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risco de desabar
Uma capela em Ilhéus, no Litoral Sul, corre risco de desabar. A situação acontece na capela de Nossa Senhora Santana, que foi erguida no século 16 e é considerada a quinta igreja construída no país. Distante a 18 quilômetros da sede de Ilhéus, o local sofre com a erosão do Rio Santana que afeta os alicerces da construção.
Segundo a TV Santa Cruz, a capela de Nossa Senhora Santana é uma propriedade privada com a conservação de responsabilidade dos proprietários, mas foi tombada Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1984.
Uma das proprietárias da capela disse que já acionou o Ministério Público da Bahia (MP-BA), requerendo a responsabilidade do Iphan [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional], do Ipac [Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia] e da prefeitura de Ilhéus.
Por meio de nota, o Iphan informou que nos anos de 2012 e 2013 executou obras emergenciais e serviços de restauração na capela no valor de cerca de R$ 300 mil e que a construção apresentava péssimo estado de conservação, além de risco de desabar.
Procurado, o secretário de cultura de Ilhéus, Geraldo Magela, disse que enviou ofício ao Iphan e ao Ipac, requisitando a reforma da capela.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.