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ramon abatti abel
A Fifa definiu os nomes da arbitragem para a Copa do Mundo de 2026 e incluiu três árbitros brasileiros no quadro principal: Raphael Claus (SP), Ramon Abatti Abel (SC) e Wilton Pereira Sampaio (GO).
O torneio será realizado entre 11 de junho e 19 de julho, com sedes nos Estados Unidos, México e Canadá. Além dos árbitros centrais, o Brasil contará com cinco assistentes: Bruno Boschillia (PR), Bruno Pires (GO), Danilo Manis (SP), Rodrigo Figueiredo (RJ) e Rafael Alves (RS).
Na equipe de arbitragem de vídeo, Rodolpho Toski Marques (PR) foi escalado como árbitro de VAR.
Ao todo, a Fifa selecionou 52 árbitros, 87 assistentes e 30 profissionais de vídeo para a competição, que terá 104 partidas.
Entre os brasileiros, Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio voltam a uma Copa do Mundo após participação na edição do Catar, em 2022. Já Ramon Abatti Abel fará sua estreia no torneio, depois de atuar recentemente na Copa do Mundo de Clubes, assim como Pereira Sampaio.
Com nove representantes, o Brasil atinge um recorde de participação na arbitragem em Copas do Mundo. Na edição anterior, disputada no Catar, o país teve sete integrantes — ocasião em que Neuza Inês Back se tornou a primeira mulher brasileira a integrar o quadro de arbitragem do torneio.
A última vez que o Brasil contou com três árbitros em uma mesma edição de Copa havia sido em 1950, quando o país sediou a competição. Desde então, a presença brasileira se limitava, em geral, a um árbitro por edição, cenário que voltou a ser ampliado a partir do Mundial de 2022.
Após um mês afastado das competições organizadas pela CBF, o árbitro Ramon Abatti Abel voltou a apitar e foi novamente centro de polêmicas. Ele comandou a vitória do Athletic sobre a Ferroviária por 2 a 1, na noite de sexta-feira (7), pela 36ª rodada da Série B, em confronto direto contra o rebaixamento.
Afastado desde o clássico São Paulo x Palmeiras, pela 27ª rodada do Brasileirão — partida marcada por reclamações de ambos os clubes, especialmente do Tricolor —, o catarinense havia retomado as atividades recentemente, atuando no VAR de Mirassol x Botafogo (Série A) e apitando Figueirense x Marcílio Dias, pela Copa Santa Catarina.
No duelo entre Athletic e Ferroviária, Ramon distribuiu 11 cartões, sendo nove amarelos — sete deles para o time mineiro, o que causou forte insatisfação dos jogadores — e dois vermelhos para atletas da equipe paulista.
O árbitro também anulou um gol da Ferroviária no segundo tempo, que deixaria o placar em 2 a 1 para os visitantes, após revisão no VAR, e expulsou o atacante Vitor Barreto, em lance que originou o gol da vitória do Athletic, marcado aos 50 minutos da etapa final. Por protestar contra a marcação, o técnico Claudinei Oliveira também foi expulso.
Ao término da partida, Ramon foi cercado por jogadores da Ferroviária e precisou de escolta da Polícia Militar para deixar o gramado. Os atletas alegavam que, no gol anulado, a bola teria desviado no corpo do jogador antes de tocar em sua mão, aberta no salto.
Na súmula, o árbitro relatou que Claudinei Oliveira xingou a equipe de arbitragem, afirmando que “todos eram ladrões”.
A Ferroviária ainda reclamou de um pênalti não marcado em Fau, no segundo tempo, quando o placar ainda era de 1 a 1. Chamado pelo VAR, Ramon revisou o lance, mas manteve a decisão de campo.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) liberou nesta quinta-feira (9) os áudios do VAR referentes a quatro lances controversos da vitória do Palmeiras sobre o São Paulo por 3 a 2, no último domingo (5), pelo Campeonato Brasileiro. A liberação ocorreu após autorização da Fifa, na última quarta-feira (8).
O foco principal é a conversa entre o árbitro Ramon Abatti Abel e o comandante da cabine de vídeo, Ilbert Estevam da Silva, sobre o suposto pênalti não marcado de Allan, do Palmeiras, em Tapia, do Tricolor.
Segundo o áudio, Estevam da Silva confirma a interpretação do juiz de campo, que entendeu o lance como um escorregão acidental do palmeirense, sem disputa de bola:
"Ramon, é justamente isso que você narra, tá? Tem o jogador do Palmeiras que escorrega, e esse contato com o atleta é acidental. É uma bola saindo da área, tá? E o jogador do Palmeiras claramente tem um escorregão, tá?", disse o árbitro da cabine.
Além do pênalti, a CBF divulgou áudios sobre o pisão de Gustavo Gómez em Tapia. De acordo com a decisão da cabine, foi concluido que o jogador estava desequilibrado, não havendo intenção de agressão.
Sobre a entrada de Andreas Pereira em Marcos Antônio: Andreas recebeu cartão amarelo, após o VAR constatar que o contato com a canela não configurava falta grave.
Suposta cotovelada de Gustavo Gómez em Tapia: segundo a revisão, o contato ocorreu de forma natural ao levantar, sem qualquer intenção de agredir, e, portanto, não houve advertência.
Em todos os casos, a cabine de vídeo concordou com as decisões do árbitro de campo, que não precisou acionar o monitor para revisar os lances. Confira as decisões finais do árbitro:
- Pisão de Gómez: não advertido.
- Pênalti de Allan em Tapia: não marcado.
- Falta de Andreas Pereira: cartão amarelo.
- Cotovelada de Gómez: sem punição.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou afastamento de quatro árbitros envolvidos em duas partidas da 27ª rodada do Campeonato Brasileiro: Red Bull Bragantino x Grêmio e São Paulo x Palmeiras.
De acordo com comunicado oficial da Comissão de Arbitragem, os profissionais serão submetidos a um processo de “treinamento, aprimoramento e avaliação interna”, antes de voltarem a atuar nas competições nacionais.
No Choque-Rei, o árbitro principal Ramon Abatti Abel e o responsável pelo VAR, Ilbert Estevam da Silva, foram os nomes indicados para o afastamento. Já na partida entre Bragantino e Grêmio, a decisão atinge o juiz Lucas Casagrande e o árbitro de vídeo Gilberto Rodrigues Castro Junior, que passarão por um período de reciclagem.
Em nota, a CBF reforçou que as medidas visam a melhoria contínua do quadro de arbitragem do país.
“A Comissão de Arbitragem da CBF informa que os árbitros centrais e de vídeo (VAR) das partidas Red Bull Bragantino x Grêmio e São Paulo x Palmeiras, válidas pela 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2025, serão condicionados a treinamento, aprimoramento e avaliação interna, para posterior retorno às atividades.”
No clássico paulista realizado no Morumbis, o São Paulo protestou contra a arbitragem por dois lances decisivos: um possível pênalti não assinalado e a ausência de cartão vermelho para Andreas Pereira, do Palmeiras, ainda com o placar em 2 a 0 para o Tricolor.
Já em Bragança Paulista, no sábado, o Red Bull Bragantino teve um pênalti marcado a seu favor nos acréscimos, enquanto o Grêmio sofreu uma expulsão no fim do jogo. Inconformado, o clube gaúcho enviou uma manifestação formal à CBF pedindo esclarecimentos sobre a atuação da arbitragem.
O árbitro brasileiro Ramon Abatti Abel acionou o protocolo antirracista da FIFA na tarde deste domingo (22), durante os minutos finais da vitória do Real Madrid por 3 a 1 sobre o Pachuca, do México, pela Copa do Mundo de Clubes. Veja abaixo:
O Cabral falou alguma coisa pro Rudiger, que denunciou pro árbitro. Após isso, o árbitro chamou o Rudiger pra conversar.
— DataFut (@DataFutebol) June 22, 2025
E depois, o árbitro fez o sinal do protocolo anti-racista.
pic.twitter.com/mYI3G19sS1
O episódio ocorreu após uma confusão envolvendo o zagueiro Antonio Rüdiger, do time espanhol, e o defensor Cabral, do clube mexicano. A situação começou após uma bola cruzada na área, em que o argentino atingiu Rüdiger com uma braçada, deixando o alemão caído no gramado. Sem a marcação de falta, o jogador do Real Madrid se levantou e foi tirar satisfações com o adversário, dando início a uma discussão acalorada.
Em seguida, Rüdiger se dirigiu ao árbitro para relatar uma ofensa racista, momento em que Abatti Abel cruzou os braços, gesto que simboliza a ativação do protocolo antirracista da entidade. O procedimento, adotado pela FIFA em casos de racismo, serve para alertar o público presente e a organização da partida sobre uma denúncia de discriminação racial.
Apesar da sinalização, a partida não foi interrompida, já que o árbitro não presenciou diretamente o ato — a denúncia foi feita pelo próprio jogador. O caso agora deve ser analisado pelas autoridades da justiça desportiva internacional, que irão apurar os relatos e eventuais sanções.
Nesta segunda-feira (14), a Fifa divulgou oficialmente a lista dos árbitros que irão apitar no Super Mundial de Clubes 2025. Entre os 35 juízes de 33 nacionalidades diferentes, aparecem dois brasileiros na convocação, sendo eles Wilton Pereira Sampaio, de Goiás, e Ramon Abatti Abel, de Santa Catarina.
A competição intercontinetal vai acontecer entre os dias 14 de junho e 13 de julho de 2025, nos Estados Unidos. Além do Brasil, França e Argentina aparecem com mais árbitros representantes, com dois cada.
Confira a seleção de árbitros completa:
Omar Al Ali - Emirados Árabes Unidos
Ramon Abatti Abel - Brasil
Omar Al Ali - Emirados Árabes Unidos
Ivan Barton - El Salvador
Djahane Beida - Mauritânia
Juan Gabriel Benitez - Paraguai
Espen Eskas - Noruega
Alireza Faghani - Austrália
Salman Falah - Catar
Yael Falcon Pérez - Argentina
Drew Fischer - Canadá
Cristian Garay - Chile
Mustapha Ghorbal - Argélia
Mutaz Ibrahimi - Jordânia
Campbell-Kirk Kawana-Waugh - Nova Zelândia
Istvan Kovacs - Romênia
Francois Letexier - França
Ma Ning - China
Danny Makkelie - Holanda
Szymon Marciniak - Polônia
Said Martinez - Honduras
Jean Jacques Ndala - RD Congo
Glenn Nyberg - Suécia
Mario Ortiz - Guatemala
Tori Penso - Estados Unidos
César Ramos - México
Wilton Sampaio - Brasil
Issa Sy - Senegal
Ilgiz Tantashev - Uzbequistão
Anthony Taylor - Inglaterra
Gustavo Tejera - Uruguai
Facundo Tello - Argentina
Clement Turpin - França
Jesus Valenzuela - Venezuela
Slavko Vincic - Eslovénia
Felix Zwayer - Alemanha
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Waldeck Ornelas
"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.