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Antes da reunião de instalação da comissão especial que vai analisar projetos de mudança na jornada de trabalho 6x1, o deputado federal baiano Leo Prates (Republicanos) afirmou que pretende construir um “texto médio” para viabilizar a aprovação da proposta.
Em entrevista ao Bahia Notícias, Prates disse que busca equilibrar a defesa dos trabalhadores com a necessidade de reunir votos suficientes no Congresso.
“Assumi o compromisso com Hugo Motta de fazer um texto médio para ter os votos de que precisamos. São 308 votos. O ótimo é inimigo do bom. Vamos fazer um texto para ser aprovado e melhorar a vida do trabalhador, que é o lado mais fraco nessa relação”, declarou nesta quarta-feira (29).
Segundo o parlamentar, o relatório não terá caráter punitivo e buscará reduzir possíveis impactos econômicos negativos.
“A gente está focado no trabalhador e tentando minimizar os possíveis efeitos econômicos”, afirmou.
Após a declaração, o deputado federal José Rocha (União-BA) abriu a reunião da comissão, que elegerá presidente e vice-presidente do colegiado criado por Hugo Motta.
O único candidato à presidência é o deputado Alencar Santana (PT-SP). Após a eleição, a expectativa é que ele anuncie Leo Prates como relator da proposta.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.