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Ex-sócio do Banco Master, Augusto Lima obteve seus bens bloqueados pela Justiça de São Paulo meses antes de ser um dos alvos da Operação Compliance Zero. O bloqueio foi efetuado no dia 29 de abril de 2025. Na época foram encontrados R$ 112 milhões aplicados em uma conta de Augusto na Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.
O fundo foi liquidado pelo Banco Central na última quinta-feira (15). Segundo o Metrópoles, com informações da Justiça de São Paulo, o bloqueio ocorreu em uma ação de execução de dívida. A família, que era dona do Banco Voiter, solicitou liminar para bloquear bens dos banqueiros do Master no valor original da dívida, de R$ 470,5 milhões.
De acordo com a publicação, a 22ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) permitiu o bloqueio dos valores nas contas dos executivos. No entanto, a restrição durou apenas oito dias, já que as partes teriam fechado o primeiro acordo.
Dos valores encontrados na conta dele, R$ 484 mil estavam no Bradesco, R$ 317,4 mil no Santander, R$ 274,41 mil no Banco do Brasil, R$ 112,8 milhões na Reag Trust DTVM; R$ 2,3 mil no Master e R$ 0,44 no Pluxee IP.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".
Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.