Artigos
O orçamento de 2026 e as Universidades Federais
Multimídia
André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
religiosa de itaberaba
Começa nesta sexta-feira (15) a primeira etapa do processo de beatificação da agricultora baiana Maria Milza dos Santos Fonseca. A cerimônia ocorre em Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu, no Santuário Diocesano da Caridade Nossa Senhora das Graças, e será presidida por Dom Estevam dos Santos Silva Filho, bispo da Diocese de Ruy Barbosa, na mesma região.
O ato marca de forma oficial a abertura da fase diocesana, aprovada pelo Vaticano, em que serão reunidos testemunhos, documentos e evidências sobre a vida e as virtudes de Maria Milza.
Segundo a TV Bahia, a Comissão Histórica, coordenada pelo historiador Vinícius Santos da Silva, professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), ficará responsável por analisar registros, escritos e depoimentos sobre a religiosa. Também serão investigadas possíveis graças ou milagres atribuídos à sua intercessão.
Ao fim desta etapa, um relatório será enviado ao Vaticano. Conforme as normas do Dicastério para as Causas dos Santos, publicadas em 1983, o reconhecimento de virtudes heroicas e a comprovação de um milagre podem levar à beatificação.
Para a canonização, será necessário um segundo milagre ocorrido após essa fase. Nascida em 15 de agosto de 1923, no povoado de Alagoas, em Itaberaba, Maria Milza era a caçula de 12 irmãos e cresceu em uma família de agricultores.
A casa onde viveu, conhecida como Casa de Mãezinha, atualmente funciona como memorial e recebe devotos que relatam graças atribuídas à sua intercessão. Ela morreu em 17 de dezembro de 1993. Em fevereiro de 2025, o Vaticano autorizou o início do processo de beatificação, passando a reconhecê-la como Serva de Deus.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Rui Costa
"Há uma regra definida, inclusive por decisão do plenário do STF, que estabelece o volume de emendas e como esse montante pode crescer. Tudo o que estiver fora do pactuado não será executado. A forma de não execução está em discussão: se será veto, bloqueio de recursos ou remanejamento, mas não será executado além do combinado, que é o que está previsto legalmente. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do limite legal e do pactuado".
Disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa ao afirmar que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de barrar cerca de R$ 11 bilhões reservados pelo Congresso para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026.