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reajuste do iptu
Durante coletiva de imprensa realizada no Festival Virada Salvador, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), comentou sobre o reajuste do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e esclareceu pontos relacionados à política de reajustes adotada pela gestão municipal. Segundo o gestor, a atualização do tributo segue critérios baseados na inflação do período.
De acordo com ele, o reajuste do IPTU acompanha a inflação, assim como ocorre com os contratos da Prefeitura e com os compromissos assumidos pela administração pública, incluindo os ajustes salariais dos servidores. O prefeito destacou, inclusive, que os professores da rede municipal receberam, em média, um reajuste de 14%.
O chefe do Executivo municipal afirmou ainda que o índice inflacionário do período deve ser baixo, o que indica que o reajuste do IPTU tende a ser menor, especialmente para os contribuintes que optarem pelo pagamento à vista. Ele explicou que o valor final da inflação e, consequentemente, do reajuste, ainda será publicado oficialmente.
Bruno Reis também reforçou na coletiva que não há projetos enviados à Câmara Municipal prevendo aumento de tributos. “A Câmara não aprovou nada de nenhum aumento, não dei nenhum projeto reajustando nada. Pelo contrário, mandei isentando, como publiquei ontem, o Procultura, o Proturismo, como anunciei aqui que vou mandar, na primeira semana de fevereiro, para aprovar para o Carnaval, para os blocos afros não pagarem taxa nenhuma para desfilarem. Só faço conceder benefícios”, relatou.
O gestor ainda ressaltou que os reajustes previstos em lei precisam ser cumpridos independentemente de quem esteja no comando do Executivo municipal. “Os reajustes que estão previstos na legislação, amanhã, quando eu sair da prefeitura, quem vai ser o prefeito terá que dar”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.