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Mesmo com a eliminação nas quartas de final do Masters 1000 de Monte Carlo, João Fonseca deixou o torneio com um avanço importante. O brasileiro de 19 anos ganhará cinco posições no ranking da ATP e passará a ocupar o 35º lugar na próxima atualização.
Fonseca iniciou a competição como número 40 do mundo e somou 200 pontos com a campanha em Mônaco, onde conquistou três vitórias antes de ser superado pelo alemão Alexander Zverev em três sets. Com isso, alcançará 1.315 pontos no ranking.
A nova colocação coloca o jovem mais próximo da zona de cabeças de chave — reservada aos 32 melhores do mundo — de olho em Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada.
Além da evolução no ranking, a campanha também marcou história para o país. Fonseca foi o primeiro brasileiro a atingir as quartas de final de um Masters 1000 desde Thomaz Bellucci, em 2011, e se tornou um dos mais jovens a alcançar essa fase em Monte Carlo nas últimas décadas.
O calendário do brasileiro segue intenso nas próximas semanas. O próximo compromisso será o ATP 500 de Munique, que começa na segunda-feira. Na sequência, ele disputará os Masters 1000 de Madri e Roma, etapas importantes na preparação para o Grand Slam francês.
A Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) atualizou a lista dos melhores jogadores do mundo na manhã desta segunda-feira (16) com mudanças para a principal esperança do tênis brasileiro. Apesar de fazer sua maior campanha em Masters 1000 disputando as oitavas de final em Indian Wells, na Califórnia, João Fonseca teve confirmada sua queda no ranking divulgado.
A variação na tabela ocorreu pela entrada de competidores que somaram pontos em torneios paralelos ou que tiveram ascensão na rodada. O brasileiro, que estava na 39ª colocação, perdeu quatro posições para Jaume Munar, Sebastian Korda, Denis Shapovalov e Gabriel Diallo e ficou com o 39º posto. A descida de quatro degraus aconteceu mesmo com o avanço do tenista de 19 anos até a fase de oitavas de final no torneio norte-americano, onde enfrentou o topo da elite do esporte.
A explicação para a perda de posições reside no calendário de competições de 2025. Ele defendia 205 pontos da segunda rodada de Indian Wells em 2025 e do título do Challenger 175 de Phoenix, nos Estados Unidos. O sistema da ATP subtrai os pontos conquistados há exatamente 52 semanas e adiciona os novos. João somou 100 pelas oitavas no torneio californiano onde passou pelo 24º colocado, o americano Tommy Paul, o 16º favorito, o russo Karen Khachanov, e esteve perto de tirar set do campeão Jannik Sinner.
O saldo final entre os pontos que saíram e os que entraram resultou em um déficit que permitiu a ultrapassagem pelos adversários diretos. No entanto, o nível de jogo apresentado contra atletas do primeiro escalão mantém o brasileiro em uma zona de classificação que garante entrada direta nos principais eventos do circuito mundial, sem a necessidade de disputar fases qualificatórias.
O calendário do circuito profissional não reserva pausas e o tenista já se prepara para o próximo desafio em solo americano. Fonseca terá 50 pontos a defender para a próxima tabela a ser divulgada dentro de mais duas semanas com a terceira rodada em Miami, nos Estados Unidos. A manutenção ou melhora da posição atual dependerá da capacidade de avançar nas chaves do torneio na Flórida, que possui características de quadra diferentes das encontradas na Califórnia.
O sorteio da chave principal de Miami definirá o caminho do brasileiro, que busca retomar o crescimento no ranking para se consolidar entre os trinta melhores jogadores do planeta antes do início da temporada europeia de saibro.
A ATP (sigla em inglês para Associação de Tenistas Profissionais), divulgou nesta segunda-feira (17) a atualização do seu ranking mundial após o fim do Grand Slam de Wimbledon. Recém-campeão do torneio de grama, o espanhol Carlos Alcaraz, de apenas 20 anos, disparou na liderança e agora tem uma vantagem de 880 pontos sobre o sérvio Novak Djokovic, derrotado em cinco sets na final de Wimbledon do último domingo.
Em terceiro aparece o russo Daniil Medvedev, seguido pelo norueguês Casper Ruud e o grego Stefanos Tsitsipas, que fecham os cinco primeiros colocados. O dinamarquês Rune Holger, o russo Andrey Rublev, o italiano Jannik Sinner e os estadunidenses Taylor Frtiz e Frances Tiafoe formam o restante do top 10, que não houve alterações.
O brasileiro Tiago Monteiro despencou 27 posições e saiu do Top 100. Agora, Thiago Wild, que ganhou dez posições, é o melhor brasileiro ranqueado, no 121º lugar, uma posição à frente de Monteiro.
Ao todo, Carlos Alcaraz tem 11 títulos ATP na carreira. O primeiro e único Grand Slam até então tinha sido conquistado no US Open de 2022, quando venceu o norueguês Casper Ruud por 3 sets a 1. O espanhol também tem no currículo o título de tenista mais jovem da história a chegar ao topo do mundo. Ele conquistou esse feito aos 19 anos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fabíola Mansur
"As pessoas estão fazendo apenas matemática eleitoral, que a gente chama pragmatismo político, e esqueceram o programa político. É preciso ter uma identidade".
Disse a deputada estadual Fabíola Mansur (PV) ao criticar a falta de preocupação com pautas ideológicas na política.