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regra
A associação responsável por definir as regras do futebol, a International Football Association Board (IFAB), realiza neste sábado sua reunião anual com uma proposta que pode alterar a dinâmica das partidas: jogadores que receberem atendimento por lesão poderão ser obrigados a permanecer fora do gramado por um período mínimo.
A iniciativa foi apresentada pela FIFA, que integra a IFAB ao lado das federações da Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales. A informação foi divulgada pela BBC.
A medida tem como objetivo reduzir a perda de tempo durante os jogos, desestimulando interrupções artificiais para atendimento médico. Atualmente, as Leis do Jogo não preveem um tempo obrigatório de afastamento para atletas atendidos em campo.
Há experiências recentes no futebol com regras semelhantes. A Premier League adotou, na temporada 2023/24, um afastamento mínimo de 30 segundos. Já a FIFA testou um período maior, de dois minutos, em dezembro do ano passado, durante a Copa Árabe.
A discussão sobre a criação de um tempo fixo para esses casos já havia sido levantada em janeiro, em encontro anterior da IFAB, sem consenso sobre a duração. Além do tema, a reunião deste sábado também deve tratar da ampliação do uso do VAR em diferentes lances das partidas.
A International Board vai se reunir neste final de semana em Londres. O órgão regula o futebol mundial e na pauta estão algumas sugestões que visam melhorar a dinâmica do jogo, principalmente em relação ao tempo de bola rolando. Além de discutir a nova de impedimento.
Sobre o tempo, o debate é a possibilidade do fim dos 90 minutos corridos, para o uso do cronômetro parado sempre que a bola não estiver em jogo. Porém, a ideia é reduzir a duração para dois tempos de 30 minutos de partida. A Copa do Mundo do Catar ficou marcada pela tentativa de recuperar o tempo perdido, onde em alguns casos, os árbitros indicaram acréscimos superiores a dez minutos.
Já em relação ao impedimento, a sugestão é do ex-técnico francês Arsene Wenger, atual diretor de desenvolvimento da Fifa. Ele recomenda que o jogador não esteja mais em posição irregular se qualquer parte do corpo estiver na mesma linha do penúltimo defensor.
Além dessas sugestões, outras alterações na regra já estão aprovadas e entrarão em vigor a partir de junho deste ano. Uma delas é o gol marcado com a presença de jogadores reservas no campo de jogo. Mas apenas se eles não interferirem na jogada. A mudança foi inspirada na final da Copa, quando Messi fez o terceiro gol da Argentina e atletas do banco de reservas pisaram no gramado antes da bola estufar as redes. A outra é o quarto a?bitro poder auxiliar o principal, como fazem os assistentes. Já as comemorações exageradas poderão ser levadas em conta pelo árbitro para descontar o tempo nos acréscimos. Por fim, os goleiros não poderão mais fazer jogos psicológicos com os cobradores de pênaltis e nem atrasar a cobrança batendo os pés e mãos nas traves ou ajeitando as redes.
Com "membros diversos", eles querem dizer pessoas negras, latinas e outras minorias. "A Academia vai liderar (a mudança), em vez de esperar a indústria para recuperar o atraso", declarou a presidente Cheryl Boone Isaacs. Para reverter essa realidade, a Academia pretende promover uma campanha "ambiciosa e global" para identificar e recrutar possíveis novos membros "que representem uma maior diversidade".
Já a partir deste ano, o "visto" para votação de cada novembro será válido por 10 anos e renovável se o membro se mantiver ativo na indústria no período. Os membros com mais de três décadas de contribuição receberão direito vitalício à votação, o que valerá também para aqueles que forem premiados os indicados ao Oscar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Monteiro
"É um momento muito auspicioso para as artes na Bahia".
Disse o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro citando o retorno da Sala Principal do Teatro Castro Alves, previsto para o 1º semestre deste ano e apontando para o incentivo à arte na base, por meio da formação de novos talentos.