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rayo cantabria
Mais um caso de racismo foi registrado no futebol espanhol. O episódio ocorreu no último domingo (9), durante a partida entre Deportivo Fabril e Rayo Cantabria, pela terceira divisão do Campeonato Espanhol. O senegalês Alioune Mané, do time da casa, foi alvo de insultos racistas e sofreu uma crise de ansiedade, sendo encaminhado ao hospital.
O episódio ocorreu nos minutos finais do jogo, disputado na Cidade Esportiva de Abegondo, quando uma confusão entre os jogadores resultou nas ofensas contra Mané. O árbitro Hugo Alonso, responsável pela partida, mencionou o ocorrido em seu relatório.
"Durante a briga no final da partida, o delegado de campo me contou que um jogador do Rayo Cantabria se dirigiu a um jogador do Deportivo Fabril usando expressões racistas. No momento em que esses fatos ocorreram, tanto eu quanto meus assistentes estávamos no campo de jogo gerenciando o confronto mencionado e não ouvimos nenhum insulto ou qualquer expressão de cunho racista", relatou o juiz.
Após ser atendido ainda no gramado, Mané precisou ser levado ao hospital devido ao impacto emocional do episódio. O Deportivo La Coruña, clube ao qual o Deportivo Fabril está vinculado, repudiou o caso em nota oficial.
"O RC Deportivo expressa sua mais forte condenação ao ato de racismo sofrido pelo nosso jogador Mané. Esse tipo de comportamento é absolutamente inaceitável e não tem lugar no futebol, no esporte em geral ou na sociedade. O Clube tomará todas as medidas necessárias para garantir que incidentes deste tipo não ocorram novamente", declarou o clube.
A partida terminou com vitória do Rayo Cantabria por 1 a 0, mas o resultado ficou em segundo plano diante da gravidade do caso.
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Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.