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Artigos

Karin Koshima
Psicanálise da viabilidade: por que Caiado e o PSD mudam o jogo de 2026
Foto: Divulgação

Psicanálise da viabilidade: por que Caiado e o PSD mudam o jogo de 2026

Durante quase uma década, o debate político brasileiro foi organizado por uma falsa fatalidade: a ideia de que a Presidência da República estaria condenada a ser ocupada por representantes dos extremos. À direita, figuras que se alimentam do conflito permanente; à esquerda, lideranças sustentadas por capital simbólico acumulado, mas cada vez mais dissociadas da sensação cotidiana de rumo e ordem. Esse enquadramento produziu um eleitorado emocionalmente exaurido, que vota mais para se proteger do outro polo do que para afirmar um projeto de país.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

renata gil

Ex-presidente da AMB, Renata Gil, é convidada por Kassab para concorrer à Câmara pelo PSD-RJ
Foto: Diego Carvalho

A ex-presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Renata Gil, aceitou o convite do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo partido no estado do Rio de Janeiro, segundo a Folha de S. Paulo. A magistrada integrará a chapa eleitoral do PSD que declara apoio ao prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), candidato ao governo estadual.

 

Renata Gil exerce atualmente o cargo de conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No exercício dessa função, foi relatora de processos disciplinares, tendo participado da sessão que resultou na punição do ex-juiz Marcelo Bretas, que conduziu a fase fluminense da Operação Lava Jato. Entre os processos analisados naquele período pelo CNJ, estava uma reclamação apresentada pelo próprio prefeito Eduardo Paes.

CNJ rejeita reclamação e ordena retorno de juíza acusada de suspeição na condução de processo ao cargo no TRT-BA
Foto: TRT-BA

Na sessão desta quarta-feira (5), por unanimidade, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o retorno imediato da juíza Andrea Schwarz de Senna Moreira, do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), à sua função. Ela estava afastada do cargo sob a acusação de improbidade e suspeição na condução de um processo na Corte. 

 

O processo administrativo disciplinar (PAD) contra Schwarz foi aberto em abril de 2023 para apurar reclamação disciplinar formulada em nome de Nora Rabello, que havia perdido uma casa localizada em Arraial D’Ajuda, em Porto Seguro, em ação trabalhista julgada pela magistrada. O PAD estava sob relatoria da conselheira Renata Gil.

 

Desde aquele período a juíza foi afastada cautelarmente do cargo e apenas em 6 de fevereiro deste ano ela foi interrogada. 

 

Como narram os autos, Nora Rabello foi condenada, em 2009, ao pagamento de diversas verbas trabalhistas, como horas extras e aviso prévio. Ela pagou a indenização, mas não quitou as custas processuais no valor de R$ 5,6 mil. Por conta disso, a juíza Andrea Schwarz levou à leilão a casa em Porto Seguro, que foi arrematada por R$ 600 mil.

 

Provas juntadas à reclamação apontavam o arrematante e sua família em publicações de redes sociais ao lado da juíza. Na sessão de instauração do PAD, o corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, mencionou a relação de amizade entre a parte e a magistrada. Fato que na época foi apontado como um possível motivador para que Schwarz acelerasse os procedimentos expropriatórios e tivesse agido de modo suspeito.

 

“Esses fatos tratam de uma eventual suspeição dessa magistrada que teria acelerado procedimentos expropriatórios, teria agido de modo suspeito e parcial porque teria uma relação de amizade, não uma amizade íntima, isso nunca foi sustentado, por aparecer em eventos públicos, em redes sociais com autoridades. Durante o procedimento isso ficou demonstrado que essas aparições não eram de exclusividade dela, eram eventos que congregavam muitas pessoas”, pontuou a relatora Renata Gil na sessão de hoje.  

 

O caso ganhou nova dinâmica a partir do encaminhamento de matéria criminal na qual a juíza Andrea Schwarz de Senna Moreira é citada, a partir da localização de sacos com barras de ouro no telhado da mansão que foi arrematada no leilão, o que motivou operação da Polícia Federal.

 

Em seu voto, a conselheira destacou que entre o trânsito em julgado da sentença proferida por Andrea Schwarz na ação trabalhista até a penhora do imóvel foram seis anos. “Então, detalhadamente eu explico que não houve nenhuma imparcialidade da magistrada nas constrições, não foram todas por ela determinadas, foram determinadas por magistrados que atuavam nessa Vara do Trabalho em substituição a ela muitas vezes”, indicou.

 

Ao confirmar a sua decisão, Renata Gil também rebateu os argumentos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) no PAD. “E o argumento que o MPF aduz no sentido de que ela não poderia ter determinado a penhora, ele não subsiste porque houve um mandado de segurança na época do Órgão Especial do 5º Tribunal Regional do Trabalho que autorizou que essas penhoras fossem feitas”, ressaltou. 

 

“Então, na verdade, eu entendi que diametralmente oposta à conclusão do Ministério Público Federal, ficou caracterizado que não houve qualquer ato ilícito ou ilegal da magistrada. Ao contrário, ela atuou com toda a diligência, com toda a ordem para que aquele bem fosse expropriado”, cravou. 

 

A relatora apontou que a autora da reclamação, Nora Rabello, “irresignada em ter sido perdedora na sua ação trabalhista” e displicente com os prazos processuais, já que não recorreu de nenhuma decisão do TRT-BA, teria optado então por ingressar com a reclamação contra a juíza. Renata Gil lembrou, ainda, a assinatura de um acordo entre Rabello e a vara sob titularidade de Andrea Schwarz, no qual ela sabia que em caso de não pagamento das dívidas trabalhistas haveria a penhora e leilão do imóvel. “Não houve nenhuma discrepância de preços, isso foi inclusive aceito pelo Tribunal Regional do Trabalho, em todas as instâncias as decisões foram confirmadas”.

 

Outros fatores que teriam convencido a relatora do PAD no CNJ da inocência da juíza foram depoimentos de colegas de Corte, como o do atual presidente do TRT-BA, desembargador Jéferson Muricy, “que categoricamente afasta qualquer responsabilidade funcional da magistrada”. 

 

“Penitenciando-me do longo tempo decorrido entre a propositura do presente procedimento e esse afastamento da magistrada”, concluiu.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Resgataram o nome de Harry Potter Envelhecido só pra ele poder desagradar todo mundo. Não teve graça pros vermelhos, pros azuis e nem pro centrão. Mas o clima de traição está mesmo no ar. É briga por candidatura de deputado, é amizade destruída pela cadeira do Senado... Como disse o Molusco, esse ano é guerra. E só a vinda do Molusco já resgatou outros nomes que estavam de pijama por aí. Mas uma outra coisa me preocupa: de onde os políticos tiraram que dançar traz voto? Porque o Carnaval nem chegou e eu já não aguento mais. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jojo Todynho

Jojo Todynho
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

"Eu não tenho pretensão política nenhuma". 

 

Disse a cantora Jojo Todynho ao comentar o cenário político atual e opinar sobre o desfecho eleitoral do país. 

Podcast

Presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Carlos Muniz é o entrevista do Projeto Prisma nesta segunda-feira (9). O programa é transmitido a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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