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O jornalista da agência de notícias Reuters, Issam Abdallah, morreu nesta sexta-feira (13) após a equipe de imprensa, na qual ele estava, ser atingida por bombardeios no sul do Líbano, na fronteira com Israel. A informação foi confirmada pela própria agência.
Mais cedo, o Exército de Israel bombardeou várias cidades na fronteira com o Líbano, aumentando temores que o Hezbollah entre na guerra. O conflito entre Israel e o Hamas chegou nesta sexta ao 7º dia, com quase 3 mil mortos.
Segundo a Reuters, Abdallah foi atingido enquanto transmitia ao vivo um dos bombardeios. A agência disse que iniciou uma investigação própria sobre o caso.
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“Ficamos profundamente tristes ao saber que o nosso cinegrafista Issam Abdallah foi morto. Estamos buscando urgentemente mais informações, trabalhando com as autoridades da região e apoiando a família e os colegas de Issam”, afirmou a Reuters, em comunicado. Veja:
Reuters videographer Issam Abdallah was killed while working in southern Lebanon on Friday, @Reuters said in a statement https://t.co/WX25aBPZ7J pic.twitter.com/fgkV270pCq
— Reuters (@Reuters) October 13, 2023
Apesar de a guerra entre o Hamas e Israel se concentrar na Faixa de Gaza, o Exército israelense e o Hezbollah vêm trocando ataques na fronteira entre os dois países nos últimos dias.
Além de Abdallah, dois jornalistas da rede Al-Jazeera e outro da agência de notícias francesa AFP também estavam no comboio e foram atingidos. A Al-Jazeera disse que sua equipe foi transferida para um hospital da área.
Convocado a depor na CPMI dos atos do 8 de janeiro por requerimentos de membros da oposição, o fotógrafo da agência Reuters, Adriano Machado, disse na comissão que nada fez de irregular naquele dia, e que apenas registrou a ação dos manifestantes que invadiram o Palácio do Planalto. Acusado por deputados e senadores de oposição de ter forjado cenas de invasão e quebradeira, o fotojornalista disse que seu trabalho foi distorcido, e que ele não conhecia qualquer das pessoas a quem ele fotografou no 8 de janeiro.
“Eu estava trabalhando e tirando fotos. Nunca vi aquelas pessoas antes e nem depois na minha vida. Me senti ameaçado e forçado a deletar aquelas fotografias e não tive alternativas. Como fotojornalista da Reuters, sou treinado para lidar com situações extremas como as que passei. Agi de forma profissional mediante as circunstâncias em que me encontrava naquele momento”, disse o fotógrafo.
Em respostas dadas a questionamentos de parlamentares, o fotógrafo da Reuters disse ter visto um grupamento da Força Nacional parado no estacionamento do Ministério da Justiça. A afirmação provocou reações da bancada oposicionista, de um lado, protestando contra a entrega de imagens à CPMI de apenas duas câmeras do Ministério da Justiça, e por outro, afirmando que irão apresentar requerimentos para obter da Reuters fotos tiradas que mostram suposta inatividade da Força Nacional.
A convocação do fotógrafo Adriano Machado se deu por conta das imagens divulgadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que mostram momentos em que manifestantes tentam invadir a antessala do gabinete do presidente da República. Machado aparece nas imagens fotografando os manifestantes, e foi acusado por parlamentares de oposição de ter pedido aos invasores que fizessem “poses” e “simulassem” atos de vandalismo.
Adriano Machado explicou que manifestantes pediram que ele deletasse fotos registradas no interior do Palácio do Planalto, e que só retribuiu um cumprimento de uma pessoa por medo de poder sofrer ameaças.
“Chegaram a dizer que iam me jogar lá de cima, que se eu não saísse de lá iriam me bater. Me xingavam o tempo todo. Inclusive, teve um momento em que uma pessoa veio com esses tasers de choque para que eu descesse da rampa”, afirmou.
A bancada de oposição fez diversas críticas ao fotógrafo. Alguns pediram a quebra de sigilo do profissional para investigar se ele recebeu pagamento para atuar dentro do Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro. Outros, como o deputado Marco Feliciano (PL-SP), chegou a dizer que o fotógrafo deveria ter dado voz de prisão aos invasores do Palácio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.