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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao cumprir agenda de campanha ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na “Caminhada da Liberdade” nesta sexta-feira (28) em Salvador, cita planos futuros caso reeleito e cita projeto Redata (Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter).
Ao falar sobre a educação e sobre como o tema deve assumir uma “forma final” dentro do país, ele cita investimentos futuros e ainda realiza uma breve menção a países como China e Estados Unidos, duas potências mundiais.
“Nós vamos ter que definir de forma final a questão da educação nesse país, vamos fazer mais investimentos, escolher os cursos que vão permitir que o Brasil possa disputar tecnologia e ciência com a China, com os Estados Unidos. A gente não quer ficar nessa disputa de quem tem mais tecnologia, tem mais dinheiro, que é mais rico”, comenta.
Ele continua e assume que o lugar ocupado por ambas as nações deve também ser ocupado pelo Brasil, que, segundo ele, tem o mesmo potencial de crescimento.
“Os chineses estão aqui produzindo carro. A gente vai querer produzir carro, vai querer produzir bateria, a gente vai querer fazer chip, a gente vai querer celular e a gente quer fazer a revolução energética”.
Nessa lógica, Lula mencionou Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, e afirmou que ambos dialogaram sobre a votação do Redata, um plano do governo Lula para atrair investimentos de até R$ 500 bilhões para a instalação e modernização de datacenters no Brasil.
A previsão de votação no plenário do Senado está oficialmente agendada para ocorrer durante a semana de 31 de agosto a 4 de setembro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.