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Passando por uma grave crise (saiba mais aqui e aqui), a Cinemateca Brasileira agora enfrenta mais um problema. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, desde o fim da semana passada está sem o serviço de bombeiros civis, pois a empresa terceirizada retirou seus funcionários quando findou o contrato firmado com a instituição.
A BK Consultoria e Serviços alega que seguiu com o serviço até o fim do contrato, mesmo com os três meses de atraso no pagamento. Segundo a empresa, a Cinemateca deve cerca de R$ 200 mil em mensalidades.
Além do problema com os bombeiros civis, funcionários informaram que o gerador do órgão está quebrado. O espaço chegou a ficar sem energia elétrica durante algumas horas, no sábado (27), quando o bairro da Vila Mariana, onde está situada a Cinemateca, teve uma falta de luz. A situação é preocupante, pois o acervo necessita cuidados inclusive de refrigeração, podendo pegar fogo sem a devida temperatura.
Segundo a coluna, a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto, gestora da Cinemateca Brasileira, não se manifestou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.