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O ex-deputado baiano Jean Wyllys usou as redes sociais nesta quarta-feira (13) para criticar a entrevista de Juliano Cazarré à Globonews, que aconteceu na noite de terça-feira (12).
Jean afirmou que já recebeu inúmeros convites para entrevistas, porém negou todas elas, citando uma suposta "posição criminosa e anti-civilizatória" à qual não poderia ser comparado. O baiano seguiu afirmando que não acredita que deva abrir espaço para discursos preconceituosos da mesma maneira que se abre espaço para as vítimas e para especialistas. "Por que dar igual espaço aos delírios machistas de um ator reacionário e fanático religioso e ao saber de uma psicanalista com algum prestígio?", disparou Wyllys.
Jean seguiu fazendo um apelo, afirmando que deve existir uma certa restrição a pessoas que propagam esse tipo de discurso: "Se queremos avanços democráticos, ampliação de direitos e garantia de dignidade humana, devemos começar levantando um cordão sanitário contra red pills, nazistas, racistas, homofóbicos e misóginos em nossos espaços; e não convidá-los a tomar parte num entretenimento vulgar feito a partir de agendas sérias".
"Eu me respeito e jamais vou me rebaixar a servir de escada para reacionários burros, analfabetos políticos e outros vigaristas que desejam validar suas posições na esfera pública 'debatendo' comigo!", finalizou o ex-deputado.
Toda a polêmica se iniciou com a participação do ator Juliano Cazarré no programa Globonews Debate, para discutir o papel do homem na sociedade, considerando o vídeo controverso lançado pelo ator em suas redes, onde foi comparado a discursos machistas.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.