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Manno Góes republicou em seu Instagram uma homenagem feita a Netinho pela conta oficial da banda Jammil e Uma Noites. A relação entre os dois artistas foi marcada por uma parceria musical que se transformou em uma disputa judicial e ideológica em 2021.
“A banda JAMMIL se solidariza com os fãs e amigos do cantor Netinho, que deixa um legado inegável na história da música baiana”, diz o storie feito pela banda e republicado por Manno Góes, que não acrescentou nenhuma mensagem própria.
Manno Góes foi responsável, junto com Tuca Fernandes, por compor a canção “Milla”, maior hit da carreira solo de Netinho, que foi lançada em 1996 no álbum “Netinho Ao Vivo”. A inspiração por trás da letra veio de um amor de verão vivido por Góes na Ilha de Itaparica.
A parceria entre os dois artistas tomou um novo rumo em 2021, quando Netinho interpretou a música durante uma manifestação política de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro em São Paulo. Manno repudiou publicamente a associação da música, descrita por ele como “leve e lúdica”, com ato de cunho “político, antidemocrático ou de extrema direita”. O baixista da banda Jammil declarou que não autorizou o uso da sua música com aquele propósito e acionou a Justiça, solicitando a retirada de vídeos da internet que vinculavam a canção a esse tipo de manifestação, o que gerou um grande atrito público entre os dois.
Em janeiro de 2023, Netinho apoiou os atos de vandalismo que aconteceram no dia 8 de janeiro em Brasília, o que fez com que Manno Góes voltasse a criticá-lo publicamente, chamando o ex-vocalista da Banda Beijo de “criminoso” em suas redes sociais. Os dois continuaram afastados até o falecimento do cantor.
O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e afirmou que pautará a medida logo no primeiro dia de mandato, caso eleito. Para ele, a anistia serviria para "pacificar" o país e removeria o assunto da agenda política nacional.
A declaração foi dada em sabatina da GloboNews. Questionado se considera que os atos configuraram uma tentativa de golpe de Estado, Caiado evitou responder e comparou o caso à anulação das condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o candidato, a anistia não viria isolada, mas dentro de um pacote de medidas a ser enviado no início do governo. "Essa medida não estará sozinha, estará junto a dezenas de medidas que tomarei, como várias reformas que trarei no meu primeiro dia. Essa medida tem o sentido de pacificar o país, nós não podemos mais conviver com o que estamos vivendo, é impossível hoje. É uma briga inútil, que só traz desgastes. Eu tenho a consciência de que, no momento em que eu promover a anistia, esse assunto sai da pauta e vamos viver um outro momento, de pautas que sejam relevantes para as pessoas", disse.
Caiado afirmou que pretende encaminhar várias reformas como primeiros atos de governo, entre elas a administrativa e uma revisão da reforma da Previdência aprovada no atual mandato. "Eu tenho anistia, lei antiterrorismo, reforma administrativa, reforma política, revisão de pontos da reforma tributária. Eu vou trabalhar do dia 25 de outubro até o dia 1º de janeiro com toda a equipe que estou montando para ter tudo isso para encaminhar no primeiro dia. Não é aquilo de matéria fatiada, não, eu vou mandar tudo", detalhou.
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema, deve apresentar uma síntese de seu projeto de governo no dia 16 de abril.
Segundo informações de O Globo, o lançamento ocorrerá em um evento em São Paulo. O programa será batizado de “Chega de governo rico e povo pobre”.
A iniciativa deve marcar o pontapé inicial de uma tentativa de reação nos índices de intenção de voto do ex-governador, que tem aparecido com os menores percentuais nas pesquisas mais recentes sobre a corrida presidencial.
Policiais civis fantasiados de personagens do desenho Scooby-Doo prenderam em flagrante três suspeitos de furtar celulares durante um bloco de Carnaval na região da República, no centro de São Paulo, no último sábado (14).
De acordo com a Polícia Civil, os agentes do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) estavam infiltrados e caracterizados como Scooby e Daphne quando identificaram o modus operandi do grupo, composto por duas mulheres e um homem. Os suspeitos se aproveitavam da aglomeração típica dos blocos de rua para cometer os furtos.
Durante a abordagem, os policiais localizaram oito celulares de diferentes marcas dentro de uma pochete utilizada por uma das mulheres. Os aparelhos foram apreendidos e encaminhados para perícia antes de serem devolvidos às vítimas.
Após o flagrante, os três detidos foram conduzidos ao 2º Distrito Policial, no bairro do Bom Retiro, onde o caso foi registrado.
Além da atuação na República, equipes disfarçadas também reforçaram o policiamento no entorno do Parque Ibirapuera, na zona sul da capital paulista, com abordagens preventivas nos blocos de rua.
Segundo a Polícia Civil, as ações de segurança voltadas ao Carnaval já resultaram em 27 prisões. Entre os casos, está a detenção de um foragido da Justiça identificado por câmeras do programa Muralha Paulista ao tentar acessar o Sambódromo do Anhembi.
Ainda conforme o balanço divulgado, nos dias 7 e 8 de fevereiro, 11 pessoas foram presas por crimes como venda de bebida adulterada, estelionato e furto de celulares. Em 31 de janeiro, uma operação realizada na Barra Funda levou à prisão de 12 suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em crimes patrimoniais durante o período carnavalesco.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.
