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Informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontaram um crescimento de 47% na quantidade de Notificações de Intermediação Preliminar (NIP), entre 2021 e 2025 sobre reajustes praticados por planos de saúde em contratos coletivos empresariais e coletivos por adesão registrados por beneficiários com mais de 60 anos.
Segundo o Estadão, foram registradas 842 notificações em 2021. Já no ano passado o número soltou e foi para 1238. A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa operadoras de planos, afirma que os reajustes em 2026 são os mais baixos da série histórica, exceto pela pandemia. E diz que os “reajustes são negociados de maneira equilibrada entre contratantes e operadoras”. (leia mais abaixo).
A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) explicou, que representa os planos de saúde, explicou que os novos preços de 2026 são os mais baixos da série histórica, com execeção do período da pandemia. A entidade disse ainda que os reajustes são negociados de maneira equilibrada entre contratantes e as operadoras.
A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) pediu que seja feita avaliação de impacto regulatório antes dos reajustes. Os reajustes chegam após o registro de que no país 7 milhões de usuários do plano de saúde têm mais de 60 anos, o que representa 15,6% do total.
Dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontaram, que as reclamações de usuários de planos de saúde registraram um aumento de 49,7% entre os primeiros dez meses deste ano. O número de reclamações assistenciais e não assistenciais em 2023 ultrapassou os últimos três anos em todos os meses do ano e atingiu a maior marca em agosto, com 36.799 reclamações de usuários dos planos de saúde.
As notificações relacionadas à assistência dos planos somaram 82,7% das reclamações registradas pela agência até outubro. Os dados da ANS possibilitam também analisar o Índice Geral de Reclamações, que cresce de acordo com a insatisfação dos usuários. Os planos de assistência médica obtiveram 55,1 queixas para cada 100 mil beneficiários. Já a proporção foi de 24,1 em 2020; de 30,2 em 2021 e de 36,8 no ano passado.
Os planos odontológicos tiveram em média 1,3 reclamação para a mesma quantidade de beneficiários nos primeiros 10 meses de 2023 e proporções semelhantes nos anos anteriores.
Nos oito meses deste ano, Feira de Santana registrou pouco mais de 16 mil reclamações contra volume de som alto. Durante a semana, a média diária é de 65 reclamações. Nos finais de semana, o número escalara para cerca de 300 solicitações.
Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o coordenador do Centro Integrado de Comunicação (Cicom), o capitão da PM Rosuilson dos Santos Cardoso, disse que houve 6% de aumento em relação às reclamações no mesmo período no ano passado.
O coordenador ainda informou que os paredões estão na lista de reclamações, assim como o aumento do volume de som em residências particulares, som automotivo, bares e casas de shows.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Os próximos passos são ganhar as eleições presidenciais [...] e também a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia, a recondução a esse mandato de presidente da Assembleia".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputada estadual reeleita Ivana Bastos (PSD), que concedeu uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (8) para fazer um balanço do processo eleitoral.