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Artigos

Paulo Avena
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Foto: Divulgação

O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia

Quando pensamos na vocação econômica da Bahia, é impossível ignorar o mar. Temos mais de mil quilômetros de litoral, clima favorável durante praticamente todo o ano, uma baía totalmente navegável e uma relação histórica com a navegação. Poucos lugares no Brasil possuem condições tão favoráveis ao desenvolvimento da economia náutica.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

renan

JHC tem 48,6% contra 43% de Renan Filho ao governo de Alagoas, diz Paraná Pesquisas
Foto: Reprodução Redes Sociais / Carta Capital

O ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas (PSDB), JHC, apareceu com 48,6% das intenções de voto para o governo de Alagoas. O senador Renan Filho (MDB) ficou em segundo lugar, com 43%, em cenário estimulado para o primeiro turno. Os dados fazem parte do levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (30). 

 

A diferença entre os dois é de 5,6 pontos percentuais. Na sequência, aparecem Lenilda Luna (UP), com 0,7%, e Márcio Jambo (Democrata), com 0,4%. Outros 3,5% dos entrevistados não souberam ou não quiseram opinar, enquanto 3,7% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos.

 

Números do primeiro turno:

  • JHC (PSDB): 48,6%

  • Renan Filho (MDB): 43%

  • Lenilda Luna (UP): 0,7%

  • Márcio Jambo (Democrata): 0,4%

  • Não sabe/não opinou: 3,5%

  • Nenhum/branco/nulo: 3,7%

No levantamento anterior do instituto, divulgado em 21 de setembro, JHC também aparecia com 48,6% das intenções de voto. Renan Filho, por sua vez, tinha 41,6%. Com isso, o percentual de JHC permaneceu estável, enquanto o de Renan Filho oscilou 2 pontos percentuais para cima.

Na intenção de voto espontânea para o Governo do Estado, JHC lidera com 34,7%, seguido por Renan Filho com 29,7%, enquanto Lenilda Luna soma 0,2% e Márcio Jambo registra 0,1%. Os eleitores indecisos ou que não opinaram somam 30,8%, e os que declararam voto em ninguém, branco ou nulo correspondem a 4,4% 

 

No Cenário 2 estimulado para o governo, que analisa o confronto direto, JHC alcança 50,4% da preferência e Renan Filho chega a 43,8%, registrando-se ainda 3,5% de nenhum, branco ou nulo e 2,4% que não souberam ou não opinaram.  Ao calcular os votos válidos do Cenário 2, JHC chega a 53,5% contra 46,5% de Renan Filho. Em relação ao potencial eleitoral e à rejeição para o governo, Renan Filho apresenta a maior rejeição, com 40,3% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum, enquanto a rejeição de JHC é de 31,9%. Adicionalmente, 41,6% afirmam que votariam com certeza em JHC e 24,9% poderiam votar nele, ao passo que 33,2% votariam com certeza em Renan Filho e 25,2% poderiam votar nele. 

 

SEGUNDO TURNO
O Paraná Pesquisas também testou um eventual segundo turno entre JHC e Renan Filho. Nesse cenário, o ex-prefeito de Maceió aparece com 50,4%, contra 43,8% do senador. Outros 2,4% não souberam ou não quiseram opinar, enquanto 3,5% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos dois.

Veja os números:

  • JHC (PSDB): 50,4%

  • Renan Filho (MDB): 43,8%

  • Não sabe/não opinou: 2,4%

  • Nenhum/branco/nulo: 3,5%

No levantamento anterior, JHC tinha 49,6% das intenções de voto no cenário de segundo turno, enquanto Renan Filho aparecia com 43,2%.

 

SENADO 
Na disputa para o Senado Federal, em que cada entrevistado podia citar até dois nomes, a modalidade espontânea aponta um elevado índice de indefinição, reunindo 49,4% de indecisos e 4,2% de brancos e nulos. Entre os lembrados espontaneamente, Marina JHC surge à frente com 18,0%, seguida por Arthur Lira com 15,0%, Renan com 14,4%, Davi Davino Filho com 4,4%, Dr Wanderley com 3,6%, Alexandre Fleming com 0,2% e Mariedson com 0,1%

 

Na modalidade estimulada de respostas múltiplas para o Senado, Marina JHC atinge 45,6%, Arthur Lira registra 41,6% e Renan soma 36,9%. Na sequência figuram Davi Davino Filho com 22,9%, Dr Wanderley com 15,2%, Alexandre Fleming com 1,1% e Mariedson com 0,4%, além de 5,4% de brancos/nulos e 4,2% de indecisos. Ao detalhar a preferência para o Senado por ordem de escolha, na primeira opção de voto Marina JHC obtém 26,7%, Renan registra 23,6%, Arthur Lira soma 23,4%, Davi Davino Filho pontua 9,6%, Dr Wanderley alcança 6,2%, Alexandre Fleming tem 0,6% e Mariedson registra 0,3%.

 

Na segunda opção, Marina JHC lidera com 18,9%, acompanhada por Arthur Lira com 18,3%, Davi Davino Filho com 13,4%, Renan com 13,3%, Dr Wanderley com 9,0%, Alexandre Fleming com 0,5% e Mariedson com 0,1%, sendo que 26,5% afirmaram não ter uma segunda opção.

 

Na rejeição para o Senado, na qual se podia citar mais de um nome, Renan é o mais rejeitado com 31,7%, seguido por Arthur Lira com 20,4%, Marina JHC com 15,7%, Davi Davino Filho com 12,7%, Alexandre Fleming com 10,9%, Mariedson com 9,9% e Dr Wanderley com 9,6%, enquanto 9,1% responderam que poderiam votar em todos e 7,5% não souberam ou não opinaram.

 

A pesquisa ouviu 1.400 eleitores em 59 municípios de Alagoas entre os dias 26 e 29 de setembro de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número AL-01237/2026.

 

Vídeo: Renan Santos critica decisão de Toffoli como 'ilegal' e 'persecutória' após suspensão do TSE
Foto: Reprodução

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, chamou de "ilegal" a decisão do ministro Dias Toffoli que suspendeu, nesta segunda-feira (31), a participação dele em debates e vetou a utilização de recursos do fundo eleitoral.

 

Segundo o ministro, a campanha de Renan utilizou perfis irregulares nas redes sociais para fazer campanha eleitoral. Toffoli escreveu que o Missão só reportou a existência de 16 canais nas redes sociais 12 dias após o registro da candidatura. Isso violaria a legislação eleitoral e resoluções do tribunal, que determinam a obrigação de informar os perfis no momento do registro, de acordo com Toffoli.

 

O candidato divulgou um vídeo falando sobre a determinação e chamou a demora para reportar os perfis nas redes sociais de um "problema técnico."

 

"Falar que minhas redes foram suspensas porque eu estou abusando do poder econômico por conta de um problema técnico que centenas de outros candidatos, quiçá milhares, também tiveram durante o registro das candidaturas, chega a ser absurdo. Nenhuma candidatura deve ser suspensa assim", disse o candidato.

 

Ele também chamou a decisão do ministro do Tribunal Superior Eleitoral de "persecutória."

 

"A decisão é ilegal, a decisão é persecutória. Curiosamente, eu convoquei também quatro manifestações nesse último ano contra o senhor Dias Toffoli, contra o envolvimento não apenas dele, mas de todas essas pessoas no escândalo do Banco Master", afirmou Renan.

 

Veja o vídeo:

Paraná Pesquisas: JHC aparece com 47,2% e Renan Filho com 41,3% em Alagoas
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Divulgação

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Instituto Paraná Pesquisas apontou que o ex-deputado federal João Henrique Caldas (PSDB), o JHC, obteve 47,2% das intenções de voto contra 41,3%  de Renan Filho (MDB), em uma disputa eleitoral no estado de Alagoas. 

 

Na sequência aparece Lenilda Luna (UP) 1%, Márcio Jambo (DEMOCRATA), 0,4%. Branco/nulo/não vai votar somam 5,6%. Já os indecisos registram 4,6%. Em um possível segundo turno, JHC tem 48,9% das intenções de voto, enquanto Renan Filho registra 42,6%. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

O levantamento também trouxe dados relacionados à disputa pelo Senado Federal em Alagoas. O deputado federal Arthur Lira (PP) aparece à frente do senador Renan Calheiros (MDB) e da ex-primeira-dama de Maceió Marina JHC (PSDB) na disputa pelas duas vagas de Alagoas ao Senado.

 

Com isso, Arthur Lira (PP) obteve 40,4%, seguido por Renan Calheiros (MDB) com 36,8%. Marina JHC (PSDB) tem 28,4%, Davi Davino Filho (Republicanos): 24,4%, Dr. Wanderley (MDB): 10,8% e Alexandre Fleming (UP): 2,5. Mariedson (Democrata) apareceu com 0,3%. Os indecisos são 5,8% enquanto branco, nulo ou não vai votar: 7,8%.

 

A pesquisa divulgada nesta segunda ouviu 1,4 mil pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 26 e 29 de agosto. O nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é AL-03316/2026.

Flávio Bolsonaro perde 20 pontos em votos na direita; mas Caiado, Zema e Renan não conseguem obter os votos
Fotos: Youtube de Renan Santos e Ronaldo Caiado / Lula Marques / Agência Brasil

A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), mostra que, até o momento, os principais pré-candidatos à "terceira via" na corrida à Presidência não conseguiram capitalizar a perda de votos de Flávio Bolsonaro (PL), especialmente na direita não bolsonarista. O presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto, com 40%, seguido pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que marca 28%. Na mesma pesquisa, a distância no primeiro turno entre o petista e o senador já foi de cinco pontos, em abril, e agora é de 12.

 

Apesar disso, os dados apontam que não há transferência massiva de eleitores que indicavam voto em Flávio para Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) ou Romeu Zema (Novo). Os ex-governadores e o ativista do Movimento Brasil Livre (MBL) seguem empatados tecnicamente em terceiro lugar, com intenções de voto entre 2% e 4%, segundo a Quaest, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais.

 

Nos últimos meses, impulsionado pela revelação do elo com o banqueiro preso por fraude, Daniel Vorcaro, pela associação do tarifaço americano à atuação bolsonarista no exterior e pela exposição da briga com Michelle Bolsonaro (PL), o recuo de Flávio não se traduziu em crescimento de alguma alternativa à polarização.

 

Na divulgação anterior da Quaest, há um mês, o petista tinha 39% e o senador, 29%. No entanto, Flávio chegou a somar 33% no primeiro turno em maio, no ápice de sua pré-campanha até aqui. De lá para cá, o pré-candidato do PL perdeu cinco pontos, que acabaram se diluindo entre Caiado, Renan Santos, Zema e, principalmente, entre eleitores indecisos e aqueles que citam voto nulo ou em branco.

 

Atualmente, os indecisos representam 11%, registrando um salto de seis pontos desde maio, quando eram 5%. Os entrevistados que indicaram a intenção de votar nulo, em branco ou de não comparecer às urnas chegaram a ser 16% em março deste ano, mas caíram para 11% no mês seguinte e foram oscilando dentro da margem de erro até atingirem os atuais 8%.

 

Enquanto isso, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, teve pico de 6% na pesquisa Quaest de abril, caiu para 3% em junho e agora tem 4%. O nome do MBL, Renan Santos, por sua vez, obteve 2% das intenções de voto em abril e subiu para 3% em junho, mesmo patamar observado no levantamento divulgado nesta quarta-feira. Já Romeu Zema tinha 4% em maio, recuou para 2% em junho e agora mantém esse número.

 

A sondagem mostra que o apoio a Flávio caiu especialmente entre os eleitores que se identificam com a direita não bolsonarista: em dois meses, ruiu 21 pontos, caindo de 74% em maio para os atuais 53%.

 

Este é o pior resultado nesse estrato para o pré-candidato do PL desde dezembro de 2025, quando marcou 45% entre direitistas não bolsonaristas (em janeiro, por exemplo, ele havia saltado para 59%). No grupo desse mesmo posicionamento político, Zema tem hoje 6% das intenções de voto; Caiado tem 5%; e Renan, 4%.

 

O declínio começou a partir das notícias do envolvimento de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro pelo financiamento do filme de seu pai, "Dark Horse". O senador sempre negou irregularidades no caso.

 

A fragmentação da direita e o fato de os outros pré-candidatos à Presidência ainda serem pouco conhecidos nacionalmente são hipóteses para a ausência de migração significativa de votos de Flávio. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira, 44% não conhecem Caiado; 50% desconhecem Zema; e 77% não sabem quem é Renan Santos.

 

FLAVIO CORRE RISCO?
Além da queda no apoio na direita, o eleitor de Flávio Bolsonaro demonstra menor convicção. Em junho, 70% afirmavam que o voto no senador para presidente era definitivo. Agora, são 62%. No mesmo período, a proporção de apoiadores de Flávio que admitiu a possibilidade de mudar de voto subiu de 30% para 37%.

 

Em contrapartida, Lula passou de 71% para 77% entre eleitores convictos, e aqueles que ainda podem mudar de opção até o pleito somaram 23%, ante 29% do mês anterior. A maioria dos eleitores de Caiado (57%), de Renan Santos (65%) e de Romeu Zema (70%) também indicou que pode trocar de candidato.

 

O levantamento ainda mostra que 57% dos brasileiros conhecem e não votariam em Flávio Bolsonaro (PL). A rejeição ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro oscilou um ponto para cima desde junho, enquanto a do principal concorrente, Lula, recuou três pontos no mesmo período (de 53% para 50%).

 

A diferença entre os dois, agora, é de sete pontos percentuais. Em abril, o presidente era o mais rejeitado (55%), seguido pelo senador (52%). A rejeição de Flávio vem registrando crescimento desde as revelações do elo do senador com Vorcaro. O índice também vem oscilando para cima após a divulgação dos vídeos de sua madrasta, Michelle Bolsonaro (PL).

 

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026. A Genial/Quaest realizou entrevistas presenciais com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de julho, em todo o país. A margem de erro para a amostra geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O primeiro turno das eleições apresentaram aos políticos que é tempo de recomeçar. Ou ao menos reatar o que estava adormecido, como no caso do Soberano, que reatou com os Bolsonaro, apoiando o 01 do Capitão. Fez questão de levar os apoiadores para não dizerem que vai só leva um voto. Melhor dividir a responsabilidade mesmo... Além disso, por falar em recomeçar e resgatar o tempo perdido, veja Regis Redondo: passou a agonia de eleição e já voltou a vida fitness. Suspeito que esteja querendo que eu volte a chamá-lo de Sandrinho Light. Siga firme que penso em seu caso.

Pérolas do Dia

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin
Fotos: Victor Hernandes / Bahia Notícias

"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB". 

 

Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.
 

Podcast

Prefeito de Camaçari Luiz Caetano é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Prefeito de Camaçari Luiz Caetano é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (19). O programa será transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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