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renata mota
A baiana Renata Mota volta a Salvador em abril para ministrar a oficina “Cenografia e Expografia: Poéticas do Espaço”, voltada à criação de espaços narrativos no teatro, nas artes visuais e em eventos culturais. Com vagas limitadas, a proposta reúne fundamentos técnicos e sensíveis da área, combinando experiências práticas, análise de projetos e compartilhamento de processos criativos.
Com mais de 25 anos de atuação, Renata acumula trabalhos em projetos como “Mancha de Dendê Não Sai – Moraes Moreira”, o musical “Torto Arado”, a Fliquinha (da Flica de Cachoeira) e “Abraço no Tempo”, no Teatro Castro Alves. Em sua trajetória, a profissional articula cenografia, expografia e direção de arte a partir de conceitos que envolvem sustentabilidade, identidade cultural e a construção de experiências imersivas.
A oficina será dividida em dois módulos independentes. O primeiro, no dia 11 de abril, será dedicado à cenografia, com foco em teatro e shows, abordando aspectos como conceito, dramaturgia, iluminação, som e dinâmica de cena. Já o segundo módulo, no dia 25 de abril, trata da expografia, explorando a construção de narrativas espaciais em exposições, o percurso do público e o uso de materiais.
Voltada para estudantes, artistas, produtores culturais, arquitetos, designers e interessados no tema, a formação também propõe uma reflexão sobre o espaço como linguagem, pensado a partir da relação entre conceito, materialidade e experiência.
As atividades acontecem no Ativa Atelier Livre, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, sempre aos sábados, das 8h30 às 12h30 e das 14h às 18h. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla, com valores de R$ 349 por módulo ou R$ 600 no formato combinado.
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Uma escultura de árvore com oito metros de altura, feita com materiais reciclados, como madeira, sisal e manta-espuma, foi instalada na Praça Municipal para homenagear o centenário do artista plástico e alapini (alto sacerdote do culto de matriz africana) Mestre Didi, como era conhecido Deoscóredes Maximiliano dos Santos. Segundo a cenógrafa Renata Mota, que escolhei a peça, a chuva de cravos que salta dos galhos da árvore representa o banho de pipoca, oferenda consagrada ao orixá de Mestre Didi, Obaluaiyê. A árvore teve cenotecnia de Adriano Passos e pintura de Paulo Florêncio, e está exposta desde o último dia 18, podendo ser apreciada durante o Carnaval. “A nossa cultura é repleta de pessoas especiais que fizeram a diferença. Achamos importante ressaltar a importância da contribuição histórica que o trabalho dele tem para a cultura da cidade e do país”, afirma Renata. Mestre Didi também foi homenageado com cerimônia nesta quarta (22), durante a abertura da folia, na Praça Municipal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.