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Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
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Antes da reunião de instalação da comissão especial que vai analisar projetos de mudança na jornada de trabalho 6x1, o deputado federal baiano Leo Prates (Republicanos) afirmou que pretende construir um “texto médio” para viabilizar a aprovação da proposta.
Em entrevista ao Bahia Notícias, Prates disse que busca equilibrar a defesa dos trabalhadores com a necessidade de reunir votos suficientes no Congresso.
“Assumi o compromisso com Hugo Motta de fazer um texto médio para ter os votos de que precisamos. São 308 votos. O ótimo é inimigo do bom. Vamos fazer um texto para ser aprovado e melhorar a vida do trabalhador, que é o lado mais fraco nessa relação”, declarou nesta quarta-feira (29).
Segundo o parlamentar, o relatório não terá caráter punitivo e buscará reduzir possíveis impactos econômicos negativos.
“A gente está focado no trabalhador e tentando minimizar os possíveis efeitos econômicos”, afirmou.
Após a declaração, o deputado federal José Rocha (União-BA) abriu a reunião da comissão, que elegerá presidente e vice-presidente do colegiado criado por Hugo Motta.
O único candidato à presidência é o deputado Alencar Santana (PT-SP). Após a eleição, a expectativa é que ele anuncie Leo Prates como relator da proposta.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.