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rebeca no solo
A ginasta brasileira Rebeca Andrade anunciou, nesta terça-feira (12), que não vai mais competir em provas de solo. A atleta revelou a decisão durante sua participação na Rio Innovation Week, no Pier Mauá.
De acordo com a maior medalhista olímpica do Brasil, a decisão é motivada por dores e necessidade de preservação da saúde física depois de cinco cirurgias no joelho.
"O solo é o aparelho que mais causa impacto. Eu sou uma atleta de 26 anos, com histórico de cinco cirurgias no joelho. Quando a gente entende nossos limites, é muito importante respeitá-los. Eu sei que vocês amam quando eu faço solo, mas ainda posso mostrar muito nos outros aparelhos", afirmou.
A atleta quase encerrou sua carreira após os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. Durante uma entrevista com o portal Lance, a ginasta afirmou que o treinador da Seleção Brasileira de Ginástica Artística, Francisco Porath, a ajudou a encontrar uma opção que evitasse a aposentadoria da ginasta.
"Eu pensei em encerrar minha carreira, sim, porque para mim eu já tinha realizado tudo. Tinha conquistado tudo: a medalha por equipe veio e as minhas medalhas individuais também vieram. Mas eu também vi que eu tinha outra possibilidade de seguir de outra forma assim que sentei e conversei com o Chico", completou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.