Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
relacionadas
O técnico José Roberto Guimarães definiu nesta segunda-feira (27) a listas das 14 jogadoras da seleção brasileira feminina de vôlei para o jogo contra o Japão pela segunda semana da Liga das Nações. A partida acontece nesta terça (28). Fora dos quatro primeiros compromissos, a central Thaisa foi a grande novidade do selecionado brasileiro.
Aos 37 anos, Thaisa se recuperou de uma ruptura parcial no tendão do pé, além de um edema ósseo, tendinite e bursite. Ao mesmo tempo, ela já vinha de tratamento para as dores no joelho esquerdo. Este último problema impediu a atleta de participar integralmente dos treinos com a seleção.
Outras três jogadoras também foram inscritas para a segunda semana da Liga das Nações. A ponteira Helena e a as opostas Lorenne e Tainara.
Já classificada para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, a seleção brasileira está invicta na Liga das Nações. Na etapa do Rio de Janeiro, onde o palco das partidas foi o Maracanãzinho, o Brasil venceu Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos e Sérvia. O duelo contra o Japão está marcado para começar às 8h30 no horário de Brasília, em Macau, na China.
Confira a lista de relacionadas para Brasil x Japão:
Levantadoras: Macris e Roberta
Oposta: Kisy
Ponteiras: Ana Cristina, Gabi, Júlia Bergmann, Pri Daroit e Rosamaria
Centrais: Carol, Diana, Luzia e Thaisa
Líberos: Natinha e Nyeme
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.