Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
/
Tag

Artigos

Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
O candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, afirmou que a legenda tem ampliado a participação feminina nas disputas majoritárias, mas é necessário que "as mulheres decidam" disputar um lugar na majoritária. A declaração ocorreu durante entrevista à série especial “Vota BN”, do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, com Fernando Duarte. Para ele, a escolha precisa partir das próprias integrantes do partido.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

renan santos

Lula abre sete pontos sobre Flávio Bolsonaro no cenário de segundo turno, revela pesquisa CNT
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil / Jefferson Rudy/Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu 10 pontos percentuais sobre seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), nas simulações de primeiro turno, e se distanciou 7,3% do seu oponente no cenário de segundo turno. Foi o que revelou a 170ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião, divulgada nesta terça-feira (15) pela Confederação Nacional do Transporte, em parceria com o Instituto MDA.

 

Na simulação de disputa em primeiro turno, o presidente Lula registra 40,6% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 30,4%. Em seguida, aparece Augusto Cury (Avante) aparece com 6%, Ronaldo Caiado, do PSD, com 3%, e Renan Santos, do Missão, com 2,7%. Os demais candidatos registram menos de 2%. 

 

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, Lula tem 47,3%, ante 40% de Flávio. A diferença entre os dois é de 7,3 pontos percentuais. 

 

A pesquisa CNT divulgada no mês de agosto mostrava uma distância de nove pontos entre Lula e Flávio. Na simulação atual, brancos e nulos somam 10,2%, e 2,5% estão indecisos. 

 

Na pesquisa espontânea, o presidente Lula registra 36,6% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 26,7%. Os indecisos somam 20,8%. 

 

A avaliação negativa do governo federal é de 39,4%, enquanto a positiva registra 33,8%. Outros 25,4% consideram o governo regular. 

 

Outro recorde da pesquisa da CNT revela que, na avaliação pessoal do presidente Lula, 49,7% desaprovam o desempenho dele, enquanto 45,9% aprovam.

 

O levantamento mostra que 79,8% dos eleitores que indicaram um candidato consideram a decisão definitiva, enquanto 20,2% dizem que ainda podem mudar de escolha. Em agosto, 71,2% afirmavam que a decisão era definitiva. 

 

As respostas dos entrevistados revelam ainda que para 35,5%, o maior receio é a volta de alguém da família Bolsonaro ao governo. Outros 34,7% apontam que seu maior medo é a continuidade do governo Lula. 

 

A 170ª rodada foi realizada pelo Instituto MDA Pesquisa entre 9 e 13 de setembro de 2026, com 2.002 entrevistas em todas as regiões do país. A coleta foi feita de forma presencial, em domicílios e pontos de fluxo. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06902/2026.
 

Candidato à Presidência, Renan Santos estuda vinda à Bahia para fortalecer candidaturas do grupo; saiba possível data
Foto: Reprodução/ Redes sociais

A equipe do candidato à Presidência da República Renan Santos estuda, junto com representantes da sigla no estado, vir à Bahia para uma agenda eleitoral no fim da campanha.

 

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias com interlocutores do grupo, a equipe do candidato ao Planalto estuda que a visita ocorra nos últimos 10 dias da corrida eleitoral, ou seja, entre 23 de setembro e 3 de outubro.

 

Ainda de acordo com o que foi apurado, a vinda dele deve ser para a capital baiana, Salvador, mas também existe a possibilidade, mesmo que remota, de o candidato ir ao Oeste Baiano, para a cidade de Luís Eduardo Magalhães.

 

Além do fortalecimento da própria candidatura, Renan também estaria na Bahia para reforçar as candidaturas do grupo no estado, principalmente o nome de Quécia Reis, vista pela cúpula nacional como um dos nomes fortes do grupo fora de São Paulo. 

Renan Santos diz que caso "Dark Horse" não mudará voto em Flávio Bolsonaro porque "brasileiro gosta de bandido"
Foto: Reprodução TV Globo

Renan Santos, candidato do partido Missão à presidência, disse acreditar que novas revelações sobre o filme “Dark Horse” não farão o eleitor do senador Flávio Bolsonaro mudar seu voto. Renan postou um vídeo em suas redes sociais nesta quinta-feira (10) para comentar a operação autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o deputado Mário Frias (PL-SP) e outras pessoas envolvidas com possível uso de dinheiro público para financiar o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

 

“É óbvio que houve roubalheira no caso Dark Horse, é óbvio que havendo justiça no país, e eu não estou dizendo que haverá, alguns serão presos, e isso vai incluir membros da família do próprio Flávio, e é óbvio que o eleitor do Flávio não liga. Isso não vai mudar nada. O eleitor que vota no Flávio vai olhar isso e falar, dane-se”, afirmou o candidato. 

 

Para Renan Santos, o eleitor do Flávio Bolsonaro já superou denúncias como a das rachadinhas na época em que ele era deputado estadual, já aturou informações sobre a relação do senador com o advogado Willer Tomaz, envolvido no escândalo do INSS, além de outros casos, como compra de mansão com financiamento abaixo dos juros de mercado pelo BRB. 

 

“Eles já aturaram de tudo. Agora vem o escândalo Dark Horse, mas esse pessoal não tem salvação. A desculpa que se usa agora é ´melhor ele do que a turma do Lula´, mas eles estão nos mesmos escândalos, e no primeiro turno o eleitor pode votar em outra pessoa”, afirmou o candidato do Missão. 

 

Ainda no seu vídeo, Renan Santos disse acreditar que a população brasileira “gosta de bandido”, citando, além das denúncias sobre Flávio Bolsonaro, o alto número de seguidores de pessoas como as influenciadoras Virgínia e Deolane Bezerra. 

 

“É muito difícil pegar um eleitor que ama bandido e fala para ele não amar o seu bandido porque ele é bandido. E nem que as pessoas amam o Flávio, elas amam o Jair, e vão se juntando ao Flávio por conveniência”, explicou o candidato do Missão. 
 

Flávio chega a 47% no 2º turno e abre dois pontos de vantagem para Lula, que perde também de Augusto Cury
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Agência Senado e redes sociais

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) subiu dois pontos desde o começo de setembro e chegou a 47% em uma simulação de disputa de segundo turno, à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está com 45%. Esse cenário foi revelado nesta quinta-feira (10) pela pesquisa PoderData/Aya, do site Poder360. 

 

A pesquisa fez outras duas simulações de disputas em segundo turno, e o presidente Lula também perde no confronto com o escritor Augusto Cury (Avante). Confira abaixo as simulações:

 

Flávio Bolsonaro (PL) 47% 45% Lula (PT)

Augusto Cury (Avante) 44% x 43% Lula (PT)

Flávio Bolsonaro (PL) 43% x 36% Augusto Cury (Avante)

 

Na simulação de primeiro turno da pesquisa PoderData/Aya, o presidente Lula tem 38% das intenções de voto, contra 36% de Flávio. Como a margem de erro é de 1,8 ponto porcentual, eles estão tecnicamente empatados.

 

Veja o resultado completo do primeiro turno:

 

Lula (PT) - 38%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36%
Augusto Cury (Avante) - 10%
Renan Santos (Missão) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 2%
Pablo Marçal (PRTB) - 2%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 1%
Hertz Dias (PSTU) - 1%
Edmilson Costa (PCB) - 1%
Clariana Barão (DC) - 0%
Samara Martins (UP) - 0%
Wilson Grassi (Democrata) - 0%
Branco/nulo - 3%
Não sabe - 1%

 

Em outro recorte, a pesquisa apurou que a rejeição ao presidente Lula chegou a 50% de pessoas que dizem que não votariam nele “de jeito nenhum”. Já Flávio Bolsonaro tem 45% de eleitores que o rejeitam. 

 

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 6 a 9 de setembro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. 

 

Foram três mil entrevistas em 623 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-04914/2026.
 

BTG/Nexus: Lula cai, Flávio Bolsonaro sobe e passa a liderar nos cenários de segundo turno
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

A mais nova rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira (8), mostra que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) subiu um ponto desde o último levantamento na simulação de segundo turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caiu um ponto no mesmo período. Com essa movimentação, Flávio passou a liderar a disputa no segundo turno, vencendo Lula por 46% a 45%.

 

O resultado mostra uma inversão na liderança nos cenários de primeiro turno, já que, na pesquisa anterior, era Lula quem vencia Flávio Bolsonaro por 46% a 45%. Mas como o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, a situação segue considerada como empate técnico. 

 

Também no cenário de primeiro turno o presidente Lula caiu um ponto, embora siga liderando com boa distância do senador Flávio Bolsonaro. A pesquisa BTG/Nexus consolida ainda o crescimento do candidato Augusto Cury, como outras sondagens de diferentes institutos já constataram.

 

Confira abaixo a simulação de primeiro turno do BTG/Nexus, com e sem o candidato Pablo Marçal, que tem sua candidatura sub judice. 

 

Cenário 1

 

Lula (PT): 38% (eram 39% em 31 de agosto)
Flávio Bolsonaro (PL): 35% (eram 33%)
Augusto Cury (Avante): 9% (eram 11%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 5%)
Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
Romeu Zema (Novo): 1% (era 1%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 0%)
Nenhum/Branco/Nulo: 3%
Não sabe/Não respondeu: 2%

 

Cenário 2 (com Pablo Marçal, que está inelegível)

 

Lula (PT): 39% (eram 37%)
Flávio Bolsonaro (PL): 34% (eram 31%)
Augusto Cury (Avante): 9% (eram 11%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 6%)
Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
Pablo Marçal (PRTB): 3% (eram 3%) (inelegível)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Nenhum/Branco/Nulo: 3% (eram 3%)
Não sabe/Não respondeu: 1% (eram 2%)

 

Veja abaixo o resultado da pesquisa espontânea, sem a apresentação de uma lista de nomes ao entrevistado:

 

Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 31%
Augusto Cury (Avante): 6%
Renan Santos (Missão): 4%
Ronaldo Caiado (PSD): 2%
Romeu Zema (Novo): 1%
Outros: 1%
Nenhum/Branco/Nulo: 6%
Não sabe/Não respondeu: 11%

 

Nas simulações de segundo turno, a pesquisa BTG/Nexus traçou cinco cenários, todos eles com Lula contra outros candidatos. Confira abaixo os resultados:

 

Flávio 46% x 45% Lula

Augusto Cury 45% x 43% Lula

Lula 46% x 43% Ronaldo Caiado

Lula 47% x 40% Romeu Zema

Lula 47% x 39% Renan Santos

 

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.000 eleitores, por telefone, entre 4 e 7 de setembro. O levantamento, contratado pelo banco BTG Pactual, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-0690/2026.
 

Renan Santos realiza ato no Ibirapuera e pede a prisão de ministros do STF
Foto: Divulgação / Reuters

Na manhã desta segunda-feira (7), Renan Santos, candidato à presidência pelo partido Missão, liderou um protesto no Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo. O evento teve como foco manifestação a favor da prisão e afastamento dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), além do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

 

O ato foi uma resposta às recentes revelações sobre as ligações de autoridades com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master. Renan criticou a elite política, acusando-a de ser responsável pela deterioração do país e de se conformar com a corrupção e a violência.

 

Durante seu discurso, o candidato afirmou que tanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto Flávio Bolsonaro (PL) não oferecem soluções viáveis para os problemas do Brasil. Ele descreveu Lula como um potencial governante autoritário de esquerda e Bolsonaro como parte de uma "oligarquia corrupta".

 

O candidato lançou o "Manifesto pelo Futuro da Nação", um documento que considera o debate político atual uma "farsa" e argumentou que não existe polarização ideológica, mas sim uma aliança entre a direita e a esquerda, ambas dominadas por interesses escusos.

 

O manifesto apresenta quatro exigências principais: a prisão imediata de Toffoli e Moraes, o afastamento de Andrei Rodrigues da PF, a demissão de Paulo Gonet da Procuradoria-Geral da República e a continuidade das investigações do caso Master sob a supervisão do ministro André Mendonça.

 

Além disso, o texto pede a realização de mandados de busca e apreensão em locais relacionados ao escândalo, incluindo o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, e o Resort Tayayá, no Paraná.

 

O deputado federal Kim Kataguiri, presente no evento, reforçou a necessidade de compromisso dos demais candidatos em nomear ministros do STF que atuem com independência. Ele criticou a omissão de outros concorrentes em relação ao escândalo financeiro, afirmando que apenas o partido Missão tem a coragem de exigir a prisão de Moraes.

Ministro Dias Toffoli libera propaganda digital e participação em debates de Renan Santos
Fotos: Reprodução / Redes Sociais / Agencia Brasil

O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou a campanha eleitoral do coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL) em decisão nesta terça-feira (1º), Renan Santos (Missão), à Presidência da República. Ele havia tido a candidatura suspensa nesta segunda-feira (31).

 

O magistrado também assegurou o direito de Renan Santos participar de debates transmitidos por rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além de liberar o repasse e a movimentação de recursos do Fundo Eleitoral para o financiamento das atividades de campanha.

 

No despacho, Toffoli determinou que as provedoras de redes sociais restabeleçam o funcionamento das páginas e perfis do candidato. A decisão manteve, contudo, a restrição para que as plataformas não utilizem sistemas de recomendação automática nos conteúdos do postulante, além de exigir a guarda cautelar dos registros de acesso.

 

Em caso de descumprimento da ordem de reativação, o TSE fixou multa diária no valor de R$ 10 mil por hora e por perfil afetado. Na época, o candidato do Missão estava com compromissos de agenda política no estado de São Paulo e recebeu a decisão com profunda insatisfação.

Renan Santos aciona TSE contra suspensão de campanha e alega falta de isonomia
Foto: Reprodução / Redes sociais

O candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, e seu vice, Aroldo Medina, ingressaram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com mandado de segurança, com pedido de liminar, contra a decisão do ministro Dias Toffoli que suspendeu, nesta segunda-feira (31), parte da campanha da chapa, incluindo propaganda digital, repasses do Fundo Eleitoral e participação em debates, entrevistas e sabatinas.

 

A defesa afirma que as medidas foram tomadas de ofício, sem contraditório, por suposto atraso na comunicação das redes sociais à Justiça Eleitoral. Os advogados consideram a punição desproporcional e destacam que a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) havia se manifestado pelo deferimento dos registros de Renan e Aroldo.

 

A ação pede a suspensão das medidas e cita Lula, Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado, que também teriam informado redes sociais após o pedido de registro, para sustentar que houve falta de isonomia na punição ao Missão.

 

Além de barrar propaganda e debates, Toffoli também determinou a suspensão de perfis e impôs multas. Renan, segundo a defesa, já foi impedido de participar de uma entrevista à revista Veja e seria afetado por outra na Jovem Pan marcada para amanhã.

Pesquisa Real Time confirma crescimento de Augusto Cury, com Lula na liderança e Flávio em segundo
Foto: Montagem com reprodução TV Band e agências Brasil e Senado

Assim como já havia sido constatado em outras pesquisas, o novo levantamento do Instituto Real Time Big Data confirmou o crescimento do escritor Augusto Cury (Avante) e sua consolidação como terceiro melhor colocado na disputa presidencial. A pesquisa fez duas simulações de primeiro turno, e Cury alcança 10% com a presença do candidato Pablo Marçal (PRTB) e 11% sem ele na lista.

 

Segundo o Real Time Big Data, na simulação com a presença de Pablo Marçal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa com 38% das intenções de voto. Em seguida, aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 29%, e na sequência o escritor Augusto Cury, com 10%.

 

Confira abaixo como ficou a distribuição das intenções de voto entre os candidatos:

 

Lula (PT) - 38%
Flávio Bolsonaro (PL) - 29%
Augusto Cury (Avante) - 10%
Renan Santos (Missão) - 6%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4%
Pablo Marçal (PRTB) - 3%
Romeu Zema (Novo) - 2%
Outros candidatos - 2%
Nulo/branco - 3%
Não sabe/não respondeu - 3%

 

Em um segundo cenário testado pelo instituto Big Data, sem a presença do nome de Pablo Marçal, o presidente Lula se mantém com 38%, mas Flávio Bolsonaro aumenta um ponto e chega a 30%. Augusto Cury também melhora seu patamar total, chegando a 11%. 

 

Veja abaixo como ficou a segunda simulação de primeiro turno, sem o nome de Marçal:

 

Lula - 38%
Flávio Bolsonaro - 30%
Augusto Cury - 11%
Renan Santos - 7%
Ronaldo Caiado - 4%
Romeu Zema - 2%
Outros candidatos - 2%
Brancos/nulos - 3%
Não sabe/não respondeu - 3%

 

Já na simulação feita pelo instituto para a principal disputa de segundo turno, há um cenário de equilíbrio. A pesquisa Big Data constatou um empate entre Lula e Flávio Bolsonaro, com ambos registrando 44% das intenções de voto. Os eleitores que declaram voto nulo ou em branco somam 9%, enquanto 3% afirmam que não sabem ou preferem não responder.

 

O Instituto Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores entre os dias 27 e 31 de agosto em todo o território nacional. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03490/2026.
 

Flávio Bolsonaro critica Toffoli e fala em censura após suspensão de campanha de Renan Santos
Foto: Charles Vieira

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou, nesta segunda-feira (31), a decisão do ministro Dias Toffoli, do STF e do TSE, que suspendeu a campanha de Renan Santos, do Missão. O senador afirmou esperar que a candidatura seja restabelecida.

 

“Espero que o candidato Renan Santos restabeleça sua candidatura. O Presidente Jair Bolsonaro está com suas redes sociais bloqueadas há mais de um ano e a censura não pode mais ser banalizada no Brasil!”, escreveu Flávio na rede social X.

 

CONFIRA:

 

A decisão de Toffoli ocorreu após a identificação de um perfil no Instagram usado pela campanha que não teria sido informado à Justiça Eleitoral dentro do prazo. Além da suspensão da propaganda, o ministro determinou o bloqueio de repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e proibiu a participação da chapa em debates.

TSE suspende candidatura de Renan Santos à Presidência; campanha convoca coletiva
Foto: Reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, nesta segunda-feira (31), a candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República.

 

A decisão foi confirmada ao Bahia Notícias por Ricardo Almeida, porta-voz e coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL). Ele também anunciou que Renan deve convocar uma coletiva para as 17h desta segunda-feira (31) para falar sobre a decisão.

 

A suspensão atinge atos de campanha na internet, repasses de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a participação do candidato em debates.

 

Segundo o ministro Dias Toffoli, relator do processo, a suspensão da candidatura de Renan aconteceu por falta de registro de endereços de sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens usados na campanha. A regra também prevê que perfis já existentes sejam informados no momento do registro e que novas contas sejam comunicadas em até 24 horas após a criação.

Renan Santos cita Palmeiras e Flamengo como exemplos para economia do Brasil se "salvar da quebradeira”
Foto: Reprodução / TV Globo

O futebol brasileiro entrou no debate sobre as contas públicas do país. Candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos citou Palmeiras e Flamengo como exemplos de gestão financeira que, segundo ele, deveriam ser seguidos pelo Brasil. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (26), durante sabatina realizada pela TV Globo.

 

A comparação surgiu quando Renan foi questionado pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli sobre suas propostas para conter o crescimento da dívida pública. O candidato defendeu uma combinação de corte de gastos e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

 

Para explicar a proposta de maneira mais simples, Renan recorreu ao futebol e colocou Palmeiras e Flamengo como exemplos positivos de reorganização financeira.

 

"As medidas que Palmeiras e Flamengo adotaram para salvar esses times da quebradeira têm que ser adotadas para o Brasil sobreviver", explicou.

 

Na sequência, Renan fez o contraponto utilizando outros clubes brasileiros. O candidato citou São Paulo, Corinthians e Vasco como exemplos de equipes que, na avaliação dele, não fizeram os ajustes necessários e acabaram acumulando problemas financeiros.

 

A presença do futebol na resposta ganhou um momento inusitado. Ao mencionar Palmeiras e Flamengo, Renan lembrou que a própria Globo transmitiria, posteriormente, o confronto entre Palmeiras e Santos pela Copa do Brasil.

 

"E já, já tem jogo do Palmeiras aqui na Globo, continue assistindo", brincou.

 

 

Renan defendeu ainda mudanças na estrutura dos gastos públicos e uma nova reforma da Previdência. Segundo o candidato, o objetivo seria economizar R$ 1,1 trilhão em cinco anos com um conjunto de reformas e desacelerar o crescimento da dívida.

 

A participação aconteceu dentro da série de sabatinas da Globo com candidatos à Presidência da República. Renan foi o terceiro entrevistado, depois de Romeu Zema e Ronaldo Caiado.

Kataguiri apresenta projeto para punir candidatos que faltarem a debates eleitorais no rádio e na televisão
Foto: Reprodução Youtube Band

Um dia depois da realização do debate da TV Bandeirantes, na noite do último domingo (23), que contou com a presença de apenas três dos seis presidenciáveis convidados, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) apresentou um projeto de lei para tornar obrigatório o comparecimento de candidatos a cargos majoritários. O projeto obriga candidatos a cargos majoritários a participarem de debates eleitorais transmitidos por emissoras de rádio e televisão, sob pena de punições a quem faltar sem apresentar justificativa.

 

No debate realizado pela Band, participaram apenas os candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-governador Romeu Zema (Novo) decidiram não comparecer.

 

O texto do projeto de lei 5.147/2026 afirma que a obrigação de comparecimento aos debates alcançaria candidatos de partidos com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional. Pela legislação eleitoral, esses candidatos possuem participação assegurada em debates pela legislação eleitoral.

 

Kim Kataguiri também colocou em seu projeto que o candidato precisaria ser convidado pela emissora com pelo menos 72 horas de antecedência. A ausência seria permitida mediante justificativa fundamentada, e sem explicações convincentes, seriam aplicadas as punições previstas no projeto.

 

O projeto altera o artigo 46 da Lei das Eleições, que estabelece regras para a realização de debates no rádio e na televisão. A proposta acrescenta dispositivos para tornar obrigatório o comparecimento de candidatos, e uma das sanções previstas para a recusa em participar é a redução de 15% do tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para cada debate ao qual o candidato deixar de comparecer sem justificativa.

 

Outro ponto da proposta é a redução de 15% nos valores correspondentes ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e ao Fundo Partidário destinados à legenda a cada ausência injustificada pelo candidato a cargos majoritários.

Janja acusa Renan Santos de misoginia contra ela no debate; Candidato do Missão chama ela de "rainha louca"
Foto: Reprodução Redes Sociais e Agência Brasil

A primeira-dama Janja e o candidato a presidente Renan Santos, do partido Missão, trocaram acusações nesse começo de semana após o debate presidencial realizado no último domingo (23) pela TV Bandeirantes. Enquanto Janja repudiou falas de Renan Santos direcionadas a ela, classificando-as de  pessoais, depreciativas e misóginas, o candidato do Missão rebateu, contestou as acusações e disse que fez uma crítica política a uma figura pública.

 

Durante o debate na Band, Renan Santos criticou a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e citou a primeira-dama:

 

“O Lula, coitado, tem que ficar lá com aquela Janja. Era mais fácil ter vindo no debate, ele ia ter companhias melhores”, disse o candidato. Posteriormente, Renan declarou: “Ou está bêbado ou está com a Janja. Melhor ficar bêbado nessas horas, né, presidente?”

 

Em nota enviada à Band, a primeira-dama acusou o candidato do Missão de misoginia e defendeu que situações como essa não podem ser normalizadas. Ainda na nota, ela afirma que episódios como esse não seriam casos isolados, ao mencionar que o político já esteve envolvido em declarações de violência contra mulheres.

 

“Insinuar que a companhia da esposa de outro presidenciável seria motivo de 'pena' está longe de ser uma crítica política. É mais uma maneira de deslegitimar e ridicularizar a figura da mulher, como ferramenta de misoginia para atacar um adversário político”, diz um trecho da nota de Janja.

 

Já o candidato Renan Santos publicou um vídeo em suas redes sociais dizendo ser um pronunciamento oficial em resposta ao que chamou de “ataque” de Janja. Renan Santos afirmou que, em uma democracia, “não deve ser errado apontar que pessoas assim são ruins, sejam elas homens ou mulheres”. 

 

O candidato também acusou a primeira-dama de agir como uma “espécie de rainha louca” e “deslumbrada”. Renan disse que, se Janja “se sentiu tão ofendida”, deveria enviar Lula para o próximo debate presidencial. 

 

“Assim, ele vai poder defender a honra dele e vai poder explicar para mim porque você é uma boa companhia”, desafiou.
 

Com falsa “desistência” de Cury, debate presidencial da Band é marcado por ausência de Lula, Flávio e Zema
Foto: Reprodução / TV Bandeirantes

Foi transmitido na noite deste domingo (23), o debate presidencial da emissora Bandeirantes, com a presença de apenas três dos seis candidatos convidados. Participaram da agenda os presidenciáveis Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), que destacaram, em todos os blocos, a ausência dos opositores Romeu Zema (Novo), Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

 

Horas antes da transmissão ao vivo, o debate foi marcado por um anúncio de desistência de Augusto Cury. Minutos depois, após falar com a imprensa no lado de fora dos estúdios da emissora, o candidato voltou atrás e disse que iria participar. 

 

Dividido em três blocos, o debate foi iniciado pelo candidato Renan Santos que respondeu uma questão sobre segurança pública e se referiu a Lula e Flávio Bolsonaro como “covardes e canalhas”. Em diversos momentos, o presidente do partido Missão, vinculado ao Movimento Brasil Livre (MBL), reiterou as críticas aos candidatos mais bem posicionados nas pesquisas. 

 

Com relação ao presidente Lula, ele chegou a afirmar que “tirando o eleitor que está no Bolsa Família, que ainda acredita que o Lula é a única fonte de comida dele, de maneira errônea, o leitor responde que apoia esse cara está sendo canalha”, ao se referir aos eleitores Lulistas. 

 


Foto: Reprodução / TV Bandeirantes

 

Augusto Cury chegou a responder a fala de Renan e afirmou: “Você tem um nível de agressividade que me assombra”, responde Cury. “As ideias podem ter fundamento, mas agressividade asfixia a capacidade das pessoas terem as suas próprias opiniões. Nós estamos numa democracia”, disse ele.

 

Entre os destaques da participação de Caiado, está a fala em defesa da integridade dos candidatos à presidência, em crítica direta a Lula e Flávio Bolsonaro. “Você nunca viu nada que atingisse a minha honra. Vocês nunca me viram em rachadinha e Petrolão, em caso Master ou Vorcaro, vocês sempre me viram como médico, cirurgião que eu sou”, afirma. 

 


Foto: Reprodução / TV Bandeirantes 

 

“Se esses dois não têm coragem de vir a um debate, se eles não têm coragem de explicar todos os escândalos em que eles estão envolvidos, você ao invés de refletir melhor, os mantêm em patamar de ir a um segundo turno?”, afirma em sua última manifestação ao vivo. 

 

Durante a transmissão da TV Bandeirantes, os candidatos presentes ainda trouxeram à tona a entrevista de Lula na TV Record, em horário simultâneo ao debate. 

 


Foto: Reprodução / TV Record

 

Na entrevista de 20 minutos, transmitida durante o debate, Lula respondeu a perguntas sobre sua relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre segurança pública, violência contra a mulher, sobre economia e sobre as investigações contra o filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

 

"Se alguém está agindo de forma equivocada, esse alguém vai ter que ser investigado", afirmou o presidente.

Renan Santos lidera ranking de doações virtuais com mais de R$ 1,2 milhão recebidos em sua vaquinha
Foto: Reprodução Redes Sociais

O presidenciável Renan Santos, do Missão, lidera com folga a lista dos candidatos que buscam arrecadar doações por meio de vaquinhas virtuais na internet. Até a manhã desta quinta-feira (20), Renan Santos já arrecadou R$ 1.250.380 por meio de doações de mais de 20 mil pessoas que acessaram a sua vaquinha virtual na plataforma de financiamento coletivo Queroapoiar. 

 

Renan Santos já arrecadou até o momento 88,23% da meta de R$ 1,41 milhão estabelecida por sua campanha. O valor representa cerca de 38% dos R$ 3,3 milhões que o seu partido, o Missão, receberá do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) nestas eleições de 2026.

 

Na segunda posição do ranking de candidatos que mais receberam recursos de vaquinhas virtuais está o deputado federal Marcel van Hattem, que concorre ao Senado pelo Rio Grande do Sul. Van Hattem já arrecadou R$ 723.843, que representa 72,3% da meta de R$ 1 milhão que ele pretende arrecadar.

 

Entre os candidatos a presidente, a segunda colocada no ranking da plataforma queroapoiar é Samara Martins, da Unidade Popular. A candidata arrecadou R$ 80,9 mil, ou 80% do total de R$ 100 mil que ela estimou conseguir de doações.

 

Samara está à frente de candidatos que são pesos pesados das redes sociais, como a deputada Erika Hilton (Psol), que arrecadou R$ 71,4 mil. A presidenciável da UP também conseguiu mais recursos do que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), um dos políticos mais influentes do país em redes sociais. Nikolas arrecadou até o momento a quantia de R$ 63,7 mil, ou 6,37% de R$ 1 milhão colocado como meta. 
 

Augusto Cury defende mandato de oito anos para ministros do STF e mudança no formato de indicação
Foto: Reprodução Redes Sociais

Ao participar, nesta terça-feira (18), Encontro com os Presidenciáveis, promovido pela Unecs (União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços), em Brasília, o candidato a presidente Augusto Cury, do Avante, defendeu um mandato fixo para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Para Cury, os ministros só poderiam permanecer por oito anos no cargo. 

 

“Os Poderes devem ter igualdade, mas o STF tem tido um poder que já é quase um superpoder, não apenas como guardião da Constituição, mas legislando”, disse o candidato, reforçando que o STF tem exercido funções que extrapolam sua atribuição constitucional. 

 

“O STF deveria ter um limite de vitaliciedade”, defendeu. “Um ministro, por exemplo, entra com 40, 41 anos e fica mais 34 anos. 8 anos e depois vai embora. Não pode ficar a vida inteira no Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

 

O encontro realizado pela UNECS reuniu, além de Augusto Cury, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), além de Alfredo Gaspar (PL), representando Flávio Bolsonaro. A UNECS é formada por oito entidades representativas dos setores de comércio e serviços, que atuam na defesa de pautas de interesse do comércio, dos serviços e do empreendedorismo no país.

 

Na sua participação, Augusto Cury também defendeu alterações no processo de indicação dos integrantes do STF. Para o candidato, magistrados de carreira seriam indicados pelas associações de juízes, representantes do Ministério Público pelo próprio MP e advogados pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Em todos os casos, a escolha teria que continuar sendo chancelada pelo Senado.

 

“Na minha opinião, não deveria ser escolhido mais pelo presidente, para não ter interferência política. Os magistrados de carreira seriam escolhidos pelas próprias classes, pelas associações de juízes; representantes do Ministério Público, pelo Ministério Público; e, no caso de um advogado, a escolha seria da OAB, sempre com a chancela do Senado”, explicou o candidato.
 

Renan Santos classifica fim da escala 6x1 como 'maluquice' e defende extinção da Justiça do Trabalho
Fotos: Redes Sociais via @renansantos / Tomaz Silva / Agência Brasil

O candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), defendeu nesta terça-feira (18) o encerramento das atividades da Justiça do Trabalho e criticou a articulação pelo fim da escala de trabalho seis por um, classificando a proposta como "maluquice."

 

As declarações foram feitas durante uma sabatina promovida pela União Nacional de Entidades dos Setores de Comércio e Serviços (Unecs) com representantes do setor produtivo.

 

Durante o evento, o fundador do MBL afirmou que o Congresso Nacional se acovardou diante do governo federal e do projeto de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL). De acordo com o candidato, a alteração na jornada de trabalho provocaria a "quebradeira da economia" e será descartada em um eventual governo sob sua gestão.

 

Ao abordar a legislação trabalhista, Renan avaliou o modelo atual como anacrônico e sustentou que a estrutura vigente coloca empregados e empregadores em situação de confronto, afirmando que empresários chegam a ser tratados como "bandidos" no âmbito trabalhista.

 

No mesmo discurso, o candidato também teceu críticas aos seus adversários na corrida presidencial. Ele declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) "precisa se aposentar" e afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) "não sabe o que está fazendo."

Candidato à Presidência, Renan Santos relata ameaça de morte antes de ato em SP
Foto: Reprodução / Redes sociais

A equipe do candidato à O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirma ter sido alvo de uma ameaça de morte relacionada ao ato de largada de sua campanha, marcado para este domingo (16) em São Paulo. A mensagem foi publicada em uma rede social por um usuário anônimo, e a denúncia foi encaminhada às autoridades, segundo a campanha.

 

De acordo com o candidato, o autor da ameaça afirmou que atacaria Renan durante o ato, previsto para o Largo São Francisco, na região central da capital paulista. A mensagem foi postada em um fórum on-line e depois apagada. A equipe de Renan disse ter recebido o conteúdo por e-mail, na forma de uma denúncia.

 

Renan afirmou que já vinha sendo alvo de ameaças, mas classificou esta como mais séria. "Eu venho recebendo ameaças, e é recorrente. A gente encaminha para a Polícia Federal, entra em contato com as autoridades, mas essa é a primeira mensagem em que todos os fundamentos de um eventual atentado estão dados", disse.

Flávio Bolsonaro afirma que assessoria confundiu e-mails do Missão sobre filiação com spam 
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que recebeu e-mails do Missão, partido liderado por Renan Santos – também presidenciável –, sobre sua filiação à sigla, mas achou que eram spam. A informação foi dada pelo herdeiro de Jair Bolsonaro em uma live realizada nesta quinta-feira (13), em que apresentou seu plano de governo.

 

“Chegou no meu gabinete alguns e-mails automáticos desse partido aí. É porque como ninguém conhece, acaba que a assessoria vê aquilo e acha que são spam, né?”, diz o senador. Na live, ele mostra os registros dos emails impressos em que, segundo ele, o partido cobrava um pagamento em dez dias que não foi feito.

 

“São centenas de e-mails por dia. Além de fraudarem a minha filiação, ainda estavam me cobrando’, afirmou. 

 

Ainda na tarde desta quinta, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) restabeleceu a filiação de Flávio Bolsonaro ao PL. Na decisão, foi determinado que o vínculo de Flávio com o PL seja considerado desde 30 de novembro de 2021, data de sua filiação original, e ordenada a exclusão do registro que o vinculou ao Missão.

 

Na live, ele diz ter sido alvo de uma fraude. “Vocês acompanharam hoje que teve uma fraude na minha filiação partidária. Tentaram, me aliaram, na verdade, ilegalmente a outro partido. Assim, e só para informar para todo mundo, na verdade estava checando, porque houve mais uma mentira dizendo que eu próprio teria tentado me filiar, o que é mentira, obviamente”, afirma. 

 

No Instagram, Flávio escreveu que tem “muito partido que não tem presidencial com voto e que está desesperado querendo minha filiação”. Ele pontuou que, se ganhar as eleições, o Brasil vai vencer. “Meu governo vai ser bom até para quem não é de direita, não precisa fraudar nada para tentar me ‘roubar’ do PL”, disse no post.

 

Com Flávio no PL e não no Missão, já são oito os candidatos registrados no TSE; confira quem tem o maior patrimônio
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Senado, redes sociais e divulgação

Até as 10h50 da manhã desta sexta-feira (14), já eram oito os candidatos a presidente da República que registraram formalmente sua inscrição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para registro de candidaturas na Justiça Eleitoral se encerra oficialmente às 23h59 deste sábado, 15 de agosto. 

 

A lista dos candidatos registrados para a disputa presidencial já conta com a inscrição do senador Flávio Bolsonaro (PL), que teve seu nome indevidamente filiado ao partido Missão. Após intervenção do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes, que determinou nesta quinta (13) o restabelecimento da filiação dele ao PL e a exclusão do vínculo com o partido Missão, a equipe de campanha do senador registrou a candidatura.

 

Além de Flávio Bolsonaro, já foram registradas as candidaturas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo PT; do escritor Augusto Cury, pelo Avante; de Hertz Dias, pelo PSTU; de Renan Santos, pelo Missão; de Samara Martins, pela UP; do Veterinário Wilson Grassi, pelo Democrata; e de Romeu Zema, pelo Novo.

 

O ex-governador Ronaldo Caiado, do PSD, até o momento não registrou sua candidatura presidencial. Outros nomes que vinham apresentando sua disposição em se candidatar, como Clariana Barão, da Democracia Cristã (DC), também não fizeram ainda seu registro oficial.

 

Ao registrar oficialmente sua candidatura, o candidato precisa declarar uma lista de bens e o valor total de suas posses. Entre os oito nomes que se registraram como candidatos a presidente, o mais rico de todos é o escritor e psiquiatra Augusto Cury, com uma fortuna declarada de R$ 242 milhões. 

 

Confira abaixo a lista do total de bens dos candidatos a presidente, por ordem alfabética:

 

Augusto Cury - R$ 242,2 milhões

Flávio Bolsonaro - R$ 8,1 milhões

Hertz Dias - sem bens a declarar

Lula - 4,7 milhões

Renan Santos - R$ 795 mil

Samara Martins - R$ 33 mil

Veterinário Wilson Grassi - R$ 50 milhões

Romeu Zema - R$ 178,7 milhões
 

Pesquisa PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro sobe, encosta em Lula e disputa no segundo turno tem empate técnico
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) subiu dois pontos percentuais desde o final de julho e chegou a 45% nas simulações de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já o líder petista manteve os mesmos 46% do levantamento anterior, e com isso a distância dele para o candidato do PL caiu de três para apenas um ponto percentual, o que configura cenário de empate técnico.

 

Os números foram apurados na mais nova rodada da pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (13). O levantamento, que havia obtido um resultado de 46%x43% a favor de Lula em 29 de julho, chegou agora a um placar de 46%x45% na nova pesquisa. 

 

O PoderDataq/Aya também fez simulações de disputas do presidente Lula com outros candidatos. Os cenários de segundo turno foram os seguintes:

 

Lula (PT) 46% x 37% Renan Santos (Missão)
Lula (PT) 45% x 43% Romeu Zema (Novo)
Lula (PT) 45% x 44% Ronaldo Caiado (PSD)

 

Na simulação de 1º turno da pesquisa PoderData/Aya, Lula lidera com 41% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em seguida, com 35%. Ronaldo Caiado e Renan Santos registram 4% cada um. 

 

O ex-governador Romeu Zema e o escritor Augusto Cury (Avante) somam 3% cada. Também pontuam Clariana Barão (Democracia Cristã), Leonardo Avalanche (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO), cada um com 1% das intenções de voto. Outros 4% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular, e 2% não souberam responder.

 

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 9 a 12 de agosto de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.400 entrevistas em 658 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº BR-06868/2026.
 

Pesquisa CNT/MDA mostra estabilidade na disputa de 1º turno e Flávio reduzindo distância para Lula no 2º turno
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Agência Senado e reprodução de redes

A mais nova rodada da pesquisa presidencial da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Instituto MDA, divulgada nesta terça-feira (11), revelou um cenário de total estabilidade na simulação de primeiro turno em relação ao levantamento feito em junho, e algumas pequenas mudanças na disputa de segundo turno entre os principais adversários, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

 

Em relação ao primeiro turno, a CNT/MDA apurou números praticamente iguais dos candidatos Lula e Flávio, com o líder petista vendo sua diferença reduzir de 14 pontos percentuais para 13. Já no segundo turno, na simulação de disputa contra o senador, a diferença entre os dois, que era de 12 pontos em junho, caiu para nove neste novo levantamento.

 

Para o segundo turno, foram apresentadas pela CNT/MDA cinco simulações de disputas, todas elas com Lula contra outros adversários. Lula segue vencendo todos os outros candidatos, com margens mais ou menos parecidas.

 

Resultado da pesquisa espontânea:

 

Lula (PT) - 35,3%
Flávio Bolsonaro (PL) - 22,4%
Jair Bolsonaro (PL) - 2,0%
Ronaldo Caiado (PSD) - 1,3%
Renan Santos (Missão) - 0,7%
Outros - 1%
Branco/nulo - 6,5%
Indeciso - 30,7%

 

Rejeição espontânea

 

Lula - 42,1%
Flávio Bolsonaro - 39,8%
Ronaldo Caiado - 2,3%
Romeu Zema - 2,2%
Renan Santos - 1,5%
Rejeita todos - 0,8%
Não rejeita nenhum - 8,7%
Não sabe/não respondeu - 11,5%

 

Simulação de cenário de primeiro turno:

 

Lula (PT) - 42,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 28,7%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,0%
Romeu Zema (Novo) - 3,3%
Renan Santos (Missão) - 2,8%
Samara Martins (UP) - 1,6%
Augusto Cury (Avante) - 1,2%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0,9%
Outros - 0,9%
Branco/nulo - 6,8%
Indeciso - 7,2%

 

Cenários de segundo turno:

 

Lula (PT) 48,0% x 39,1% Flávio Bolsonaro (PL) 

Lula (PT) 49,1% x 34,9% Romeu Zema (Novo)

Lula (PT) 47,9% x 35,9% Ronaldo Caiado (PSD)

Lula (PT) 48,5% x 33,0% Renan Santos (Missão)

Lula (PT) 48,6% x 32,4% Augusto Cury (Avante)

 

Medição do potencial de voto dos dois principais candidatos.

 

Lula:

 

Votaria nele com certeza - 40,5%
Poderia votar - 12,1%
Não votaria - 46,2%
Não conhece - 0,3%

 

Flávio Bolsonaro:

 

Votaria nele com certeza - 26,0%
Poderia votar - 16,1%
Não votaria - 54,5%
Não conhece - 2,5%

 

Realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) com o Instituto MDA, a pesquisa teve 2002 entrevistas entre 5 e 9 de agosto de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06935/2026.
 

Presidenciável do Missão, Renan Santos declara patrimônio de R$ 795 mil à Justiça Eleitoral
Foto: Reprodução

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 795 mil. Empresário, ele disputa uma eleição pela primeira vez, o que impede a comparação do valor com registros anteriores.

 

Segundo a declaração, Renan tem R$ 100 mil em cotas de capital, R$ 119,7 mil em participações societárias em empresas e R$ 275,3 mil em um bem relacionado ao exercício de atividade autônoma. O empresário informou ainda R$ 300 mil em créditos ou poupança.

 

O Missão lançou a candidatura no último sábado. No discurso de lançamento, Renan criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), também candidatos ao Planalto, e chegou a defender "matar quem roubar".

Renan Santos diz que não cumpriria decisão “ilegal” do STF se eleito
Foto: Reprodução / Instagram @renansantosmbl

O candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos, afirmou nesta quarta-feira (5), em entrevista à GloboNews, que não cumpriria decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal (STF) caso a considerasse ilegal. “Se o Supremo Tribunal Federal tomar uma decisão ilegal, decisão ilegal não se cumpre. Ponto”, declarou.

 

Em seguida, Renan afirmou que não obedeceria uma decisão monocrática que, segundo sua avaliação, interferisse nas atribuições do Legislativo ou do Executivo. Ele afirmou que a análise sobre a legalidade deveria seguir os parâmetros estabelecidos pela Constituição. “Eu serei um presidente, não um boneco”, afirmou.

 

“Aí vem uma DPE, alguém entra lá no STF, a Rede Sustentabilidade entra, aí vem decisão: 'Ah não pode por não sei o quê'. Vai vir uma decisão monocrática. Eu não vou cumprir uma decisão monocrática. [...] Lógico que eu vou discutir junto ao STF. Eu não vou cumprir imediatamente uma decisão que é ilegal. Eu não vou cumprir. É errado isso. Eu tenho que cumprir meu papel de presidente”, disse.

 

A declaração ocorre um dia após o candidato defender, durante a Sabatina OA!/G4, que o STF deixe de ser responsável pelo julgamento de políticos que possuem foro privilegiado, como deputados e senadores. O presidente do Missão propôs a criação de um tribunal específico para analisar crimes cometidos por autoridades atualmente julgadas pelo Supremo.

 

A mudança, segundo ele, seria feita por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). “Uma corte montada provavelmente com desembargadores nomeados por dois anos, para poder andar com essa agenda, e assim nós vamos retirando de maneira democrática e republicana esse superpoder do STF”, declarou.

 

O candidato também defendeu a redução dos poderes individuais dos ministros. Na avaliação dele, o Supremo deveria se restringir ao cumprimento de suas atribuições constitucionais.

Pesquisa Meio/Ideia: Lula mantém vantagem sobre Flávio Bolsonaro nas simulações de primeiro e de segundo turno
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula manteve a distância que abriu para o seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e segue liderando a disputa nas simulações de primeiro e segundo turno acima da margem de erro. Foi o que mostrou o novo levantamento nacional do instituto Ideia, em parceria com o Canal Meio, divulgado nesta quarta-feira (5).

 

No cenário estimulado de primeiro turno, o presidente Lula (PT) lidera com 43% das intenções de voto. Lula está com oito pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Flávio Bolsonaro (PL), que somou 35%.

 

Veja abaixo os números do primeiro turno:

 

Lula (PT): 43,0%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,0%
Ronaldo Caiado (PSD): 5,7%
Renan Santos (Missão): 4,7%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Augusto Cury (Avante): 1,7%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,6%
Samara Martins (UP): 0,3%
Edmilson Costa (PCB): 0,2%
Hertz Dias (PSTU): 0,1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 2,0%
Não sabe: 4,0%

 

A pesquisa Meio/Ideia ainda tinha incluído nesse levantamento o nome do candidato Cabo Daciolo, que, entretanto, não teve sua postulação efetivada por seu partido, o Mobiliza. Todos os outros nomes já foram ratificados nas convenções dos seus partidos. 

 

O instituto Ideia também fez uma pesquisa espontânea, quando os entrevistados anunciam sua preferência sem que seja apresentada uma lista de nomes. O presidente Lula possui uma vantagem de 11,4% nessa simulação. Confira abaixo:

 

Lula (PT): 34,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 23,0%
Ronaldo Caiado (PSD): 2,8%
Renan Santos (Missão): 2,5%
Romeu Zema (Novo): 1,5%
Jair Bolsonaro (PL): 1,0%
Augusto Cury (Avante): 0,6%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Samara Martins (UP): 0,3%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,3%
Marina Silva (Rede): 0,1%
Outros: 0,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 4,5%
Não sabe: 27,7%

 

Já nos cenários de segundo turno, a pesquisa Meio/Ideia apresentou quatro cenários de disputas de segundo turno, todos com a presença de Lula. Veja abaixo como responderam os entrevistados da pesquisa:

 

Lula (PT) 48,5% x 43,0% Flávio Bolsonaro (PL)
Branco/Nulo: 4,0%
Não sabe: 4,5%

 

Lula (PT) 48,0% x 34,7% Renan Santos (Missão)
Branco/Nulo: 10,3%
Não sabe: 6,9%

 

Lula (PT) 48,5% x 37,0% Romeu Zema (Novo)
Branco/Nulo: 8,5%
Não sabe: 6,0%

 

Lula (PT) 48,5% x 40,0% Ronaldo Caiado (PSD)
Branco/Nulo: 7,0%
Não sabe: 4,5%

 

O Instituto Meio perguntou ainda aos seus entrevistados em quem não votariam de jeito nenhum para presidente. Confira como ficou o percentual de rejeição dos candidatos:

 

Flávio Bolsonaro (PL): 48,0%
Lula (PT): 47,4%
Romeu Zema (Novo): 14,6%
Ronaldo Caiado (PSD): 13,9%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 13,7%
Renan Santos (Missão): 13,5%
Rui Costa Pimenta (PCO): 12,9%
Samara Martins (UP): 10,7%
Hertz Dias (PSTU): 10,1%
Augusto Cury (Avante): 9,9%
Edmilson Costa (PCB): 9,8%
Não rejeita ninguém: 1,3%
Não sabe: 2,9%

 

A pesquisa Meio/Ideia contou com 1.500 entrevistados entre os dias 31 de julho a 3 de agosto de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Canal Meio S.A.. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,5 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-04579/2026.
 

Na véspera do final do prazo das convenções partidárias, disputa presidencial já tem 12 candidatos definidos
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Agência Senado e redes sociais

Com a decisão do partido Mobiliza de não oficializar a candidatura do ex-deputado Cabo Daciolo, até esta terça-feira (4) são 12 os postulantes a presidente que tiveram os seus nomes chancelados nas convenções partidárias. A conta final de presidenciáveis ainda deve aumentar, já que o partido DC (Democracia Cristã) fará convenção nesta quarta (5) e lançará a advogada Clariana Barão como candidata. 

 

O DC fará sua convenção no último dia permitido pela Justiça Eleitoral para a realização dos encontros partidários. Caso se confirme a candidatura da matogrossense Clariana Barão, a disputa de 2026 terá 13 postulantes, dois a mais do que os 11 que se candidataram em 2022, e a mesma quantidade observada na eleição de 2018. 

 

Dos 12 nomes colocados para a disputa até o momento, apenas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na disputa de 2022. Ronaldo Caiado e Rui Costa Pimenta já foram candidatos a presidente em outras eleições, mas não participaram do último pleito.  

 

Confira abaixo quem são os 12 candidatos que tiveram seus nomes confirmados até esta terça (4):

 

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): atual presidente, aos 80 anos tentará um quarto mandato. Teve seu nome oficializado no último fim de semana, em convenção nacional do PT. Terá como candidato a vice Geraldo Alckmin, do PSB, repetindo a chapa de 2022. 

 

Flávio Bolsonaro (PL): senador pelo Rio de Janeiro e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem 45 anos e foi deputado estadual por diversos mandatos. A sua candidatura foi oficializada em 25 de julho, mas até o momento, ainda não conseguiu definir quem será o vice-presidente na sua chapa. 

 

Ronaldo Caiado (PSD): aos 76 anos, o ex-governador de Goiás é o segundo mais velho na lista de candidatos, e tenta a eleição presidencial pela segunda vez desde 1989. Formou uma chapa ao lado do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que foi oficializada em convenção nacional do partido no dia 26 de julho, na cidade de São Paulo.

 

Renan Santos (Missão): o ativista político de 42 anos, criador e presidente do Movimento Brasil Livre (MBL), é estreante na política. Junto com o deputado federal Kim Kataguiri e outros membros do MBL, fundou o Missão, o mais novo partido a receber registro do TSE. O vice de Renan é o militar da reserva Aroldo Medina, que teve o nome confirmado em um evento no último dia 1º de agosto, em São Paulo.

 

Romeu Zema (Novo): ex-governador de Minas Gerais por dois mandatos consecutivos, aos 61 anos de idade parte para sua primeira candidatura a presidente, que foi confirmada em convenção do partido realizada virtualmente no dia 27 de julho. Zema anunciou newsta terça (4) o nome do senador Eduardo Girão (CE) como seu candidato a vice. Girão também é do Novo.

 

Augusto Cury (Avante): Psiquiatra, professor e escritor no segmento de autoajuda, tem 61 anos e está estreando na política. Coloca a educação como sua bandeira principal. A candidatura foi homologada em evento nesta segunda (3), em São Paulo, com a presença do governador Tarcísio de Freitas. Cury ainda não definiu quem será o seu vice. 

 

Samara Martins (UP): dentista no SUS (Sistema Único de Saúde), Samara disputou as eleições de 2022 como vice de Léo Péricles, atual presidente da sigla. Para este ano, Samara, que tem 38 anos, é uma das únicas mulheres na disputa, e definiu a guarda-portuária Raquel Brício, do seu partido, como vice. A oficialização da candidatura foi realizada em São Paulo no dia 26 de julho.

 

Rui Costa Pimenta (PCO): jornalista, escritor e dirigente político, aos 68 anos, atua na militância de esquerda desde a década de 1970 e é presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO), fundado em 1995. Ao longo de sua trajetória, participou de movimentos estudantis, sindicais e de organizações políticas voltadas ao socialismo. 

 

Leonardo Avalanche (PRTB): presidente do partido desde 2024, o político de 37 anos teve a candidatura confirmada durante convenção realizada em Goiânia, no dia 30 de julho. A policial militar veterana Tenente Dalma será sua candidata a vice, formando mais uma chapa pura.

 

Edmilson Dias (PCB): O professor e doutor em economia é o atual secretário-geral do PCB. O nome dele foi oficializado para a disputa presidencial em evento realizado em São Paulo no dia 1 de agosto. A vice dele será Cleusa Santos, também do Partido Comunista Brasileiro.

 

Hertz Dias (PSTU): professor da rede pública do Maranhão, o rapper e ativista do movimento negro, com 55 anos de idade,, terá a professora da rede pública de Belo Horizonte Vanessa Portugal como vice. A chapa foi confirmada em 31 de julho, em São Paulo.

 

Wilson Grassi (Democrata): veterinário e paulista, Wilson, de 56 anos, teve sua candidatura confirmada no último domingo (2), durante convenção nacional realizada no Rio de Janeiro. O partido ainda precisa definir o nome do vice. É a primeira vez que a sigla, fundada em 2008 como Partido da Mulher Brasileira, lança um nome próprio para concorrer a presidente.

 

O presidente Lula é o único candidato que, até o momento, conseguiu reunir outros partidos em sua coligação. Além do seu partido, o PT, Lula terá, na sua coligação, a presença do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), do Partido Verde (PV), do Partido Socialista Brasileiro (PSB), do Partido Democrático Trabalhista (PDT), do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e da Rede Sustentabilidade.

Atlas/Bloomberg: Lula aumenta vantagem e chega a 49,2% contra 42,9% de Flávio Bolsonaro no segundo turno
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Agência Senado e redes sociais

A mais nova rodada da pesquisa Atlas/Bloomberg sobre a disputa presidencial, divulgada nesta quarta-feira (29), mostrou um cenário de estabilidade, com os dois principais adversários oscilando pouco em relação ao levantamento anterior, de junho. Tanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oscilaram dentro da margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos.

 

Na simulação de primeiro turno, o presidente Lula registrou 44,9% das intenções de voto, seguido de Flávio Bolsonaro com 35,8%. Na rodada anterior, o líder petista tinha 46,3% e o senador do PL, 36,6%. Confira abaixo o cenário de primeiro turno da Atlas/Bloomberg.

 

Lula (PT) - 44,9%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35,8%
Renan Santos (Missão) - 7,8%
Ronaldo Caiado (PSD) - 3,1%
Romeu Zema (Novo) - 2,8%
Samara Martins (UP) - 2,1%
Augusto Cury (Avante) - 1,6%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,1%
Hertz Dias (PSTU) - 0,1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0%
Edmilson Costa (PCB) - 0%
Brancos/nulos - 0,6%
Não sei - 1%

 

Também no cenário de segundo turno há estabilidade nos números em relação ao levantamento anterior da Atlas/Bloomberg. Nos números de julho, o presidente Lula alcançou 49,2% das intenções de voto contra 42,9% do senador Flávio Bolsonaro. A diferença é de 6,3% percentuais a favor do atual presidente.

 

Tanto Lula como Flávio oscilaram dentro da margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos. Na pesquisa Atlas/Bloomberg do mês passado, Lula tinha 48,8% contra 42,3% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

A pesquisa também indica vitória de Lula contra todos os outros candidatos testados em cenários de segundo turno. Confira abaixo as simulações de segundo turno:

 

Lula 49,2% x 42,9% Flávio Bolsonaro

Lula 48,2% x 38,9% Ronaldo Caiado

Lula 48,6% x 39,6% Romeu Zema

Lula 47,6% x 30,2% Renan Santos

Lula 48,8% x 42,5% Michelle Bolsonaro

 

A pesquisa Atlas/Bloomberg também questionou os brasileiros sobre quais políticos eles não votariam de jeito nenhum. O mais rejeitado é o senador Flávio Bolsonaro, com 52,9%. O presidente Lula é o segundo da lista, com 49,4%.

 

Na sequência, estão o ex-presidente Jair Bolsonaro, com 42,6% de rejeição, Michelle Bolsonaro, com 39,2% e Renan Santos, citado por 38% dos entrevistados. A rejeição a Zema é de 37,7%, seguido de Caiado, com 33,3% e Fernando Haddad (PT), com 32,6%.

 

A Atlas/Bloomberg entrevistou 5.021 eleitores por meio de questionário aplicado pela internet entre os dias 22 e 27 de julho. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos e o nível de confiança, 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08602/2026.
 

Caso Lula e Flávio não compareçam, debate da Band pode ter apenas quatro candidatos; Saiba quem pode participar
Foto: Divulgação/Grupo Bandeirantes de Comunicação

O PT e a equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão envolvidos nos últimos dias em discussões internas sobre a participação do líder petista nos debates com outros candidatos. O primeiro debate televisivo com candidatos a presidente já está marcado para o dia 16 agosto, pela Band, e no momento as maiores chances são de que Lula não compareça. 

 

Para este primeiro debate já programado pelo Band, a ausência do presidente Lula não aconteceria por estratégia política para evitar ataques dos adversários. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, dirigentes do PT alegam que no dia 16 de agosto acontecerá o primeiro ato oficial da campanha de reeleição de Lula, em um megaevento no estádio de Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. 

 

“Não há a menor condição de adiarmos esse evento. E também não há condição de o Lula ir a um debate à noite após passar o dia ali no estádio”, disse um dirigente petista ao colunista do Globo.   

 

Assim como o presidente Lula pode faltar a debates para evitar ataques dos demais candidatos, a equipe do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também analisa a conveniência de marcar presença nesses encontros sem a participação do seu principal adversário. 

 

De acordo com o site da revista Veja, membros da campanha de Flávio Bolsonaro afirmam que ele garante presença nas mesmas ocasiões em que Lula comparecer, e a eventual ausência do presidente da República deixa incerta a ida do senador do PL aos debates.

 

Pessoas da campanha de Flávio ouvidos pela Veja avaliam que a presença dele nos debates só se justifica pelo embate direto com Lula. Sem a presença do presidente, Flávio Bolsonaro automaticamente se tornaria o principal alvo dos demais presidenciáveis.

 

Apesar dos temores das equipes de Lula e de Flávio Bolsonaro, as regras e o formato dos debates que estão sendo programados eliminam a maior parte dos atuais candidatos a presidente. A Band e as demais emissoras restringem a participação nos debates aos candidatos cujos partidos possuam representação mínima no Congresso Nacional. 

 

Da lista atual de postulantes à cadeira presidencial, apenas seis atendem aos requisitos das emissoras para participar dos debates: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). 

 

Os demais nomes pertencem a partidos que não possuem qualquer deputado federal em suas fileiras. São eles: Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Leonardo Avalanche (PRTB) e Joaquim Barbosa (DC). 

 

Dessa lista atual de 13 postulantes à presidência, apenas Renan Santos (Missão) já teve seu nome oficializado por seu partido. Os demais ainda terão que ter sua candidatura submetida à convenção nacional e alguns deles ainda podem desistir da candidatura. 
 

Alegando ameaças de facções, Missão antecipa convenção e Renan Santos é o primeiro candidato oficial a presidente
Foto: Divulgação Missão

Nesta segunda-feira (20), data que marca o primeiro dia do período determinado pela Justiça Eleitoral para a realização das convenções partidárias, a disputa presidencial de 2026 já tem o seu primeiro candidato oficial. O partido Missão realizou uma convenção em formato online e oficializou o nome de Renan Santos como seu candidato a presidente. 

 

O partido havia programado a oficialização do nome de seu candidato para o dia 1º de agosto, em uma convenção nacional que seria realizada na cidade de São Paulo. Alegando motivos de segurança e ameaças recebidas de facções criminosas, a legenda decidiu antecipar a convenção, optando por um formato online e sem transmissão aberta. 

 

Embora tenha adiantado a convenção, o Missão mantém programado para o dia 1º de agosto o seu evento nacional em São Paulo para apresentar a candidatura de Renan Santos e suas propostas, reunidas em um documento chamado Livro Amarelo. Em um post na rede social X, Renan comentou a sua candidatura e a escolha do vice.

 

“É oficial: partido Missão me indicou como CANDIDATO à presidência da República. Junto comigo vem meu vice, Aroldo. Bora vencer e honrar essa missão!”, disse.

 

Na mesma convenção online, o Missão oficializou a candidatura do vice, Aroldo Medina, e do deputado federal Kim Kataguiri como vice-presidente do partido e titular do Conselho de Ética da sigla. Com a definição da candidatura de Renan Santos, ele poderá a partir de agora contar com a participação de agentes da Polícia Federal em sua segurança pessoal.  

 

“Estar com a Polícia Federal não é mais uma questão de conveniência ou até de redução de gastos, dado que equipes privadas são mais caras. É uma questão de sobrevivência”, afirmou o candidato em um vídeo divulgado por sua equipe de campanha.
 

Semana terá diversas pesquisas sobre disputa presidencial e visão dos brasileiros a respeito do tarifaço
Foto: Montagem com imagens Agência Brasil, Agência Senado e redes sociais

Alguns institutos de pesquisa do país devem divulgar nesta semana novos levantamentos sobre a disputa presidencial de 2026. Pelo menos três pesquisas serão divulgadas já a partir desta terça-feira (21). 

 

A primeira delas será apresentada pela Big Time Real Data. O instituto realizou uma simulação de primeiro turno e outras de segundo turno com os nomes dos melhores colocados nas pesquisas. 

 

Na simulação de primeiro turno, uma lista com 13 candidatos foi apresentada aos entrevistados, dispostos em ordem alfabética: Cabo Daciolo (Mobiliza); Edmilson Costa (PCB); Escritor Augusto Cury (Avante); Flávio Bolsonaro (PL); Hertz Dias (PSTU); Joaquim Barbosa (DC); Leonardo Avalanche (PRTB); Lula (PT); Renan Santos (Missão); Romeu Zema (Novo); Ronaldo Caiado (PSD); Rui Costa Pimenta (PCO); e Samara Martins (UP). 

 

Já na quarta (22), será a vez de o Instituto Gerp apresentar os resultados de sua 23ª pesquisa sobre a corrida presidencial. Além de apurar a opinião espontânea dos entrevistados, o instituto fez questionamentos sobre cenários de primeiro e segundo turno, rejeição aos atuais candidatos, opinião a respeito do governo federal e dos problemas do país. 

 

No mesmo dia, o Instituto Datafolha envia seus pesquisadores a campo para medir as intenções de voto na eleição à presidência, além de questionar os brasileiros de todas as regiões a respeito de diversos temas. O resultado da pesquisa Datafolha deve ser divulgado na sexta (24). 

 

O questionário do Datafolha inicia querendo saber se o entrevistado já escolheu candidato a presidente e em quem ele pretende votar. A resposta será espontânea, sem a apresentação de uma lista com nomes.

 

Logo depois, os entrevistados escolhem seu candidato a partir de uma relação com nomes de doze candidatos. Diferentemente dos outros dois institutos, o Datafolha não incluiu o nome do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa. 

 

Além de também buscar saber a opinião dos entrevistados sobre o grau de rejeição a cada um desses doze nomes, o Datafolha traça alguns cenários de disputa de segundo turno: Lula versus Flávio Bolsonaro, Lula versus Caiado e Lula versus Zema.

 

A pesquisa também vai aferir a aprovação do governo Lula; sobre como o brasileiro vê a economia (se vai melhorar ou piorar); qual é o maior problema do Brasil hoje; e seis perguntas sobre o tarifaço.

 

O levantamento do Datafolha incluiu ainda perguntas para captar os efeitos do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump nas candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro. Outro tema que o instituto vai medir diz respeito ao impacto do vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com críticas a seu enteado, Flávio Bolsonaro.
 

Plano de governo de Renan Santos não é protocolado por ter 360 páginas
Foto: Divulgação / Partido Missão

O plano de governo do pré-candidato à Presidência da República Renan Santos, do Partido Missão, não pôde ser protocolado integralmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por ter 360 páginas.

 

Diante da limitação, a equipe do presidenciável deverá preparar uma versão resumida do documento para apresentá-la à Justiça Eleitoral.

 

Renan ironizou o episódio nas redes sociais.

"Peço desculpas ao TSE, o plano era grande demais."

 

 

Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan preside nacionalmente o Missão, legenda registrada no TSE com o número 14. A criação do partido foi aprovada pelo tribunal em novembro de 2025.

 

REGISTRO DA CANDIDATURA

Renan ainda é formalmente pré-candidato à Presidência. A oficialização de seu nome está prevista para 1º de agosto, durante a convenção nacional do Missão no Komplexo Tempo, em São Paulo.

 

Após a confirmação da candidatura, o partido terá até as 19h de 15 de agosto para protocolar o pedido de registro. No caso das chapas para a Presidência e a Vice-Presidência da República, a análise é feita pelo próprio TSE.

 

Os pedidos são enviados por meio do Sistema de Candidaturas - Módulo Externo, o CANDex. Para as eleições de 2026, a plataforma passou a funcionar pela internet e foi integrada a outras bases de dados da Justiça Eleitoral.

Livro do partido Missão ecoa propostas da esquerda e de Lula, apesar de Renan Santos alegar ruptura 
Fotos: Redes Sociais via @renansantosmbl / Ronne Oliveira (Bahia Notícias)

O pré-candidato à Presidência da República, Renan Santos, apresenta como principais bandeiras de sua campanha a defesa das liberdades, a redução do tamanho do Estado e a ruptura política com o governo Lula. No entanto, o Livro Amarelo, que serve como base programática do Partido Missão, reúne propostas que contrastam com essa imagem liberal e se assemelham a bandeiras historicamente defendidas por partidos de esquerda.

 

Algumas das pautas são: a regulamentação da imprensa, a desdolarização da economia sul-americana e uma maior atuação dos países emergentes no cenário internacional.

 

Além disso, a obra propõe a chamada "democracia familiar", que visa deslocar a representação política do voto individual para o núcleo familiar, medida que já foi alvo de representação da Bancada Feminina da Câmara dos Deputados por possíveis impactos sobre a autonomia política das mulheres.

 

Procurados, o Partido Missão e Renan Santos, presidente da legenda, afirmaram por meio de nota que "os fascículos de pesquisa do Livro Amarelo que foram publicados não constituem um corpo definitivo de propostas do partido", classificando-os como "textos ensaísticos, com caráter de manifesto". Essa nota enviada à imprensa não se manifestou especificamente sobre as ideias de regulação da mídia e desdolarização da economia.

 

Evento do partido | Foto: Reprodução / Redes Sociais

 

AS IDEIAS DO MBL
O Livro Amarelo é uma coleção de seis volumes estruturada para reunir diagnósticos e propostas para orientar o projeto político do Missão. No site da publicação, o partido afirma que o material "não é apenas uma cartilha", mas um movimento destinado a formular um projeto de país "além das narrativas da esquerda e do centrão".

 

O jornal Estado de São Paulo analisou os volumes e notou esse padrão carregado por contradição entre os discursos dos integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). Na área da comunicação, o terceiro fascículo da coleção, intitulado Para Onde Vamos?, dedica um capítulo à defesa de uma nova legislação para o setor, prevendo uma regulação para "disciplinar" a mídia nacional. 

 

Volume sobre a imprensa e Renan Santos em live falando dos livros  | Foto: Reprodução / Redes Sociais

 

Essa proposta é criticada por especialistas, que apontam riscos de interferência na liberdade de expressão e censura. Sob o título "A farsa da imprensa livre", o texto aponta que o principal problema do jornalismo brasileiro é "a ausência de uma lei própria que discipline a mídia".

 

Segundo a publicação, essa legislação deveria servir como "instrumento de Estado para diluir o pesado oligopólio que controla o fluxo de informações do país". Embora o capítulo se apresente preliminarmente como um "interlúdio" de diagnóstico, o texto avança na defesa de um novo marco regulatório, um código jornalístico e critérios de responsabilização para o exercício da atividade.

 

A obra argumenta que a resistência dos proprietários de emissoras de rádio e televisão impediu mudanças nas regras e que o setor vive em um "quase estado de anarquia" desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) revogou, em 2009, a Lei de Imprensa de 1967, editada durante a ditadura militar.

 

Manifestação do partido e sede do supremo | Fotos: Reprodução / Redes Sociais /  Gustavo Moreno / STF

 

AGENDA PT-MISSÃO
Essa formulação aproxima o programa do Missão de bandeiras históricas de Lula e do PT. Em 2014, o atual presidente defendeu a "democratização dos meios de comunicação", apontando que a regulamentação do setor estava defasada.

 

A proposta de combater a concentração de mídia também constou no plano de governo petista de 2018. Lula retomou o tema na pré-campanha de 2022 e, em 2026, voltou a defender uma agenda regulatória com foco no ambiente digital e nas plataformas de tecnologia.

 

Para Patrícia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta, propostas dessa natureza exigem cautela extrema, especialmente em cenários de forte polarização. Ela alerta que termos como "disciplinar a mídia" e o uso da legislação como "instrumento de Estado" abrem margem perigosa para a tutela do jornalismo.

 

"O que é disciplinar a mídia? É tutelá-la? Quem vai regular? Que órgão vai determinar?", questiona Blanco, ressaltando que, embora seja necessário debater o fortalecimento do jornalismo independente e o combate à desinformação, isso não deve ser confundido com mecanismos de controle. "A imprensa é fundamental e tem que ser livre. Não tem regulamentação possível que não seja a regulamentação pela liberdade", conclui.

 

POLÍTICA EXTERNA
Na política externa, o Livro Amarelo apresenta o capítulo "Desdolarizar a América do Sul e exportar o real brasileiro". O texto defende a redução da dependência da moeda norte-americana e a criação de mecanismos financeiros regionais com maior autonomia.

 

A publicação tece críticas ao peso das grandes potências no sistema financeiro internacional e propõe dar mais voz aos países emergentes em instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. O texto sugere o uso de moedas locais no comércio regional e o aproveitamento do fundo de reservas do Brics.

 

Essa agenda encontra forte paralelo na política externa do governo Lula, que também preconiza o uso de moedas locais nas transações comerciais, a reforma das instituições multilaterais, a ampliação do espaço do Sul Global e a defesa de uma ordem global multipolar. O livro do Missão faz a ressalva de que a atuação no bloco do Brics traz tanto oportunidades quanto desafios geopolíticos diante da forte influência da China.

 

Outro ponto controverso do documento programático é a proposta de "democracia familiar". O texto apresenta uma crítica ao sufrágio universal e propõe que a família, e não o indivíduo, passe a ser a unidade básica de representação política. Sob esse modelo, os direitos políticos seriam organizados no âmbito do núcleo familiar, permitindo inclusive a renúncia individual ao direito de voto.

 

A ideia motivou uma representação da Bancada Feminina da Câmara à Procuradoria-Geral da República (PGR), devido ao risco de que a vontade política das mulheres seja tutelada ou absorvida pela decisão do chefe de família. De acordo com a Constituição Federal de 1988, o voto direto, secreto, universal e periódico é cláusula pétrea, não podendo ser alterado pelo Congresso Nacional.

 

O MISSÃO RESPONDE

Em nota oficial, o Partido Missão esclareceu que os fascículos publicados do Livro Amarelo não representam propostas definitivas ou legislativas do partido. A legenda destaca que o primeiro e o sexto fascículos possuem caráter puramente ensaístico e de manifesto.

 

Segundo a nota, o capítulo que discute o voto familiar integra o fascículo 6 e tem o objetivo de debater teoricamente os limites da democracia liberal a partir de autores como Jason Brennan (teórico da epistocracia), sem que isso signifique uma proposta de governo:

 

"Não há endosso, porque não há proposta programática ou legislativa colocada nesse fascículo: quando o texto emprega a palavra 'proposta', emprega-a no sentido ensaístico — uma tese posta em debate —, tanto que todo o trecho está escrito no futuro do pretérito: 'passaria', 'seriam', 'dariam lugar'. É o modo verbal da hipótese, não o de um programa."

 

A executiva do partido reforça que os textos são "exercícios de imaginação política" concebidos para testar os limites do debate nacional e criticar o patrimonialismo e o clientelismo brasileiros. A legenda informou que suas propostas programáticas e plano de governo oficiais, endossados por Renan Santos, serão apresentados no lançamento do Livro Amarelo de 2026 em agosto.

 

Leia a nota na íntegra do partido:

Os fascículos de pesquisa do Livro Amarelo que foram publicados não constituem um corpo definitivo de propostas do partido. Em especial, o primeiro e o sexto fascículos — o de abertura e o de encerramento — são textos ensaísticos, com caráter de manifesto. O capítulo em questão, onde se discute a ideia do voto familiar, faz parte do fascículo 6, e discute críticas à democracia liberal a partir de pressupostos teóricos diversos, engajando com autores como Jason Brennan, autor da noção de epistocracia, e de toda uma tradição que examina os limites do sufrágio moderno. Não há endosso, porque não há proposta programática ou legislativa colocada nesse fascículo: quando o texto emprega a palavra “proposta”, emprega-a no sentido ensaístico — uma tese posta em debate —, tanto que todo o trecho está escrito no futuro do pretérito: “passaria”, “seriam”, “dariam lugar”. É o modo verbal da hipótese, não o de um programa. Nesse sentido, o que está ali não se assemelha em nada a um programa sobre o futuro do Brasil, mas a uma crítica ao nosso sistema político hoje posto.

 

O próprio prefácio do fascículo estabelece essa distinção em suas primeiras linhas: “Não seria possível encerrar o Livro Amarelo com um capítulo comum, dedicado a políticas públicas ou programas de governo.” E adiante: trata-se de “um manifesto — não no sentido panfletário ou eleitoral, mas como um ato espiritual e civilizacional”. O leitor é avisado, antes de qualquer capítulo, de que saiu do terreno da técnica e entrou no terreno do pensamento. Os capítulos que seguem são exercícios de imaginação política — provocações deliberadas, construídas para testar os limites do pensável e arrancar o debate nacional de sua inércia. Não à toa, o título do capítulo em questão é uma pergunta — “É Possível Imaginar Uma Nova Democracia?”

 

Não podemos nos furtar a discutir essas ideias. Este é um país onde qualquer discussão política, qualquer discussão teórica, é inviabilizada por uma espécie de hipermoralismo jornalístico. Esse hipermodalismo é o que possibilita a manutenção indefinida dos organismos cancerosos da democracia brasileira, como o Centrão.

 

O exercício mental é este: e se partíssemos de outra unidade política que não o indivíduo atomizado? O valor do exercício está na discussão que ele abre sobre as fragilidades do modelo atual — a compra de votos, o clientelismo, a dependência — e não na adoção literal de suas conclusões. Quem lê o capítulo inteiro encontra uma crítica ao patrimonialismo brasileiro, não uma defesa da abolição do sufrágio universal, que reconhecemos como conquista civilizatória.
 

Neeee sentido, a discussão sobre voto familiar no sexto fascículo serve para chamar atenção a um pressuposto anterior: a inadequação das nossas formas políticas ao projeto moderno liberal, em função do patrimonialismo que faz parte da tradição brasileira.
 

Não se trata portanto de uma proposta programática do nosso Partido - uma vez que essa não era a função do fascículo 6 do Livro Amarelo. Nossas propostas programáticas, endossadas por Renan Santos e pelo Partido Missão, estarão presentes no Livro Amarelo de 2026, que será lançado no Congresso da Missão dia 01/08, junto ao nosso plano de governo", conclui a nota.

Renan Santos comemora aprovação, pela CCJ, de proposta do Missão que limita alíquota máxima do IPVA a 1%
Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos deputados

O candidato a presidente pelo partido Missão, Renan Santos, celebrou, em suas redes sociais, a aprovação, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, nesta quarta-feira (8), da PEC 3/2026, que estabelece que o IPVA não poderá ultrapassar 1% do valor do veículo. O projeto é de autoria do deputado Kim Kataguiri, único parlamentar do Missão na Câmara. 

 

Em post na rede X, Renan Santos comparou o trabalho do seu partido pela aprovação do projeto com a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos, para participar de audiência pública a respeito da aplicação de novas tarifas aos produtos brasileiros. 

 

“Enquanto Flávio finge que se importa e faz compras na Disney, após seu irmão pedir para os EUA nos taxar, eu e meu partido reduzimos o IPVA na CCJ do Congresso”, disse o presidenciável. 

 

“Isso é uma revolução [o projeto sobre o IPVA], é dinheiro sobrando no seu bolso. É o brasileiro sendo tratado como cidadão e não como burro de carga” completou Renan Santos. 

 

A CCJ aprovou nesta quarta a admissibilidade da proposta apresentada pelo deputado Kim Kataguiri. O mérito do texto agora terá que ser apreciado por uma comissão especial, a ser criada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). 

 

O projeto altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores. O imposto deixaria de ser calculado pelo valor de mercado do veículo e passaria a considerar apenas o peso de fábrica do automóvel.

 

A mudança tira a Tabela Fipe do centro de cálculo e coloca o peso do carro como critério principal. O texto também estabelece que o IPVA não poderá ultrapassar 1% do valor do bem. Atualmente, a cobrança é definida pelos estados, com base no valor de mercado, e as alíquotas costumam variar entre 1% e 4%.

 

A PEC 3/2026, que foi relatada pelo deputado Rodrigo de Castro (União Brasil-MG), recebeu elogios do presidente da CCJ, Leur Lomanto Jr. (União-BA). O deputado baiano disse que o projeto representa uma resposta direta do Parlamento às demandas da sociedade civil por menor carga tributária.

 

“O brasileiro convive há anos com uma elevada carga tributária e espera respostas. A aprovação dessa PEC representa um passo importante para uma discussão que pode trazer mais equilíbrio na cobrança do IPVA, sendo uma resposta ao clamor da população que não aguenta mais pagar impostos altos e não ter serviço adequado, nem estradas de qualidade”, enfatizou Leur Lomanto, elogiando o trabalho do autor e do relator da proposta.
 

Diego Castro diz que tem “Zero chance” de palanque com Zema ou Caiado e chama Renan Santos de “plano B do PT”
Foto: Eduarda Pinto / Mauricio Leiro / Bahia Notícias / Agência Brasil

O deputado estadual Diego Castro (PL) declarou que há "zero de chance" de dividir palanque com os ex-governadores Romeu Zema (Minas Gerais) ou Ronaldo Caiado (Goiás) em solo baiano. Em pronunciamento sobre as articulações da oposição (composta por União Brasil, PL e Republicanos), o parlamentar cobrou coerência ideológica e defendeu que as candidaturas presidenciais fora do campo direto de articulação da família Bolsonaro acabam por fragmentar a direita.

 

"Zero de chance de subir no palanque de Romeu Zema ou Ronaldo Caiado. Meu candidato é Flávio Bolsonaro. Na política, você tem que ter coerência no que defende. Não tem possibilidade nenhuma, e eu acho que qualquer candidatura nacionalmente e na Bahia, fora do Neto, está ajudando o PT. Qualquer uma fora de Flávio [Bolsonaro] está ajudando o PT", reafirma o parlamentar.

 

Ao comentar a composição das forças de oposição na Bahia, que une partidos como o PL, o União Brasil e o Republicanos, Diego Castro pontuou que o eleitorado conservador local é guiado por valores e que o grupo busca uma convergência tática para fazer frente ao atual governo estadual.

 

"Nosso público conservador tem princípio. E a gente está aí amadurecendo esses diálogos em um denominador comum para tirar o PT da Bahia", explica, defendendo o alinhamento em torno do nome de ACM Neto (União Brasil) no plano estadual.

 

"PLANO B DO PT"

O deputado também direcionou duras críticas a Renan Santos, liderança do Movimento Brasil Livre (MBL) e integrante do recém-criado partido Missão, legenda de oposição ao PT e associada aos articuladores do impeachment de Dilma Rousseff. Para Diego Castro, as movimentações de Renan Santos têm o objetivo prático de enfraquecer o campo bolsonarista.

 

"Eu vejo esse cara do MBL, o Renan Santos. Ele se preocupa, dizendo que quer tirar o PT, mas tem uma preocupação em desgastar Flávio Bolsonaro porque ele é o plano B do PT. Ele quer minar a direita", dispara o deputado estadual.


Confira o momento abaixo:

Lula dispara na plataforma de previsões Polymarket e tem 62% de chances de vencer, contra 22% de Flávio Bolsonaro
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

A expectativa de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro deste ano disparou nos últimos dias e alcançou nesta segunda-feira (6) o patamar de 62% no site norte-americano Polymarket, uma das maiores plataformas mundiais do chamado mercado de previsões. 

 

Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula nas eleições presidenciais, mantém trajetória de queda e no momento possui apenas 22% de chances de vitória, na pesquisa “Brazil Presidential Elect”. Em seu melhor momento no site, em maio, o presidenciável do PL chegou a liderar por alguns dias as previsões, com pico de 45,4% contra 38% de Lula.

 

Desde a revelação sobre as ligações entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, no mês de maio, com áudios que mostravam pedidos de dinheiro para o filme “Dark Horse”, o senador pelo Rio de Janeiro começou a cair no Polymarket. O patamar atual é o mesmo que ele tinha em janeiro, quando sua candidatura ainda estava se consolidando. 

 

Outros candidatos também pontuam no mercado da previsão eleitoral brasileira. Renan Santos, do Missão, é o terceiro nome mais apostado, com 10% de menções, e logo depois diversos outros nomes figuram com 1%. 

 

A Polymarket não é uma pesquisa eleitoral. A plataforma funciona como um mercado de previsão, no qual usuários compram e vendem posições sobre eventos futuros, como as eleições no Brasil. 

 

Em decisão tomada no mês de abril, o governo Lula bloqueou ao menos 27 sites do chamado mercado de previsão, como a Polymarket, por exemplo. O mercado preditivo vinha crescendo no Brasil sem regras específicas e à margem da regulação. 

 

Na visão do governo, o funcionamento é semelhante às apostas on-line de quota fixa, que são permitidas por lei e dependem de uma licença específica do Ministério da Fazenda para funcionar. A legislação hoje autoriza as apostas relativas a eventos reais de temática esportiva ou cassinos on-line.

 

Mesmo proibidas, essas plataformas continuam a ser tratadas nas redes sociais brasileiras como termômetro político e uma espécie de “alternativa” às pesquisas eleitorais tradicionais. Especialistas, entretanto, ressaltam que essas plataformas não são uma boa forma de estimar intenções de voto nem de traçar um cenário da disputa ou prever seu resultado, apesar do nome dado a esse mercado.
 

SBT desiste de entrevistar presidenciáveis no programa de Patrícia Abravanel; entenda
Foto: Reprodução / Gabriel Cardoso / SBT

O Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) tentou, entre maio e junho deste ano, reproduzir uma iniciativa idealizada por Silvio Santos (1940-2024) em 1989: entrevistar os candidatos à Presidência da República no programa dominical da emissora, atualmente apresentado por Patrícia Abravanel. A proposta, no entanto, foi suspensa temporariamente devido a dificuldades para confirmar as datas de participação dos principais convidados.

 

De acordo com a Folha de S. Paulo, foram chamados para o quadro Show de Calouros os presidenciáveis Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (União Brasil), Renan Santos (MBL) e Romeu Zema (Novo). Segundo a emissora, todos os nomes inicialmente aceitaram o convite.

 

Porém, ao tentar definir as datas das gravações, o SBT esbarrou em obstáculos para viabilizar a presença de Lula e de Flávio Bolsonaro, o que levou a direção a desistir do projeto, ao menos por enquanto.

 

A atração, que ganhou uma versão com Patrícia Abravanel no ano passado, conta com um júri formado por nomes como Dudu Bertholini, Helen Ganzarolli, Cela, Lord Vinheteiro, Rodrigo Capella e Victor Sarro.

 

A intenção era levar ao público popular as propostas dos candidatos em áreas como economia e educação, além de abordar aspectos da vida pessoal de cada um, para que o telespectador pudesse conhecer melhor os postulantes ao Palácio do Planalto.

 

Internamente, setores do SBT avaliam que o formato poderia ser reaproveitado em um eventual segundo turno, caso haja viabilidade de agenda e interesse das campanhas.

 

Por enquanto, a emissora segue definindo os detalhes de sua cobertura eleitoral, que já inclui a produção de um debate em setembro, em parceria com outras televisões, como a CNN Brasil, além de sabatinas previstas para serem veiculadas pelo SBT News.

Bronca de Michelle ainda não impacta pesquisas e BTG/Nexus mostra cenário de empate técnico entre Lula e Flávio
Foto: Montagem com imagens da Agência Brasil e da Agência Senado

Até o momento, o episódio do vídeo gravado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com fortes críticas ao seu enteado, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não causou mudanças significativas no quadro da intenção de votos dos brasileiros. Foi o que mostrou pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (29). 

 

O novo levantamento do instituto, o quinto apresentado neste ano, revela um cenário de pouca mudança tanto nas simulações de primeiro turno quanto nas disputas de segundo turno. As entrevistas feitas pela pesquisa BTG/Nexus foram iniciadas na última sexta (26), depois, portanto, da repercussão criada pelo vídeo divulgado por Michelle Bolsonaro e das desculpas públicas apresentadas por Flávio Bolsonaro. 

 

No cenário de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a liderança da corrida presidencial, embora o candidato Flávio Bolsonaro tenha reduzido ligeiramente a distância entre os dois em relação ao último levantamento da BTG/Nexus. Confira abaixo o resultado da simulação de primeiro turno:

 

Lula (PT) - 42%

Flávio Bolsonaro (PL) - 34%

Ronaldo Caiado (PSD) - 5%

Renan Santos (Missão) - 4%

Romeu Zema (Novo) - 3%

Joaquim Barbosa (DC) - 1%

Augusto Cury (Avante) - 1%

Aécio Neves (PSDB) - 1%

Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%

Brancos/nulos - 5%

Não sabe/não respondeu - 3%

 

No voto espontâneo, Lula amplia a vantagem sobre Flávio Bolsonaro e reforça posição de favorito. O presidente é citado por 33% dos entrevistados, ante 26% registrados na rodada anterior, enquanto o senador Flávio Bolsonaro oscilou de 19% para 20%, com a diferença entre os dois passando de sete para 13 pontos percentuais.

 

Nas simulações de segundo turno, o presidente Lula continua à frente de todos os adversários testados, embora com uma margem menor diante de Flávio Bolsonaro. No principal confronto, Lula aparece com 47% das intenções de voto, contra 44% de Flávio Bolsonaro. 

 

Em relação à rodada anterior, o presidente recuou dois pontos (de 49% para 47%), enquanto o senador avançou um ponto (de 43% para 44%), reduzindo a diferença de seis para três pontos percentuais.

 

Confira abaixo as disputas de segundo turno, de acordo com o resultado da pesquisa BTG/Nexus:

 

Lula 47% x 44% Flávio Bolsonaro

Lula 48% x 38% Romeu Zema

Lula 47% x 39% Ronaldo Caiado

Lula 48% x 36% Renan Santos

 

Os indicadores de rejeição seguem desfavoráveis ao senador Flávio Bolsonaro. O pré-candidato do PL registra 51% de rejeição, dois pontos acima dos 49% de Lula. 

 

Embora a diferença permaneça favorável ao presidente, a trajetória dos dois candidatos mudou nesta rodada: Flávio reduziu sua rejeição em um ponto percentual em relação ao levantamento anterior, enquanto a de Lula subiu dois pontos. 

 

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.009 pessoas entre os dias 26 e 28 de junho em todo o país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-08521/2026. 

Futura/Apex confirma liderança consolidada de Lula sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e no segundo turno
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

Em um cenário próximo ao que foi apresentado pela pesquisa BTG/Nexus, um novo levantamento divulgado nesta terça-feira (16), desta vez da Futura/Apex, mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando as simulações de primeiro e segundo turnos com vantagem sobre seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

 

No principal cenário de primeiro turno da Futura/Apex, Lula aparece com 7,5% à frente do senador do PL. Já na pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda (15), o presidente Lula apareceu com nove pontos percentuais à frente de Flávio Bolsonaro.

 

Confira abaixo o principal cenário de primeiro turno da Futura/Apex:

 

Lula (PT) - 41,6%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34,1%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,5%
Romeu Zema (Novo) - 3,5%
Renan Santos (Missão) - 2,3%
Joaquim Barbosa (DC) - 2,1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1,1%
Augusto Cury (Avante) - 0,9%
Brancos/nulos - 6,3%
Não sabe - 3,7%

 

A proximidade dos números das pesquisas Futura/Apex e BTG/Nexus aparece também no cenário em que é testada a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno. Enquanto no BTG/Nexus Lula vence o segundo turno com 6% de distância para Flávio, essa diferença vai para 5,2% no levantamento Futura/Apex. 

 

O estudo Futura/Apex também simulou outros dez cenários de segundo turno para a eleição presidencial, incluindo disputas com Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Tereza Cristina (PP), Michelle Bolsonaro (PL) e Fernando Haddad (PT).

 

Confira abaixo como ficaram as simulações de disputas de um eventual segundo turno, com Lula e sem Lula:

 

Lula 48,1% x 42,9% Flávio Bolsonaro

Lula 45% x 36,3% Ronaldo Caiado

Lula 48,5% x 34,9% Romeu Zema

Lula 48,3% x 30,8% Renan Santos

Lula 48,5% x 29,2% Tereza Cristina

Lula 48% x 42,4% Michelle Bolsonaro

Flávio Bolsonaro 40,5% x 30,3% Romeu Zema

Flávio Bolsonaro 40,3% x 32,4% Ronaldo Caiado

Flávio Bolsonaro 42% x 29,2% Renan Santos

Flávio Bolsonaro 43,9% x 38,9% Fernando Haddad

Romeu Zema 30% x 29,7% Ronaldo Caiado

 

A pesquisa Futura/Apex entrevistou 2.000 pessoas em 861 municípios em todo o território nacional, de 8 a 12 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. Está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-01461/2026. 
 

VÍDEO: Após deputada Júlia Zanatta ser cotada para vice de Flávio, candidato do Missão ironiza postagem: “parem de facilitar”
Fotos: Reprodução / Canal do Youtube do MBL / Agência Brasil

O pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, utilizou as redes sociais para ironizar a possibilidade de a deputada federal Júlia Zanatta (PL) ser indicada como vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Ao compartilhar um vídeo publicado pela própria parlamentar, Santos legendou: "Parem de facilitar, eu quero ter algum mérito na vitória."

 

Confira o vídeo:

 

A indicação de Júlia Zanatta foi defendida na última semana pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que destacou a "lealdade" da parlamentar como uma das principais credenciais para ocupar o posto. Relembre manifestação de apoio:

 

Em uma publicação oficial em seu perfil de deputada, Júlia Zanatta escreveu: "Haverá sinais de que o Brasil tem jeito." Para Renan Santos, que aparece tecnicamente empatado com os ex-governadores Romeu Zema e Ronaldo Caiado na mais recente pesquisa Quaest, Flávio Bolsonaro tende a enfrentar desgaste político ao longo da corrida pelo Palácio do Planalto.

 

QUEM É ELA?
Júlia Zanatta é deputada federal por Santa Catarina e está em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Filiada ao Partido Liberal (PL), tornou-se uma das principais vozes conservadoras da bancada bolsonarista no Congresso Nacional.

 

A parlamentar ganhou projeção nacional por sua atuação em pautas relacionadas à liberdade de expressão, segurança pública e costumes de cunho moral. Nas redes sociais, mantém forte presença digital e costuma mobilizar apoiadores em defesa das bandeiras da direita.

 

Recentemente, a deputada ficou conhecida por sua postura mais radical dentro do partido. Atuando na linha de frente contra o fim da escala 6x1, envolvidas em embates na comissão da mulher, acusação de panfletagem pró-Trump e também por ser uma das pessoas que ocupou a mesa da presidência da Câmara dos Deputados. 

 

BASTIDORES DO PL
O Partido Liberal (PL) ainda não definiu oficialmente quem ocupará a vaga de vice na chapa de Flávio Bolsonaro. No entanto, em maio, o pré-candidato sinalizou que tem preferência por uma mulher para compor a candidatura.

 

Além de Júlia Zanatta, outros nomes femininos estão sendo avaliados pelas lideranças partidárias. Segundo apuração de bastidores publicada pelo jornal O Globo, entre as cotadas estão:

  • Tereza Cristina, senadora pelo PP de Mato Grosso do Sul;
  • Simone Marquetto, deputada federal pelo PP de São Paulo;
  • Priscila Costa, pré-candidata ao Senado pelo Ceará.
BTG/Nexus: Lula abre margem de 9 pontos para Flávio Bolsonaro nas intenções de voto 
Foto: Ricardo Stuckert-PR / Carlos Moura-Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece na liderança em número de intenções de voto na corrida eleitoral deste ano. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (15), por meio da pesquisa BTG/Nexus, o petista chega a abrir uma margem de 9 pontos frente ao senador Flávio Bolsonaro (PL). 

 

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.017 eleitores por telefone (via CATI), entre os dias 12 e 14 de junho. A margem é de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-06645/2026. 

 

Em análise de voto espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula foi citado como o candidato de 36% dos eleitores. Flávio Bolsonaro aparece em seguida com 27% das respostas. O presidente do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos aparece em terceiro lugar, com 3% das intenções de voto. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) aparececem, respectivamente com 1%. 

 

Nas demais respostas, 24% dos entrevistados não respondeu ou não sabia. 3% disseram que otariam nulo ou branco e 4% citaram outros candidatos. 

 

Já em cenário estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos, Lula aumenta a margem de liderança. Segundo o levantamento, o atual presidente chegou a 42% dos votos, frente a 33% do senador carioca. Ronaldo Caiado também avançou nesse formato, indo a 4% das intenções de voto, empatado com Renan Santos. Romeu Zema, Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) também aparecem empatados com 2%. 

 

Aécio Neves e Cabo Daciolo pontuam com 1% das intenções de voto, cada um. 5% dos entrevistados responderam que votariam nulo ou branco e 3% não souberam responder. 

 

2º TURNO
No segundo turno, a liderança do presidente Lula segue mantida. Em cenário estimulado de entrevista, o levantamento BTG/Nexus avaliou o desempenho do petista frente a Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos. Lula venceria em todos os cenários. 

 

Contra Flávio Bolsonaro (PL), o presidente Lula chegou a registrar 49/5 dos votos, contra 43% do senador, o equivalente a 6 pontos de diferença. 8% dos entrevistados responderam que votariam branco ou nulo e 1% não souberam. 

 

No cenário contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula também aparece com 49% dos votos, frente a 39% do adversário. Brancos e nulos foram 11% e 1% não souberam responder. 

 

O terceiro cenário, contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente Lula aparece com 48% dos votos, frente a 39% do governador do Goiás. Brancos e nulos são 11% e 2% dos entrevistados não souberam responder. 

 

Já contra Renan Santos, Lula mantem o mesmo número, e o candidato do MBL aparece com 36% das intenções de voto. 13% dos entrevistados responderam que votariam branco ou nulo e 2% não souberam. (Reportagem atualizada às 09h03)

Caiado sinaliza diálogo com Renan Santos em meio a especulações sobre aliança para 2026
Reprodução/Instagram @ronaldocaiado

O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), indicou nesta sexta-feira (12) que pretende retomar conversas com Renan Santos (Missão), também cotado para disputar o Palácio do Planalto em 2026. Durante evento partidário realizado em Botucatu, no interior de São Paulo, Caiado afirmou que mantém uma relação antiga com Renan e destacou a trajetória política do líder do Missão.

 

Segundo ele, os dois participaram juntos das mobilizações que antecederam o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O ex-governador de Goiás ressaltou que não conversa com Renan há algum tempo, mas defendeu a retomada do diálogo. Caiado afirmou que há temas importantes a serem discutidos e disse acreditar que uma futura reunião entre ambos poderá ser produtiva.

 

"Faz até certo tempo que nós não conversamos, não falamos, mas eu espero no decorrido desse período agora sentarmos e conversarmos bastante. Muita coisa aí para atualizar", afirmou Caiado.

 

A declaração ocorre em meio às especulações sobre possíveis composições para a disputa presidencial. Até o momento, nenhum dos dois pré-candidatos anunciou quem poderá ocupar a vaga de vice em suas chapas.

Mesmo com o caso "Dark Horse", Flávio ganhou mais seguidores que Lula, mas ambos perdem para Renan Santos
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, redes sociais e divulgação PL

Depois que o site Intercept Brasil revelou, em 13 de maio, áudios que mostraram as conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, com pedidos de dinheiro para o filme “Dark Horse”, o pré-candidato do PL a presidente experimentou uma forte redução no fluxo de conquista de novos seguidores em suas redes sociais. 

 

Um levantamento da empresa Solon Data, entretanto, mostra que mesmo com essa redução, Flávio Bolsonaro ainda ganhou mais seguidores do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos últimos 30 dias, embora ambos tenham perdido, no mesmo período, para o presidenciável do partido Missão, Renan Santos.

 

A pesquisa Solon Data mostra inclusive que Renan Santos foi o político brasileiro que mais ganhou novos seguidores no último mês: 445 mil. Renan está à frente de Flávio Bolsonaro, que agregou 374 mil novos seguidores às suas redes. Para se ter uma ideia da redução na conquista de novos seguidores por Flávio, entre os meses de março e abril, ele havia aumentando em dois milhões o total de pessoas que segue as suas redes sociais.

 

Na terceira posição deste ranking aparece a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), que teve o acréscimo de 334 mil seguidores em suas redes. Na quarta posição está a jovem vereadora da cidade de Praia Grande (SP), Eduarda Campopiano (PL). Com apenas 22 anos, Eduarda conquistou 313 mil seguidores em suas redes sociais no mesmo período. 

 

Já o presidente Lula, de acordo com o levantamento Solon Data, teria tido um acréscimo de 152 mil novos seguidores em suas redes sociais. Lula ganhou mais seguidores que outros presidenciáveis, como Augusto Cury (48 mil), Ronaldo Caiado (44 mil) e Romeu Zema (14 mil). 

 

Apesar de ter tido menor crescimento em suas redes sociais nos últimos 30 dias, o presidente Lula continua muito à frente dos adversários Flávio Bolsonaro e Renan Santos na quantidade de seguidores. Veja abaixo levantamento do Bahia Notícias sobre a quantidade total de seguidores nas redes sociais dos pré-candidatos Lula, Flávio Bolsonaro e Renan Santos.

 

Lula

 

Instagram - 14,7 milhões

Facebook - 6,4 milhões

X - 10,3 milhões

Threads - 3,1 milhões

TikTok - 5,6 milhões 

Youtube - 1,61 milhão 

Total: 41,7 milhões

 

Flávio Bolsonaro

 

Instagram - 10,6 milhões

Facebook - 3,5 milhões 

X - 3,7 milhões

Threads - 2,4 milhões 

TikTok - 2,1 milhões

Youtube - 814 mil

Total: 23,114 milhões

 

Renan Santos 

 

Instagram - 1,6 milhões

Facebook - 78 mil 

X - 143,6 mil

Threads - 29 mil 

TikTok - 538 mil

Youtube - 175 mil

Total: 2,563 milhões
 

Na Antena 1, Renan Santos diz que Flávio Bolsonaro vive “tendência de derretimento” político
Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos comentou, nesta segunda-feira (25), sobre o desgaste político vivido pelo senador e também pré-candidato ao Palácio do Planalto Flávio Bolsonaro.

 

Em entrevista à rádio Antena 1, Renan afirmou que Flávio enfrenta uma “tendência de derretimento” político e disse que o senador teria perdido credibilidade junto a parte do eleitorado.

 

“Por mais que ele tenha intenções de voto, ele perdeu a moral completamente. Ninguém sai para defender ele”, declarou durante participação no programa Linha de Frente.

 

Ao jornalista Pablo Reis, Renan também afirmou que apoiadores do senador estariam desanimados diante das recentes polêmicas envolvendo Flávio e sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.

 

“As pessoas que defendiam ele não estão mais animadas. Agora eles estão fazendo campanha para alguém que ficou rico junto com os irmãos vendendo um sonho de Brasil honesto”, afirmou.

 

Veja o programa ao vivo:

Robinson Almeida rebate críticas de Renan Santos a governos do PT na Bahia: “Ele tenta ser uma metralhadora giratória”
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

O deputado estadual Robinson Almeida comentou nesta segunda-feira (25) as críticas feitas pelo pré-candidato à Presidência Renan Santos a governos do PT na Bahia, em publicações nas redes sociais.

 

Segundo o parlamentar, o posicionamento do pré-candidato busca atingir diferentes campos políticos ao mesmo tempo, mas teria baixa efetividade eleitoral.

 

“Ele tenta ser uma metralhadora giratória, atirando nos dois grandes blocos, furar esse bloqueio e se estabelecer como terceira via. Mas a taxa de sucesso dele é muito pequena”, afirmou em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias.

 

Robinson também avaliou que a tentativa de construção de uma “terceira via” no cenário político brasileiro enfrenta dificuldades.

 

“Esse candidato que representa o MBL busca ser uma terceira via. Nem aqui na Bahia e nem no Brasil dão muita oportunidade para uma terceira via”, disse.

Renan Santos, presidenciável do Missão, chama Flávio Bolsonaro de "ladrão" após revelação de conversa com Vorcaro
Foto: Reprodução / Instagram

O pré-candidato a presidente do partido Missão, Renan Santos, disse nesta quarta-feira (13) que as revelações sobre a ligação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), confirmam as acusações que ele vinha fazendo há semanas: que o candidato do PL seria "ladrão".

 

"Só eu chamei o Flávio pela alcunha correta nestes meses: LADRÃO. Zema queria ser seu vice, gravava vídeos constrangedores. Caiado...quem?", disse Renan em postagem na rede X.  Confira abaixo:

 

Renan Santos também ironizou justificativas dadas por bolsonaristas sobre o pedido de dinheiro feito por Flávio a Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

 

"Bolsonaristas mandarem que ele não sabia dos esquemas do Vorcaro significa que: Esposa do Xandão tinha apenas um contrato de consultoria; Mantega apenas aconselhava em termos econômicos; Lula apenas recebeu uma visita empresarial. Parem de se constranger, por favor", disse o candidato do Missão.

Genial/Quaest: Lula se recupera e ultrapassa Flávio Bolsonaro na simulação de segundo turno; Confira a pesquisa
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

A mais nova pesquisa da Genial/Quaest sobre as eleições nacionais de outubro deste ano, divulgada nesta quarta-feira (13), revelou mudanças tanto na simulação de primeiro turno quanto na disputa do segundo turno: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a dianteira no primeiro turno e voltou a aparecer na frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na avaliação sobre o segundo turno, embora a situação seja de empate técnico.

 

Desde que o nome de Flávio Bolsonaro começou a ser testado na pesquisa Genial/Quaest, Lula manteve a liderança nas simulações de segundo turno até que ambos chegaram empatados no levantamento de março. Na pesquisa seguinte, em abril, Flávio Bolsonaro já liderava, com 42% a 40%.

 

Agora na pesquisa deste mês de maio, o presidente Lula teve uma pequena recuperação e retornou a 42%, ficando à frente do senador do PL, que marcou 41%. Os números configuram empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. 

 

Confira abaixo as simulações de disputa no segundo turno:

 

Lula 42% x 41% Flávio Bolsonaro

Lula 44% x 37% Romeu Zema

Lula 44% x 35% Ronaldo Caiado

Lula 45% x 28% Renan Santos

 

Já no cenário de primeiro turno colocado pela Genial/Quaest aos entrevistados, o presidente Lula segue na liderança acima da margem de erro. A diferença dessa pesquisa para a que foi divulgada em abril é a melhora de Lula, que ganhou dois pontos percentuais, e a piora de Flávio Bolsonaro, que caiu um ponto.

 

Veja abaixo o cenário único de primeiro turno:

 

Lula (PT) - 39%
Flávio Bolsonaro (PL) - 33%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Renan Santos (Missão) - 2%
Augusto Cury (Avante) - 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Samara Martins (UP) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 0%
Hertzs Dias (PSTU) - 0%
Indecisos - 5%
Branco/Nulo/Não vai votar - 10%

 

Assim como foi verificado nas simulações de primeiro e segundo turno, o presidente Lula também teve melhora em seus números na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados respondem sem verem qualquer lista com nomes. Veja abaixo como ficou o cenário de respostas espontâneas.

 

Lula - 22%
Flávio Bolsonaro - 14%
Outros - 5%
Jair Bolsonaro - 2%
Indecisos - 57%

 

Outro dado que mostrou o presidente Lula se saindo melhor do que o senador Flávio Bolsonaro foi na rejeição. Lula, que em abril era rejeitado por 55% em abril, viu esse índice cair para 53% agora em maio. Já o candidato do PL, que tinha 52% de rejeição no mês passado, agora viu esse indicador subir para 54%, ficando acima do que foi registrado pelo seu principal adversário.

 

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 8 e 11 de maio, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

 

A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03598/2026.
 

Pesquisa Meio/Ideia: Lula tem maior rejeição e lidera no 1º turno enquanto Flávio consolida liderança no 2º turno
Foto: Montagem com imagens da Agência Senado, Agência Brasil e redes sociais

Liderança do presidente Lula nas simulações de primeiro turno, dianteira de Flávio Bolsonaro na disputa de um eventual segundo turno. Esse cenário que vem se repetindo em pesquisas recentes de intenção de voto de diversos institutos também foi apresentado nesta quarta-feira (6) no mais novo levantamento do Meia/Ideia.

 

A pesquisa Meia/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 1º a 5 de maio de 2026. Os resultados confirmam o quadro de total estabilidade nos cenários da disputa presidencial que já haviam sido identificados por todos os últimos levantamentos.

 

Confira abaixo o cenário único de primeiro turno apresentado pelo Meia/Ideia aos seus entrevistados:

 

Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36%
Ronaldo Caiado (União) - 5,6%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Ciro Gomes (PSDB) - 2,3%
Augusto Cury (Avante) - 1,6%
Renan Santos (Missão) - 1,4%
Aldo Rebelo (DC) - 0,8%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,3%
Hertz Dias (PSTU) - 0%
Samara Martins (UP) - 0%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0%
Ninguém/branco/nulo - 3,7%
Não sabe - 5,4%

 

Entre os recortes da pesquisa Meio/Ideia, houve o questionamento aos entrevistados de forma espontânea a respeito de suas preferências na disputa presidencial. Nessa modalidade, o entrevistado diz o seu nome de escolha sem a apresentação de qualquer lista. Veja o resultado:

 

Lula - 33,4%
Flávio Bolsonaro - 20%
Jair Bolsonaro - 4%
Ronaldo Caiado - 3,7%
Romeu Zema - 3%
Outros - 2,5%
Renan Santos - 1,4%
Ciro Gomes - 1,3%
Nikolas Ferreira - 0,5%
Michelle Bolsonaro - 0,5%
Eduardo Bolsonaro - 0,4%
Augusto Cury - 0,3%
Cabo Daciolo - 0,3%
Tarcísio de Freitas - 0,3%
Marina Silva - 0,2%
Aldo Rebelo - 0,1%
Ratinho Junior - 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo - 5%
Não sabe - 23,1%

 

Já nas simulações de segundo turno, a pesquisa Meio/Ideia aponta que Flávio Bolsonaro, com 45,3%, e o presidente Lula, com 44,7%, estão tecnicamente empatados na corrida pelo Palácio do Planalto. Eles oscilaram dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais na comparação com a rodada anterior, em abril. Há um mês, Flávio tinha 45,8% e Lula 45,5%.

 

A pesquisa também aponta empate técnico de Lula contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) - o placar é de 44,7% a 40%, respectivamente. O líder petista, contudo, ganharia do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por 44% a 39%.

 

Abaixo, um resumo das disputas de segundo turno:

 

Flávio 45,3% x 44,7% Lula

Lula 44,7% x 40% Ronaldo Caiado

Lula 44% x 39% Romeu Zema

Lula 44,7% x 27,6% Renan Santos 

Lula 44,7% x 24% Aldo Rebelo

Lula 44% x 34,5% Ciro Gomes

 

No quesito da rejeição, o presidente Lula segue na liderança entre os pré-candidatos. Confira abaixo o panorama dos candidatos mais rejeitados pelos entrevistados:

 

Lula - 44,8%
Flávio Bolsonaro - 38%
Ronaldo Caiado - 18,5%
Romeu Zema - 18%
Renan Santos - 14,5%
Ciro Gomes - 14%
Cabo Daciolo - 11,9%
Samara Martins - 9,6%
Aldo Rebelo - 9,1%
Edmilson Costa - 9%
Rui Costa Pimenta - 8,7%
Augusto Cury - 7,4%
Hertz Dias - 5,3%
Não rejeita ninguém - 2,8%
Não sabe - 8%

 

O levantamento Meio/ideia entrevistou 1.500 pessoas entre os dias 1º e 5 de maio. O nível de confiança é de 95% e o protocolo no TSE é BR-05356/2026.
 

Primeira pesquisa após rejeição de Messias mostra quadro estável: Lula lidera 1º turno e Flávio aparece à frente no 2º turno
Foto: Montagem com imagens Agência Senado, Agência Brasil e redes sociais

O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira (5) a primeira pesquisa sobre a disputa presidencial após os acontecimentos da semana passada, com a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas. Os números revelam que o cenário de momento ainda não foi afetado pelas derrotas sofridas pelo governo Lula no Congresso Nacional. 

 

No cenário de primeiro turno, o presidente Lula segue liderando as intenções de voto à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A diferença entre os dois principais adversários segue no mesmo patamar revelado recentemente por outros institutos de pesquisa. 

 

Lula aparece com 40% das intenções de voto, ante 34% de Flávio. Em seguida, aparece o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 5%.

 

Confira abaixo o principal cenário da pesquisa Big Data:

 

Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34%
Ronaldo Caiado (PSD) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Renan Santos (Missão) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Branco/nulo - 6%
Não sabe/não opinou - 5%

 

Na pesquisa espontânea, Lula também segue na liderança nesta modalidade de pesquisa em que o entrevistado diz um nome sem que seja apresentada a ele alguma lista de candidatos. Nesta modalidade, Flávio segue na segunda colocação, e o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, é o terceiro nome mais citado pelos eleitores. Veja os números abaixo:

 

Lula (PT) - 31%
Flávio Bolsonaro (PL) - 24%
Jair Bolsonaro (PL) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 1%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 1%
Ciro Gomes (PSDB) - 1%
Nenhum/branco/nulo - 14%
Não sabe - 24%

 

Na rejeição, o presidente Lula lidera entre todos os outros candidatos. Confira os dados da rejeição:

 

Lula - 44%
Flávio Bolsonaro - 41%
Ciro Gomes - 5%
Romeu Zema - 4%
Ronaldo Caiado - 2%
Cabo Daciolo - 2%
Augusto Cury - 2%
Aldo Rebelo - 2%
Rui Costa Pimenta - 2%
Samara Martins - 2%
Hertz Dias - 2%
Não rejeito ninguém - 2%

 

Em relação aos cenários de segundo turno, há um empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Conforme aponta o levantamento, Flávio surge com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula.

 

Outros quatro possíveis cenários de segundo turno entre Lula e nomes da direita também foram testados. Veja a seguir os resultados:

 

Flávio 44% x 43% Lula

Lula 43% x 43% Ciro Gomes

Lula 43% x 42% Ronaldo Caiado

Lula 43 x 39% Romeu Zema

Lula 48% x 24% Renan Santos

 

Para fazer a pesquisa, o Real Time Big Data ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.
 

Na Antena 1, Renan Santos esclarece uso de cogumelos e defende distribuição no SUS: “Fiquei super produtivo”
Foto: Reprodução / Youtube

O pré-candidato à Presidência pelo partido Missão, Renan Santos, esclareceu o uso dos “cogumelos mágicos”, que foram citados em mensagens vazadas na última semana. Em entrevista ao programa Linha de Frente, da Rádio Antena 1 Salvador, nesta quinta-feira (16), o presidenciável afirmou que realizou uma “microdosagem”, visando aguçar a criatividade para escrever um artigo.

 

“A microdosagem que você citou são as pessoas que fazem o uso pra aumentar o desempenho delas, não só criativo, mas desempenho de trabalho. Eu, por exemplo, quando eu tomei, eu fiz essa microdosagem, eu precisava escrever artigos pra nossa revista e funcionou super bem, eu fiquei super produtivo, uma coisa boa pra trabalhar. Boa parte da galera, inclusive na Faria Lima, faz uso disso. Sim, eu já experimentei, e o que as pessoas não vão ver é eu dando uma de político mentiroso”, afirmou Renan Santos.

 

Segundo o pré-candidato, o uso da substância possui benefícios comprovados, principalmente, no combate à ansiedade e depressão. Durante entrevista, Renan também relembrou a situação do canabidiol, componente extraído da cannabis, e defendeu que o Sistema Único de Saúde (SUS) faça uma “utilização controlada”.

 

“Essa discussão envolve não só o uso medicinal da dapsilocibina [substância encontrada em cogumelos], mas também o canabidiol, que pode ser utilizado, por exemplo, por enfrentamento da epilepsia. Começou a ser debatido e eu acho isso legal pra caramba. Acho que eu gostaria de ver esse tipo de substância sendo usada de maneira controlada no SUS. Eu acho que são opções que a gente tem de tratamento que podem ser muito úteis pro mal que acomete especialmente os mais jovens, que é o mal da depressão e o mal da ansiedade”, defendeu Renan Santos.

 


Imagem: Reprodução / Metrópoles

 

POLÍTICA NA BAHIA
Renan Santos afirmou que foi procurado por lideranças políticas da Bahia em busca de apoio, mas disse que não pretende avançar nessas articulações neste momento. Segundo ele, houve “conversinhas”, porém sem desdobramentos. 

 

“Já teve umas conversinhas assim, mas eu não tô levando muito à frente, porque eu não acredito nesse jogo. Se eu precisar fazer esse jogo, quer dizer que o meu projeto é ruim”, declarou.

 

Renan afirmou que sua estratégia na Bahia não passa, inicialmente, por alianças políticas, mas pela difusão do próprio projeto. Ele disse que pretende percorrer o estado, repetindo o modelo adotado em outras regiões. “Eu vou chegar, vou fazer igual eu fiz, vou rodar a Bahia inteira, e eu vou bater em quem precisa e vou elogiar quem precisa elogiar”, disse.

 

O pré-candidato também indicou que não pretende fazer distinção partidária nas críticas ou elogios. “Se tiver uma boa iniciativa numa cidade no interior da Bahia de um prefeito que é do PSD, eu vou elogiar. E se eu precisar bater num cara do PSD, do PT, eu vou bater”, afirmou. De acordo com Renan, o objetivo é influenciar o debate político a partir de

 

propostas próprias e de um “sistema de valores”. Ele defendeu que eventuais apoios só devem ocorrer após outros candidatos demonstrarem alinhamento com suas ideias. “Como o meu projeto é melhor, eu quero ver, antes de tudo, candidatos a governo endossando minhas propostas”, disse.

 

O pré-candidato também citou experiências em outros estados, como o Maranhão, ao afirmar que sua atuação tem provocado reações de adversários. Apesar disso, ressaltou que não busca confronto direto. “Não quero brigar com ninguém, eu só quero falar real e apresentar nosso projeto”, concluiu.

 

Confira a entrevista completa:
 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

ACM Neto

ACM Neto
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento". 

 

Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

Mais Lidas