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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apareceram praticamente empatados nas simulações de segundo turno na nova pesquisa Meio/Ideia sobre as eleições de 2026, divulgada nesta quarta-feira (8). Já no primeiro turno, Lula lidera a disputa com vantagem de apenas três pontos percentuais.
De acordo com a pesquisa, o presidente Lula teria 40,4% no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Os demais nomes que registraram intenções de voto foram Ronaldo Caiado (União), com 6,5%; Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), com 3%; e Aldo Rebelo (DC) com 0,6%.
Já nas simulações de segundo turno, os resultados são os seguintes:
Flávio Bolsonaro 45,8% x 45,5% Lula
Lula 45% x 39% Ronaldo Caiado
Lula 44,7% x 38,7% Romeu Zema
Lula 45% x 26,4% Renan Santos
Lula 46% x 22,6% Aldo Rebelo
Na avaliação sobre a rejeição aos nomes colocados até aqui para a disputa presidencial, Lula aparece com o maior percentual na disputa ao Palácio do Planalto: 44,2% dos eleitores responderam que não votariam no líder petista “de jeito nenhum” se as eleições fossem hoje.
O segundo nome mais rejeitado é o do senador Flávio Bolsonaro, com 37,5% de eleitores que dizem não votar nele “de jeito nenhum”. As rejeições dos demais candidatos ficaram com o seguinte patamar: Ronaldo Caiado - 20,4%; Romeu Zema - 17,5%; Renan Santos - 16%; Aldo Rebelo - 11%; Não rejeita ninguém - 2,2%.
O levantamento divulgado pelo Meio/Ideia revela ainda que 51,5% dos eleitores brasileiros dizem que o presidente Lula não merece continuar no governo depois de 2026. Já 45% dos entrevistados responderam que o petista merece ter um quarto mandato.
A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 3 a 7 de abril de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-00605/2026.
A decisão para escolha do futuro presidente em outubro deste ano pode ser tomada não pelo apoio a algum dos postulantes, mas pela preocupação ou pelo medo de que ganhe o candidato que o eleitor mais rejeita. Partindo dessa premissa, a AtlasIntel organizou um levantamento com entrevistas em todo o país para avaliar a disputa presidencial de 2026 sob o ângulo da rejeição.
O questionamento principal da AtlasIntel envolveu os dois candidatos que disputam ponto a ponto a liderança das pesquisas: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O instituto perguntou qual resultado saído das urnas causaria mais preocupação aos eleitores. Confira abaixo o resultado:
A reeleição do presidente Lula - 47,1%
A eleição de Flávio Bolsonaro - 46,3%
Ambos me preocupam igualmente - 6,5%
O estudo da AtlasIntel também procurou conhecer a percepção do eleitor a respeito dos que votam no campo oposto ao dele. O instituto fez a seguinte pergunta: “Na sua percepção, as pessoas que votam no político que você mais rejeita são, geralmente”. Eis como os entrevistados responderam:
Pessoas manipuladas/ignorantes – 57,4%
Pessoas com falhas graves de caráter – 31%
Pessoas comuns, que apenas pensam diferente de mim – 11,7%
Na mesma linha, da visão do eleitor sobre o candidato que mais rejeita, a AtlasIntel o quanto as pessoas seriam afetadas emocionalmente em casa de vitória de um presidente rejeitado por elas. Veja as respostas:
Me afetaria muito - 62,3%
Me afetaria moderadamente - 16,4%
Me afetaria pouco - 10,2%
Não me afetaria - 6,5%
Não sei - 4,6%
Em relação aos sentimentos dos eleitores em caso de uma vitória do candidato que eles rejeitam, veja como a eleição de um determinado candidato poderia ser absorvida pela população (os entrevistados aqui podiam citar múltiplas respostas):
Falta de esperança - 66,9%
Medo - 58,1%
Frustração - 56,5%
Tristeza - 48,9%
Raiva - 46,7%
Aceitação - 6%
Na medição do potencial eleitoral dos dois principais candidatos de 2026 e também do índice de rejeição de cada um, o presidente Lula aparece com a maior quantidade de pessoas que dizem que não votariam nele “de jeito nenhum”: 50%. Já os que dizem que “com certeza” votarão nele somam 41%.
O mesmo índice de 41% certeza de voto acompanha a candidatura do senador Flávio Bolsonaro. Já na avaliação da rejeição do candidato do PL, 49% dizem não votar nele de jeito nenhum.
Para avaliar os motivos da alta rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro, a AtlasIntel perguntou aos entrevistados porque eles não votariam em um ou em outro “de jeito nenhum”. Em relação ao presidente Lula, os motivos listados foram os seguintes:
Envolvido/conivente com corrupção - 85,9%
Quer a população dependente do estado - 45,7%
Representa um projeto de poder autoritário - 33,2%
Não foi um bom presidente - 29,9%
Não prioriza os verdadeiros problemas do país - 21%
Estimula a divisão do país - 16,1%
Ameaça aos valores cristãos - 15,1%
Oportunista/age por conveniência - 13,4%
Não se preocupa com o povo - 9,2%
Idade avançada - 5,7%
Já teve a sua oportunidade - 5,1%
Fraco - 1,2%
Já em relação ao senador Flávio Bolsonaro, confira como foram as respostas daqueles que mais o rejeitam e dizem não votar nele “de jeito nenhum”:
Não quero um governo parecido com o de Jair Bolsonaro - 74,4%
Envolvido/conivente com corrupção - 62,7%
Representa um projeto de poder autoritário - 47,2%
Oportunista/age por conveniência - 31,5%
Não prioriza os verdadeiros problemas do país - 28,8%
Não se preocupa com o povo - 28%
Governa para os ricos - 26,1%
Estimula a divisão do país - 22,2%
Não tem experiência/preparo - 20,4%
Fraco - 16,5%
Muito conservador/retrógrado - 13,2%
Não é um líder autêntico da direita - 6,7%
A pesquisa AtlasIntel entrevistou 4.224 pessoas de 16 a 23 de março de 2026. A margem de erro é 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06058/2026.
Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (30) revela que subiu de 52,2% em fevereiro para 53,3% agora em março a quantidade de eleitores que afirmam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não merece ser reeleito para um novo mandato. A pesquisa foi feita entre os dias 25 e 28 deste mês.
Desde o início de 2026, essa rejeição ao nome do presidente Lula como candidato já cresceu mais de dois pontos percentuais. No levantamento do Paraná Pesquisas de janeiro, o índice dos que afirmavam que Lula não merece ser reeleito era de 51%.
Na outra ponta, vem caindo a quantidade de eleitores que diz que o líder petista merece ser reeleito. Em janeiro, esse índice era de 45,3%, e houve redução para 43,9% em fevereiro e 43,7% agora em março. Apenas 3% afirmam não saber responder.
O Paraná Pesquisas revela que o Nordeste é a região que mais considera que Lula merece a reeleição: 54,8%. O Sul é a região do país que mais considera que Lula não merece vencer a eleição presidencial, com 66,1% dos entrevistados respondendo nesse sentido.
Nas outras regiões, também predomina a posição dos eleitores de que Lula não merece ser reeleito para o seu seu quarto mandato: Norte + Centro Oeste tem 59,5% de rejeição ao presidente e Sudeste 53,6%. No Nordeste, 42,6% disseram que o petista não merece ser reeleito.
A Paraná Pesquisas entrevistou 2.080 eleitores do Brasil de 25 a 28 de março de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-00873/2026.
O cenário de rejeição dos candidatos a prefeito de Salvador em 2024 manteve quadro de estabilidade nos dois últimos levantamentos registrados pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o consórcio formado por Bahia Notícias, TV Aratu e rádio Salvador FM. Todos os nomes oscilaram negativamente, dentro da margem de erro. No entanto, o vice-governador Geraldo Jr. (MDB) ainda aparece na “liderança” entre os mais rejeitados.
Em junho, Geraldo Jr. era rejeitado por 38% e oscilou para 37,1%. Já Victor Marinho (PSTU) marcava 27,5% e agora chega a 24,8%; Kleber Rosa (PSOL) saiu de 24,6% para 20,4%. O prefeito Bruno Reis (União) segue como o menos rejeitado entre os pesquisados, com 17,9%, frente aos 19,8% de junho.

O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 15 de julho e ouviu 800 eleitores. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-02875/2024, a pesquisa tem margem de erro de 3,5% e intervalo de confiança de 95%.
CORRIDA ELEITORAL
A pesquisa também apontou os cenários estimulado e espontâneo, ambos favoráveis ao prefeito Bruno Reis. De acordo com a pesquisa, Bruno foi o único a crescer, para além da margem de erro, atingindo 67,6% das intenções de votos.
“Se as eleições para Prefeito de Salvador fossem hoje, em qual/ quais desses candidatos o(a) Sr(a) não votaria de jeito nenhum?”. Segundo eleitores do levantamento pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, 36,4% dos eleitores citaram o vice-governador Geraldo Jr. (MDB). Ele é quem aparece à frente nessa “disputa” sobre quem é o mais rejeitado na pesquisa para prefeito da capital baiana.
Os demais candidatos surgem empatados tecnicamente dentro da margem de erro de 3,5%, para mais ou para menos. Luciana Buck (Novo) foi citada por 26,6%, Kléber Rosa (PSOL) por 26% e o prefeito Bruno Reis (União) atinge 23,6%.
Não souberam ou não responderam 13,9% e 2,5% dos entrevistados disseram que poderiam votar em todos os nomes apresentados pelos pesquisadores.

O levantamento ouviu 800 eleitores entre os dias 22 e 27 de março de 2024 e possui intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 3,5%. A pesquisa, em parceria com o Bahia Notícias, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-02254/2024.
As eleições legislativas em Portugal prometem ser definidas nos detalhes. O primeiro levantamento internacional do Paraná Pesquisas aponta um empate técnico entre a Aliança Democrática (AD) e o Partido Socialista no pleito que vai acontecer no dia 10 de março.
Segundo a pesquisa, a AD - composto por partidos de centro-direita - lidera as intenções de voto com 21,4% da preferência do eleitorado. Logo atrás, com 21,1% vem o Partido Socialista, do atual presidente Marcelo Rebelo de Sousa. E terceiro lugar aparece a legenda de extrema direita CHEGA, que pontua com 16,9%.

Situação eleitoral em Portugal. Imagem: Paraná Pesquisas
O Paraná Pesquisas também perguntou aos eleitores portugueses a intenção de comparecer a votar. Em Portugal o voto não é obrigatório. Responderam que sim, 69,8% e aqueles que não devem comparecer às urnas representam 30,2% dos entrevistados.
O instituto também mediu a rejeição entre os partidos. Neste quesito o CHEGA lidera com 53%, seguido da Coligação Democrática Unitária (CDU) e do Partido Socialista, que pontuaram com 22,4% e 17,7%, respectivamente.

Partidos mais rejeitados em Portugal. Imagem: Paraná Pesquisas
A coleta de dados foi realizada através de entrevistas telefônicas, com eleitores com 18 anos ou mais, entre os dias 8 e 17 de fevereiro de 2024. Para a realização da pesquisa foram realizadas 1203 entrevistas, sendo 840 com eleitores que irão votar no dia 10 de março, com uma margem estimada de erro de aproximadamente 3,4 pontos percentuais para os resultados gerais.
Com a popularidade em baixa, segundo Ibope batendo os 5% de aprovação e 72% de rejeição, Michel Temer e sua equipe de comunicação miram no público jovem para reverter este quadro. Em uma espécie de entrevista para as redes sociais, o presidente comentou sobre suas preferências de entretenimento nas horas vagas. “Quando o senhor não está trabalhando, o que o senhor faz? O senhor gosta de maratonar série, ler livros, o que o senhor faz?”, perguntou a repórter do “Drops do Planalto”, iniciativa criada para divulgar as ações do governo na internet. “Eu leio muito, mas vejo muitas séries. Você sabe que recentemente eu vi uma série sobre o [Donald] Trump, a vida do Trump, é interessante, quatro capítulos. Assim como aquele A Casa de Papel, né...”, revelou o emedebista. “E [vejo] outras séries ao longo do tempo. A Segunda Guerra Mundial, por exemplo, tem um documentário maravilhoso. Informativo, é bom, vale a pena olhar. Mesmo porque você fica tendo contato com fatos reais, vendo uma série, que é uma coisa que eu vejo muito. E eu leio muito, eu leio muito”, explicou Temer. Para finalizar, a repórter pede que o presidente mande uma mensagem direta ao público jovem: "Otimismo, otimismo especialmente da juventude. Nós dependemos muito da juventude. Eu estou dizendo uma coisa que é muito óbvia, mas é verdadeira. Quando eu era muito jovem eu acreditava muito no futuro. Eu quero que vocês acreditem no futuro, especialmente no futuro do Brasil, porque o Brasil depende de vocês", declara Michel Temer.
Eita eita. Quem imaginaria que o nosso presidente @MichelTemer, mesmo com todo o corre que o cargo exige, ainda arruma um tempo pra assistir série e, olha só, ainda indica umas pra gente! Arrasou! pic.twitter.com/6aMekpJDTw
— Governo do Brasil (@governodobrasil) 15 de maio de 2018
O comentário foi em resposta a um tweet da atriz na mesma rede social. "Eu vou te dizer o que é liberdade pra mim. Não sentir medo. Eu quero dizer, não sentir medo", escreveu Zoë, citando uma famosa frase dita por Nina em uma entrevista. Em defesa da atriz, o fundador da emissora Black Entertainment Television, Robert L. Johnson, emitiu uma declaração. "Zoë Saldaña proporciona uma excepcional e fascinante homenagem para Nina Simone. Ela entregou seu coração e sua alma para o papel e mostrou seu talento extraordinário", afirmou o executivo, que é também fundador da RLJ Entertainment, empresa que adquiriu os direitos de distribuição do filme.
No entanto, parece que a novidade não agradou ao público fiel da banda. O índice de rejeição no canal do You Tube é de quase 90%. Até o fechamento desta nota, dos 8.708 usuários que visualizaram o vídeo, 7.822 não gostaram. Apenas 822 clicaram na opção “curtir”.
Confira o clipe:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Papa Leão XIV
“A Santa Sé já conversou com os bispos alemães. A Santa Sé deixou claro que não concordamos com a bênção formalizada de casais — neste caso, casais homossexuais — ou de casais em situações irregulares, além do que foi especificamente permitido pelo Papa Francisco, ao dizer que todas as pessoas recebam a bênção”.
Disse o Papa Leão ao manter o posicionamento da Igreja Católica contra a formalização de bênção a casais homoafetivos, nesta quinta-feira (23). O momento ocorreu durante entrevista à imprensa em um voo de retorno ao Vaticano, após viagem do religioso à Guiné Equatorial, na África.