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recarga
A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) recebeu um projeto de lei que visa regulamentar as atividades das empresas responsáveis pela instalação de infraestrutura elétrica e estações de recarga para veículos elétricos em garagens públicas e privadas no estado. A proposta foi apresentada nesta quinta-feira (25) e tem como foco a proteção dos consumidores.
O texto estabelece uma série de exigências técnicas e de segurança para as empresas que atuam na área, como o cumprimento de normas da distribuidora local, instalação de dispositivos de proteção contra sobrecargas e a entrega de certificado técnico com Anotação ou Registro de Responsabilidade Técnica (ART ou RRT) emitidos por profissional habilitado.
Entre os principais pontos da proposta, está a exigência de que, em condomínios, as instalações só poderão ser feitas com autorização formal da administração, aprovada em assembleia condominial. A iniciativa busca evitar conflitos entre moradores e garantir que as instalações não prejudiquem as áreas comuns dos edifícios.
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Em caso de garagens subterrâneas ou espaços confinados, será obrigatória uma avaliação técnica prévia, com laudo de engenheiro atestando a segurança da instalação. O profissional será responsabilizado, inclusive civil e criminalmente, por omissões ou informações falsas.
O projeto também define uma distância mínima de três metros entre os veículos durante o processo de recarga em locais abertos, e reforça que o condomínio pode estabelecer regras complementares para rateio dos custos de uso coletivo.
Na justificativa, o autor da proposta, deputado estadual Hassan (PP), afirma que o avanço da mobilidade elétrica exige maior controle sobre as instalações, para prevenir acidentes como incêndios e garantir a segurança dos usuários.
“O projeto se fundamenta no crescente aumento da aquisição de veículos elétricos, que reflete uma tendência global de substituição dos veículos movidos a combustíveis fósseis por alternativas mais sustentáveis. Essa transição oferece benefícios ambientais significativos, mas também apresenta desafios, especialmente no que tange à infraestrutura necessária para suportar essa tecnologia. A falta de regulamentação adequada para a instalação de estações de recarga pode resultar em riscos à segurança dos consumidores e gerar disputas em condomínios. Há riscos associados à sobrecarga elétrica, que pode provocar incêndios e danos à propriedade, caso as instalações não sigam normas rígidas de segurança”, justificou.
Às vezes o que vem para facilitar pode também acabar atrapalhando. Este é o caso do aplicativo Kim. A ferramenta é utilizada para recarregar o Salvador Card, cartão utilizado para pagar a tarifa do transporte público da capital baiana.
O problema é que nem sempre o app é tão eficaz quanto deveria ser. Não é difícil encontrar pessoas que já passaram por constrangimentos no momento de passar pela catraca. Nesta sexta-feira (9), a estudante Eduarda Pinto tomou um susto quando descobriu que uma recarga não foi efetuada.
“Às 12h50, fiz uma recarga pelo cartão de crédito de R$ 100. Vi que o dinheiro foi debitado do cartão, mas quando tentei usar, às 14h05, não tinha a recarga. A sorte foi que usei o metrô e consegui fazer a integração, senão nem sei como seria”, relatou.
Um outro passageiro narra que na noite de quinta (9) fez a recarga via pix no aplicativo. Uma hora depois, quando tentou passar pelo validador, o cartão continuava zerado. Ele contou com a boa vontade dos rodoviários que permitiram que ele seguisse para o seu destino mesmo sem desembolsar o dinheiro da tarifa.
“Tentei passar o cartão várias vezes e nada. Foi um constrangimento sem tamanho. Tive sorte que o cobrador e o motorista viram meu desespero, entenderam a situação e não cobraram a passagem”, disse o passageiro.
Nas redes sociais as reclamações também são constantes. No X (antigo Twitter), vários internautas encararam o perrengue com bom humor. “Meu Deus esse Kim recarga tá uma desgraça tive que me humilhar no ônibus esperando a recarga de 50,00 reais entrar que ódio!”, relatou um usuário da plataforma. “O Kim+ não abre pra eu botar recarga no Salvador Card. Terei que ir andando pra casa”, publicou outro.
Meu Deus esse Kim recarga tá uma desgraça tive que me humilhar no ônibus esperando a recarga de 50,00 reais entrar que ódio !
— Emerson hupsel (@emersonhupsel) May 6, 2024
O Kim+ não abre ora eu botar recarga no Salvador Card
— Red of Hearts♥?♦? (@EltonTwo_) April 30, 2024
Terei que ir andando pra casa ????
Para o Bahia Notícias, o diretor da Associação de Concessionárias do Serviço de Transporte Público de Passageiros por Ônibus de Salvador (Integra), Jorge Castro, informou que o sistema passou por instabilidade há algumas semanas, mas que já opera com normalidade. “Aconteceu com poucas pessoas. Foi algo bem pontual. Se estivesse atingido todos, o caos estaria instaurado”, comentou.
Ainda segundo Jorge, uma outra causa do problema pode estar no chip do cartão de passagem. Caso o defeito continue, o diretor da Integra orienta que o passageiro se dirija a um posto do Salvador Card para trocar o cartão.
Procurada, a Kim não respondeu aos questionamentos da reportagem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.