Artigos
A flutuação centrípeta do eleitorado neutro e as assimetrias metodológicas na conversão de tendências
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
respostas
Paulo Coelho usou seu perfil no Twitter neste domingo (26) para demonstrar seu arrependimento em ter apoiado a campanha do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O escritor citou as falas de Lula contra Sérgio Moro (União Brasil/PR), na semana passada, após operação da PF contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), e problemas no Banco Central (BC).
“Décadas apoiando Lula, noto que seu novo mandato está patético. Cair na trampa de ex-juiz desqualificado, incapacidade de resolver problemas do BC, etc. Não devia ter me empenhado na campanha. Perdi leitores (faz parte) mas não estou vendo meu voto ter valido a pena”, escreveu Coelho.
Nas respostas da publicação, personalidades como Jean Wyllys, Felipe Neto e Xico Sá avaliaram o posicionamento do escritor.
“Calma, Paulo. Assim como você e eu, Lula é humano, tem suas feridas. E nem sempre se pode se safar das armadilhas e disparos de uma classe dominante predatória, egoísta e invejosa. Tenha mais paciência, querido. O mandato está no início”, escreveu Wyllys.

Foto: Reprodução/Twitter
“Paulo, não são nem 90 dias. BC é uma situação ingrata. Erros serão cometidos, devemos criticar e apontar, como também tenho feito, mas não dá pra se arrepender de ter ajudado a derrotar aquele monstro. Lula ainda vai errar muito, mas não esqueça que o outro era Bolsonaro”, opinou Felipe Neto.
Coelho disse que não se arrependeu com a derrota de Bolsonaro nas eleições, mas que os assuntos citados por ele podem fazer com que os eleitores “percam a paciência”. “O início e o final são muito importantes - o meio é o meio. E todos temos que saber ouvir críticas”.

Foto: Reprodução/Twitter
“Só tem 90 dias, amigo, e tem enfrentado com galhardia o maior inimigo dos empobrecidos: os juros mortais de quase 14%. O resto é novela da mídiazona. Abraço forte”, comentou Xico Sá.
A Secretaria Especial de Cultura do governo federal, pasta comandada pelo ator Mario Frias, implementou um prazo mínimo de 72 horas para responder às solicitações de jornalistas. A informação foi veiculada pela coluna de Mônica Bergamo no jornal Folha de São Paulo.
“Contamos com a compreensão de todos e desde já estamos à disposição”, afirmou a assessoria de imprensa do órgão ao ter sido questionada pelo veículo paulista numa ocasião recente.
“O recebimento de perguntas, solicitações de entrevistas ou comentários serão bem-vindos e estaremos aqui para atendê-los, afinal é um meio da pasta se comunicar também com a nossa sociedade”, disse o comunicado. “Porém, pedimos o prazo mínimo de 72 horas para respondermos às solicitações”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
José Múcio Monteiro
"Precisamos ver onde podemos ajudar mais. A simpatia que o meu presidente tem pela Venezuela é absoluta. A partir de agora, Brasil e Venezuela são um só país".
Disse o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro após reunião nesta terça-feira com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em Caracas. O encontro está marcado para as 14h, horário de Brasília. Pela manhã, Múcio já havia se reunido com o ministro da Defesa venezuelano, Gustavo González López, com quem conversou sobre a ajuda que o Brasil vem enviando ao país após os terremotos da semana passada.