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regata internacional mini transat
A capital baiana se prepara para retomar protagonismo no cenário internacional da vela oceânica com a realização da regata internacional Mini Transat, prevista para 2027. O lançamento oficial da edição aconteceu nesta terça-feira (28), às 12h, no Yacht Clube da Bahia. Mais do que uma competição esportiva de alto nível, o evento projeta a capital baiana como destino estratégico da economia do mar, com impacto estimado em cerca de 4 milhões de dólares (aproximadamente R$ 20 milhões) durante o período de permanência dos participantes na cidade.
O lançamento reuniu autoridades municipais e representantes da organização francesa da regata. Estavam presentes a vice-prefeita Ana Paula Matos, a secretária do Mar, Maria Eduarda Lomanto, e o secretário municipal de Cultura e Turismo, Alexandre Reis.
Reconhecida como uma das mais tradicionais competições da vela oceânica mundial, a regata conecta a Europa à América do Sul e reunirá 90 velejadores em uma travessia que parte de La Rochelle, na França, com escala nas Ilhas Canárias, até chegar a Salvador. Ao todo, mais de 400 estrangeiros — entre atletas, equipes técnicas, familiares e profissionais da imprensa internacional — devem permanecer na cidade por cerca de um mês, gerando forte movimentação econômica em setores como hotelaria, gastronomia, serviços e turismo.
Nesse contexto, Salvador se reposiciona como um dos principais destinos do Atlântico Sul para grandes competições internacionais, ampliando sua visibilidade global e atraindo novos investimentos.
Além do impacto financeiro direto, o evento contribui para consolidar a cultura náutica local, incentivar a prática esportiva e fortalecer a imagem da cidade como destino preparado para receber eventos internacionais de grande porte. A presença prolongada de visitantes estrangeiros também amplia o intercâmbio cultural e potencializa a promoção internacional de Salvador.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.