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Artigos

Nelson Cadena
 A mãe da gula
Foto: Acervo pessoal

A mãe da gula

Andei revisitando os sete pecados capitais, os que o Papa Gregório I publicitou, dizem que inspirado nos oito pensamentos malignos que o monge Evágrio Póntico listou no século IV do cristianismo. Não com a intenção de corrigir meus erros, levar uma vida virtuosa. Já passei dessa fase. Alguns me parecem pecados, apenas no dia seguinte. Sei que o arrependimento é um ato de generosidade do tipo não vou pecar mais, juro! Pelo menos nesta semana. Na próxima, talvez, a depender da oportunidade. 

Multimídia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
O deputado estadual Adolfo Menezes opinou sobre o uso de emendas parlamentares e a contratação de grandes atrações em cidades do interior da Bahia. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (4), o deputado afirmou ser contra o pagamento de altos valores em dinheiro em cidades pequenas. Na ocasião, ele citou como exemplo shows de cantores como Gustavo Lima e Wesley Safadão, que cobram valores superiores a R$ 1 milhão.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

renan santos

Primeira pesquisa após rejeição de Messias mostra quadro estável: Lula lidera 1º turno e Flávio aparece à frente no 2º turno
Foto: Montagem com imagens Agência Senado, Agência Brasil e redes sociais

O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira (5) a primeira pesquisa sobre a disputa presidencial após os acontecimentos da semana passada, com a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas. Os números revelam que o cenário de momento ainda não foi afetado pelas derrotas sofridas pelo governo Lula no Congresso Nacional. 

 

No cenário de primeiro turno, o presidente Lula segue liderando as intenções de voto à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A diferença entre os dois principais adversários segue no mesmo patamar revelado recentemente por outros institutos de pesquisa. 

 

Lula aparece com 40% das intenções de voto, ante 34% de Flávio. Em seguida, aparece o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 5%.

 

Confira abaixo o principal cenário da pesquisa Big Data:

 

Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34%
Ronaldo Caiado (PSD) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Renan Santos (Missão) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Branco/nulo - 6%
Não sabe/não opinou - 5%

 

Na pesquisa espontânea, Lula também segue na liderança nesta modalidade de pesquisa em que o entrevistado diz um nome sem que seja apresentada a ele alguma lista de candidatos. Nesta modalidade, Flávio segue na segunda colocação, e o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, é o terceiro nome mais citado pelos eleitores. Veja os números abaixo:

 

Lula (PT) - 31%
Flávio Bolsonaro (PL) - 24%
Jair Bolsonaro (PL) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 1%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 1%
Ciro Gomes (PSDB) - 1%
Nenhum/branco/nulo - 14%
Não sabe - 24%

 

Na rejeição, o presidente Lula lidera entre todos os outros candidatos. Confira os dados da rejeição:

 

Lula - 44%
Flávio Bolsonaro - 41%
Ciro Gomes - 5%
Romeu Zema - 4%
Ronaldo Caiado - 2%
Cabo Daciolo - 2%
Augusto Cury - 2%
Aldo Rebelo - 2%
Rui Costa Pimenta - 2%
Samara Martins - 2%
Hertz Dias - 2%
Não rejeito ninguém - 2%

 

Em relação aos cenários de segundo turno, há um empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Conforme aponta o levantamento, Flávio surge com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula.

 

Outros quatro possíveis cenários de segundo turno entre Lula e nomes da direita também foram testados. Veja a seguir os resultados:

 

Flávio 44% x 43% Lula

Lula 43% x 43% Ciro Gomes

Lula 43% x 42% Ronaldo Caiado

Lula 43 x 39% Romeu Zema

Lula 48% x 24% Renan Santos

 

Para fazer a pesquisa, o Real Time Big Data ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.
 

Na Antena 1, Renan Santos esclarece uso de cogumelos e defende distribuição no SUS: “Fiquei super produtivo”
Foto: Reprodução / Youtube

O pré-candidato à Presidência pelo partido Missão, Renan Santos, esclareceu o uso dos “cogumelos mágicos”, que foram citados em mensagens vazadas na última semana. Em entrevista ao programa Linha de Frente, da Rádio Antena 1 Salvador, nesta quinta-feira (16), o presidenciável afirmou que realizou uma “microdosagem”, visando aguçar a criatividade para escrever um artigo.

 

“A microdosagem que você citou são as pessoas que fazem o uso pra aumentar o desempenho delas, não só criativo, mas desempenho de trabalho. Eu, por exemplo, quando eu tomei, eu fiz essa microdosagem, eu precisava escrever artigos pra nossa revista e funcionou super bem, eu fiquei super produtivo, uma coisa boa pra trabalhar. Boa parte da galera, inclusive na Faria Lima, faz uso disso. Sim, eu já experimentei, e o que as pessoas não vão ver é eu dando uma de político mentiroso”, afirmou Renan Santos.

 

Segundo o pré-candidato, o uso da substância possui benefícios comprovados, principalmente, no combate à ansiedade e depressão. Durante entrevista, Renan também relembrou a situação do canabidiol, componente extraído da cannabis, e defendeu que o Sistema Único de Saúde (SUS) faça uma “utilização controlada”.

 

“Essa discussão envolve não só o uso medicinal da dapsilocibina [substância encontrada em cogumelos], mas também o canabidiol, que pode ser utilizado, por exemplo, por enfrentamento da epilepsia. Começou a ser debatido e eu acho isso legal pra caramba. Acho que eu gostaria de ver esse tipo de substância sendo usada de maneira controlada no SUS. Eu acho que são opções que a gente tem de tratamento que podem ser muito úteis pro mal que acomete especialmente os mais jovens, que é o mal da depressão e o mal da ansiedade”, defendeu Renan Santos.

 


Imagem: Reprodução / Metrópoles

 

POLÍTICA NA BAHIA
Renan Santos afirmou que foi procurado por lideranças políticas da Bahia em busca de apoio, mas disse que não pretende avançar nessas articulações neste momento. Segundo ele, houve “conversinhas”, porém sem desdobramentos. 

 

“Já teve umas conversinhas assim, mas eu não tô levando muito à frente, porque eu não acredito nesse jogo. Se eu precisar fazer esse jogo, quer dizer que o meu projeto é ruim”, declarou.

 

Renan afirmou que sua estratégia na Bahia não passa, inicialmente, por alianças políticas, mas pela difusão do próprio projeto. Ele disse que pretende percorrer o estado, repetindo o modelo adotado em outras regiões. “Eu vou chegar, vou fazer igual eu fiz, vou rodar a Bahia inteira, e eu vou bater em quem precisa e vou elogiar quem precisa elogiar”, disse.

 

O pré-candidato também indicou que não pretende fazer distinção partidária nas críticas ou elogios. “Se tiver uma boa iniciativa numa cidade no interior da Bahia de um prefeito que é do PSD, eu vou elogiar. E se eu precisar bater num cara do PSD, do PT, eu vou bater”, afirmou. De acordo com Renan, o objetivo é influenciar o debate político a partir de

 

propostas próprias e de um “sistema de valores”. Ele defendeu que eventuais apoios só devem ocorrer após outros candidatos demonstrarem alinhamento com suas ideias. “Como o meu projeto é melhor, eu quero ver, antes de tudo, candidatos a governo endossando minhas propostas”, disse.

 

O pré-candidato também citou experiências em outros estados, como o Maranhão, ao afirmar que sua atuação tem provocado reações de adversários. Apesar disso, ressaltou que não busca confronto direto. “Não quero brigar com ninguém, eu só quero falar real e apresentar nosso projeto”, concluiu.

 

Confira a entrevista completa:
 

Nova pesquisa Meio/Ideia mostra empate entre Lula e Flávio no segundo turno, mas presidente é o mais rejeitado
Fotos: Gustavo Moreno/STF, Agência Senado, Divulgação e Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apareceram praticamente empatados nas simulações de segundo turno na nova pesquisa Meio/Ideia sobre as eleições de 2026, divulgada nesta quarta-feira (8). Já no primeiro turno, Lula lidera a disputa com vantagem de apenas três pontos percentuais.

 

De acordo com a pesquisa, o presidente Lula teria 40,4% no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Os demais nomes que registraram intenções de voto foram Ronaldo Caiado (União), com 6,5%; Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), com 3%; e Aldo Rebelo (DC) com 0,6%.

 

Já nas simulações de segundo turno, os resultados são os seguintes:

 

Flávio Bolsonaro 45,8% x 45,5% Lula
Lula 45% x 39% Ronaldo Caiado
Lula 44,7% x 38,7% Romeu Zema
Lula 45% x 26,4% Renan Santos
Lula 46% x 22,6% Aldo Rebelo 

 

Na avaliação sobre a rejeição aos nomes colocados até aqui para a disputa presidencial, Lula aparece com o maior percentual na disputa ao Palácio do Planalto: 44,2% dos eleitores responderam que não votariam no líder petista “de jeito nenhum” se as eleições fossem hoje.

 

O segundo nome mais rejeitado é o do senador Flávio Bolsonaro, com 37,5% de eleitores que dizem não votar nele “de jeito nenhum”. As rejeições dos demais candidatos ficaram com o seguinte patamar: Ronaldo Caiado - 20,4%; Romeu Zema - 17,5%; Renan Santos - 16%; Aldo Rebelo - 11%; Não rejeita ninguém - 2,2%.

 

O levantamento divulgado pelo Meio/Ideia revela ainda que 51,5% dos eleitores brasileiros dizem que o presidente Lula não merece continuar no governo depois de 2026. Já 45% dos entrevistados responderam que o petista merece ter um quarto mandato. 

 

A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 3 a 7 de abril de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-00605/2026. 
 

Lula empata com Flávio Bolsonaro e vence todos os outros pré-candidatos em cenários de 2º turno, aponta Quaest
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vence todos os cenários de segundo turno testados, com exceção da disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesse caso, há empate técnico entre os dois. Os dados são da pesquisa da Genial Investimentos em parceria com a Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11).

 

Nesse cenário, Lula aparece com 41% das intenções de voto, mesmo percentual de Flávio Bolsonaro. A pesquisa registra ainda 16% de votos brancos ou nulos e 2% de eleitores indecisos.

 

Em um segundo cenário testado, Lula vence o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 42% das intenções de voto, contra 33% do adversário. Nesse caso, 22% disseram que votariam em branco ou nulo e 3% se declararam indecisos.

 

No terceiro cenário, o presidente derrota o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por 44% a 34%. Outros 19% afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% disseram estar indecisos.

 

 

 

A pesquisa também testou disputas de segundo turno entre Lula e dois outros governadores: Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. Em ambos os cenários, o petista aparece à frente com vantagem de pelo menos 12 pontos percentuais.

 

Contra Caiado, Lula teria 44% das intenções de voto, contra 32% do governador. Nesse cenário, 21% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos. Já contra Eduardo Leite, o presidente venceria por 44% a 26%.

 

O levantamento também incluiu cenários contra outros nomes. O fundador do Missão, Renan Santos, aparece com 24% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Nesse caso, 30% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos.

 

Já o ex-ministro Aldo Rebelo, pré-candidato do Democracia Cristã, registra o pior desempenho entre os testados: 23% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Nesse cenário, 30% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos.

 

 

 

 

A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

AtlasIntel: Flávio Bolsonaro aparece pela primeira vez à frente de Lula em uma simulação de segundo turno
Foto: Montagem com imagens de Ricardo Stuckert e Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para um eventual primeiro turno em todos os cenários testados, mas ficou pela primeira vez atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas simulações de segundo turno. É o que mostra a nova pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira (25). 

 

De acordo com os resultados da pesquisa, Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria 46,3% dos votos contra 46,2% de Lula num eventual segundo turno. Os números revelam um empate técnico.

 

Num cenário de embate direto em segundo turno contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de São Paulo aparece à frente de Lula, com 47,1% contra 45,9% do presidente. Tarcísio, no entanto, tem reafirmado que é candidato à reeleição e apoia Flávio na disputa pelo Planalto. Contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula marca 47,5% e ela, 44,7%.

 

Já para o primeiro turno, o presidente Lula aparece na frente nos cenários apresentados aos entrevistados. No primeiro cenário, Lula aparece com 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro (37,9%), Ronaldo Caiado (4,9%), Romeu Zema (3,9%), Renan Santos (2,9%) e Aldo Rebelo (1,1%).

 

No segundo cenário, com Ratinho Júnior no lugar de Caiado, Lula tem 45,1% e Flávio 39,5%, enquanto Zema marca 3,9%, Ratinho 3,8%, Renan 3,2% e Aldo 1,1%. No terceiro, Lula soma 45,3% e Flávio 39,1%; Zema cresce para 5,7%, Renan vai a 3,7%, Eduardo Leite aparece com 1,6% e Aldo tem 1,2%.

 

No quarto cenário, em que é colocado o nome Tarcísio de Freitas, no lugar de Flávio Bolsonaro, Lula registra 43,3% contra 36,2% governador de São Paulo; Zema tem 8,5%, Caiado 5,1%, Renan 2,5% e Aldo 0,9%. 

 

Já no quinto cenário, com Lula, Flávio e Tarcísio na mesma simulação de primeiro turno, o presidente amplia a vantagem e chega a 47,1%, seguido por Flávio (33,1%) e Tarcísio (7,4%); Caiado marca 4,1%, Renan 3,3%, Zema 1,5% e Aldo 1,4%.

 

A AtlasIntel também testou um cenário sem Lula e apresentando o nome do ministro Fernando Haddad como candidato do governo. Nesse caso, Haddad lidera com 39,1%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,1%. 

 

O levantamento da AtlasIntel foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-07600/2026. O instituto ouviu 4.986 pessoas entre 19 e 24 de fevereiro, tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.
 

Lula tem mais eleitores decididos ao seu lado, Flávio carrega a maior rejeição; Confira detalhes da pesquisa Real Time
Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui uma alta rejeição, com 48% dos brasileiros afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. A rejeição de Lula só não é maior do que a do senador Flávio Bolsonaro (PL), que chegou a 49%.

 

Os números foram apresentados na nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9). A pesquisa analisou a rejeição de oito candidatos: Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Jr (PSD), Ronaldo Caiado (PSD), Eduardo Leite (PSD), Romeu Zema (Novo), Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão).

 

A pesquisa, para avaliar o grau de votabilidade dos pré-candidatos, fez a seguinte pergunta aos entrevistados: “É meu voto, estou decidido”; “Posso votar”; “Conheço e não votaria”; “Não conheço o suficiente para opinar”. 

 

Os números apurados mostram que o presidente Lula, ao mesmo tempo em que é o candidato mais conhecido, é aquele que reúne o maior contingente de eleitores certos do seu voto. Já Flávio Bolsonaro é menos conhecido, tem menos votos certos e rejeição maior do que a do presidente.

 

Confira abaixo o resultado do grau de votabilidade aferido pelo Real Time Big Data:

 

Lula (PT)

 

É meu voto, estou decidido - 33%
Posso votar - 17%
Conheço e não votaria - 48% 
Não conheço o suficiente para opinar - 2%

 

Flávio Bolsonaro (PL)

 

É meu voto, estou decidido - 18%
Posso votar - 20%
Conheço e não votaria - 49% 
Não conheço o suficiente para opinar - 13%

 

Ratinho Jr. (PSD)

 

É meu voto, estou decidido - 5%
Posso votar - 38%
Conheço e não votaria - 35% 
Não conheço o suficiente para opinar - 22%

 

Ronaldo Caiado (PSD)

 

É meu voto, estou decidido - 3%
Posso votar - 34%
Conheço e não votaria - 38% 
Não conheço o suficiente para opinar - 25%

 

Eduardo Leite (PSD)

 

É meu voto, estou decidido - 2%
Posso votar - 32%
Conheço e não votaria - 29% 
Não conheço o suficiente para opinar - 373%

 

Romeu Zema (Novo)

 

É meu voto, estou decidido - 2%
Posso votar - 28%
Conheço e não votaria - 34% 
Não conheço o suficiente para opinar - 36%

 

Aldo Rebelo (DC)

 

É meu voto, estou decidido - 1%
Posso votar - 21%
Conheço e não votaria - 36% 
Não conheço o suficiente para opinar - 42%

 

Renan Santos (Missão)

 

É meu voto, estou decidido - 1%
Posso votar - 21%
Conheço e não votaria - 28% 
Não conheço o suficiente para opinar - 58%

 

A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06428/2026.
 

Real Time mostra Lula consolidado na frente de Flávio Bolsonaro; Ratinho Jr. é melhor dos nomes do PSD
Foto: redes sociais / Governo do Paraná/ Ricardo Stuckert

A mais nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9), mostra uma liderança mais folgada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre seus adversários do que outros levantamentos recentes. A pesquisa elaborou três cenários, só modificando o nome dos eventuais candidatos do PSD. 

 

Em todos os cenários, inclusive no espontâneo (em que os entrevistados respondem sem a apresentação de listas com nomes), Lula lidera acima da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais. O adversário mais forte do atual presidente, assim como já mostrado em outras sondagens, é o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

 

Entre os três nomes do PSD colocados nos cenários - Ratinho Jr., Ronaldo Caiado e Eduardo Leite -, o que apresentou melhor resultado foi o governador do Paraná.

 

Confira abaixo os resultados do cenário espontâneo e dos três simulados apresentados aos entrevistados da Real Time Big Data:

 

Resposta espontânea

 

Lula (PT) - 28%
Flávio Bolsonaro (PL) - 14%
Jair Bolsonaro (PL) - 6%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 2%
Ratinho Jr. (PSD) - 2%
Ciro Gomes (PSDB) - 1%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Outros - 1%
Nenhum/branco/nulo - 14%
Não sabe - 31%

 

Cenário 1

 

Lula (PT) - 39%
Flávio Bolsonaro (PL) - 30%
Ratinho Jr. (PSD) - 10%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Aldo Rebelo (DC) - 2%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%

 

Cenário 2

 

Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Eduardo Leite (PSD) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Aldo Rebelo (DC) - 3%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%

 

Cenário 3

 

Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Ronaldo Caiado (PSD) - 6%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Aldo Rebelo (DC) - 2%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%

 

A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06428/2026.
 

TJ-SP condena pré-candidato do MBL à Presidência a indenizar Djamila Ribeiro por ofensas e associação ao crime organizado

A 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou o pré-candidato à Presidência da República Renan dos Santos, um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), a indenizar em R$ 30 mil a escritora, filósofa e ativista Djamila Ribeiro, após ofensas feitas contra ela na rede social X, antigo Twitter.

 

Por decisão unânime, os desembargadores reformaram a sentença de primeira instância e reconheceram que as mensagens extrapolaram os limites da liberdade de expressão, configurando violação à honra e à imagem da autora. A defesa de Djamila foi feita pelo advogado Fábio Leme.

 

“As pessoas não podem sair por aí falando o que querem sobre as outras pessoas. Eu lutei muito para chegar aos lugares a que cheguei. Se as pessoas não gostam do debate que eu trago, rebatam no campo das ideias”, afirmou Djamila, em vídeo publicado em seu Instagram.

 

Renan dos Santos havia publicado que um texto de Djamila seria “uma das coisas mais burras já escritas em língua portuguesa”, chamando-a de “jeca” e afirmando que “sua agenda é a mesma do crime organizado”.

 

A relatora do caso, desembargadora Lucília Alcione Prata, destacou que a liberdade de expressão não é um direito absoluto e encontra limites nos direitos da personalidade e na dignidade da pessoa humana.

 

O acórdão também determinou que o caso fosse analisado sob a perspectiva de gênero e racial, conforme protocolos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ressaltando que o uso do termo “jeca” carrega carga simbólica pejorativa e, quando dirigido a uma mulher negra e intelectual, reforça estigmas históricos de inferiorização.

Volta a circular vídeo em que presidente do Missão diz que Jair Bolsonaro é corrupto e Flávio "tem que morrer"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Voltou a viralizar nas redes sociais nesta reta final do mês de janeiro um vídeo gravado em dezembro do ano passado pelo presidente do Missão, o pré-candidato a presidente Renan Santos, com diversos ataques ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), chega a dizer no vídeo que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “tem que morrer”. 

 

No vídeo, Renan Santos acusa o senador e pré-candidato a presidente de corrupção e traição ao movimento. O presidente do Missão afirma que a atuação de Flávio Bolsonaro teria enfraquecido pautas defendidas pelo MBL e favorecido a defesa do Supremo Tribunal Federal.

 

“Flávio Bolsonaro é um ladrão. Nossa função histórica (do MBL) não é só acabar com a roubalheira e com a esquerda. O traíra tem de morrer. O traíra é Flávio Bolsonaro, ele precisa ser destruído. Eu vou acabar com a raça do Flávio Bolsonaro”, disse Renan Santos.

 

Em outro trecho do vídeo, o fundador do MBL amplia as críticas a Flávio e estende as agressões ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

“Não há Lava Jato. As ruas foram tomadas pelo culto ao bolsonarismo. Tudo foi entregue ao Supremo Tribunal Federal porque o Flávio Bolsonaro é corrupto, ladrão, vendilhão e fraco. O pai dele, outro fraco, para protegê-lo, entregou tudo ao STF”, afirmou.

 

As falas de Renan Santos foram rebatidas nas redes sociais por diversos políticos e influenciadores de direita. O ex-vereador por São Paulo, Fernando Holiday, que foi fundador do MBL junto com Renan, repudiou os comentários do presidente do partido Missão, e denunciou o ex-parceiro de movimento ao Ministério Público de São Paulo.

 

Holiday, que atualmente está no PL, em ofício ao Ministério Público, afirma que Renan Santos atentou contra a vida de Flávio Bolsonaro, e pede que, “diante da gravidade do conteúdo”, sejam abertas investigações. “Nada vai nos impedir de mudar esse país”, diz o ex-vereador em postagem na rede X.
 

Sandro Filho se posiciona sobre expulsão do MBL e alega perseguição: “Articulação de pessoas ruins”
Foto: Antonio Queirós / CMS

O vereador Sandro Filho (PP) se posicionou oficialmente sobre sua expulsão do Movimento Brasil Livre (MBL) em nota oficial publicada na noite desta terça-feira (11). No pronunciamento, o edil alega ser vítima de perseguição e afirmou que o MBL decidiu pela sua expulsão para “não marcar de maneira ruim” o movimento após ele ser acusado de indicar sua esposa, Mariana Silva Vasques, para um cargo na prefeitura de Salvador.

 

Segundo o vereador, as acusações se deram por “articulações de pessoas ruins” e que teriam o objetivo de lhe prejudicar.

 

“A decisão do movimento de me afastar se deu a partir de acusações sobre minha conduta no mandato. Apesar do meu posicionamento em reafirmar que as acusações que circulam são falsas e têm o objetivo de manchar a minha imagem, o MBL entendeu que tudo isso poderia marcar, de maneira ruim, a história do movimento. Reafirmo que existe uma articulação de pessoas ruins com o objetivo de me prejudicar. Bati em muita gente grande, e eles fabricaram tudo, mesmo que baseado em suposições. No entanto, nesse cenário, entendo perfeitamente a posição do MBL”, diz um trecho da nota de Sandro Filho.

 

Confira a nota completa:

 

Mais cedo, o fundador do MBL, Renan Santos, anunciou a expulsão de Sandro Filho após uma apuração interna identificar que ele sócio de um homem envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro. O dirigente informou que a investigação começou após receber uma denúncia de que Sandro teria indicado sua esposa, Mariana Silva Vasques, para um cargo na prefeitura.

 

Na live, Renan Santos afirmou que recebeu a denúncia na semana passada e, por conta da ausência de provas, o próprio MBL teria iniciado uma investigação para averiguar a conduta do vereador. O fundador do movimento ressaltou que a indicação “não seria ilegal”, mas que fere as diretrizes do MBL.

 

“Nós não tínhamos prova nenhuma sobre isso, só que, de fato, o Sandro estava apresentando uma mudança no estilo de vida dele, a gente resolveu fazer a nossa checagem”, disse Renan.

Fundador do MBL anuncia expulsão de Sandro Filho e acusa vereador de ser sócio de homem envolvido com lavagem de dinheiro
Foto: Antonio Queirós / CMS

O fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, anunciou que o vereador Sandro Filho (PP) foi expulso do MBL após uma apuração interna identificar que ele sócio de um homem envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro. A expulsão foi divulgada nesta terça-feira (11), em transmissão ao vivo no YouTube. O dirigente informou que a investigação começou após receber uma denúncia de que Sandro teria indicado sua esposa, Mariana Silva Vasques, para um cargo na prefeitura.

 

Na live, Renan Santos afirmou que recebeu a denúncia na semana passada e, por conta da ausência de provas, o próprio MBL teria iniciado uma investigação para averiguar a conduta do vereador. O fundador do movimento ressaltou que a indicação “não seria ilegal”, mas que fere as diretrizes do MBL.

 

“Nós não tínhamos prova nenhuma sobre isso, só que, de fato, o Sandro estava apresentando uma mudança no estilo de vida dele, a gente resolveu fazer a nossa checagem”, disse Renan.

 

Renan Santos também mostrou que Mariana é sócia de João Paulo Andrade de Lisboa Brito em um bar localizado no Rio Vermelho. Segundo o dirigente, João já ocupou cargos na Câmara Municipal de Salvador (CMS) no gabinete do ex-vereador Sandro Bahiense (PP) e estaria envolvido em esquemas de lavagem de dinheiro.


Sandro Filho, Mariana e João Paulo Andrade de Lisboa Brito | Foto: Instagram


Quadro de sócios do bar no Rio Vermelho | Foto: Reprodução

 

Citando uma reportagem do Bahia Notícias, Renan relembrou que Sandro Bahiense já foi investigado por suposto abuso de poder econômico durante a campanha eleitoral de 2022. Segundo a reportagem, o ex-vereador, o então candidato a deputado estadual "supostamente repassou um pacote contendo santinhos e uma quantia em espécie a um encarregado de segurança do Salvador Shopping no dia 30 de setembro de 2022, para ser distribuídos em envelopes individuais com um santinho e R$ 50 cada".

 

Ainda na transmissão, Renan afirmou que não pode provar que Sandro Filho recebeu “dinheiro sujo”, mas defendeu que “um membro do MBL não pode se envolver com pessoas ligadas à corrupção”. 

 

“Não tenho nenhuma prova de que Sandro é corrupto, mas isso não serve para o MBL. Nós não vamos construir um movimento que quer superar o centrão fazendo isso. O mandato dele é claramente inferior a outros vereadores nossos, pessoal lá fala que ele só bate no Jerônimo [Rodrigues]”, afirmou Renan.

 

 

O MBL na Bahia vive um momento de cisão após o então chefe de gabinete de Sandro Filho e coordenador do movimento no estado, Andrei Castro, divulgar que estava deixando o MBL e a equipe do vereador por “divergências ideológicas” com o edil. A saída foi comunicada no domingo (9), em publicação nas redes sociais.

 

“Eu pedi ontem minha exoneração do gabinete. Por que eu pedi minha exoneração? Por dois motivos: discordâncias ideológicas com Sandro Filho e discordâncias na condução do pessoal e da gestão financeira do gabinete (...). A partir do momento que não me sinto seguindo o que me propus a fazer quando entrei no MBL, não tem mais como permanecer mais como chefe de gabinete. Ele é o vereador, as decisões são dele”, disse Andrei.

“Missão”: TSE aprova criação de partido vinculado ao MBL
Foto: Reprodução / Redes sociais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o pedido de criação do Partido Missão (Missão), vinculado ao Movimento Brasil Livre (MBL), movimento fundado por Renan Santos e Kim Kataguiri, em 2014. Em decisão unânime nesta terça-feira (4), o Missão passará a integrar o quadro partidário brasileiro com o número 14. 

 

Os ministros Isabel Galotti, Antonio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha, Nunes Marques e Cármen Lúcia seguiram o voto do relator, André Mendonça, pela aprovação da nova sigla. 

 

O ministro André Mendonça, relator do pedido de criação da legenda, lembrou que a Constiuição garante a formação partidária e apontou que todos os documentos e requisitos exigidos pela Justiça Eleitoral foram apresentados pela agremiação. 

 

No processo, o partido, que pretende lançar candidato próprio à presidência da República em 2026, apresentou 577.999 apoios válidos, cerca de 77 mil assinaturas a mais que número superior ao mínimo exigido, de 500 mil. O partido também comprovou a constituição de diretórios estaduais em pelo menos nove unidades da Federação e apresentou um estatuto próprio, outros requisitos da legislação eleitoral.

 

O estatuto do partido define princípios liberais e inclui propostas como responsabilidade fiscal, combate à corrupção, endurecimento das leis penais e industrialização do Nordeste. Com uma onça como símbolo, as lideranças do partido já anunciaram a intenção de lançar um candidato à presidência em 2026.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Entre a cama de gato que armaram para o Molusco no Senado e recados ao pé do ouvido, o Galego virou protagonista de crise e emendou missão internacional com timing cirúrgico. No meio de tudo isso, o Correria ainda prefere título do passado, enquanto o Pernambucano vem tentando captar os “sinais”. Teve ainda o sincericídio de Elmato e o Mauricinho da Terceira Idade que já trocou a disputa pelo doce sossego do céu de brigadeiro do TCM. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jaques Wagner

Jaques Wagner
Foto: Bahia Notícias

"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso". 

 

Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.

Podcast

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (4). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias. 

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