainda segundo informações, Sthefany era ameaçada por Michelle para encontrar a criança para o ritual.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Dr Gabriel Almeida
"Lei brasileira permite a manipulação da Tirzepatida".
Disse o médico baiano Gabriel Almeida ao rebater as acusações de envolvimento em um suposto esquema de produção e venda irregular de medicamentos para emagrecimento.