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relatorio global
Dados do relatório global sobre igualdade na saúde para pessoas com deficiência, publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), projetou que cerca de 1,3 bilhão de pessoas vive com algum tipo de deficiência classificada como "significativa" em todo o mundo. O dado corresponde a uma proporção de 1 em cada seis pessoas.
Segundo a OMS, via Agência Brasil, apesar do desenvolvimento e progresso da saúde mundial, ainda existe uma dificuldade em preservar o direito para este público.
“Pessoas com deficiência têm direito ao mais alto padrão de cuidado em saúde possível, assim como pessoas sem deficiência. [...] Esses resultados ruins se devem às condições injustas enfrentadas por pessoas com deficiência em todas as áreas da vida, incluindo no próprio sistema de saúde. Os países têm a obrigação, conforme previsto na legislação internacional sobre direitos humanos, de abordar as desigualdades na saúde enfrentadas por essas pessoas”, descreveu a entidade de saúde.
A OMS pediu aos estados-membros que promovam medidas para garantir a igualdade na saúde para pessoas com deficiência. O órgão ainda solicitou que toda a sociedade civil, inclusive as organizações de pessoas com deficiência e outros parceiros na promoção da saúde, colabore e defenda a implementação de ações para estabelecer o maior padrão a este público.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.