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raissa machado
A paratleta Raissa Machado garantiu mais uma conquista para o Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico. Nesta quarta-feira (1º), a brasileira faturou a medalha de prata no lançamento de dardo F56, ao alcançar a marca de 23,51m. O ouro ficou com a letã Diana Krumina, que venceu com 26,18m, enquanto a iraniana Zeinab Moradi Rashnou completou o pódio com 22,06m.
Com o resultado, Raissa soma agora cinco medalhas em Mundiais: um ouro, três pratas e um bronze. Aos 29 anos, ela também é recordista mundial da prova e conquistou a medalha de prata nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. No ano passado, foi campeã em Kobe 2024.
Com a prata de Raissa, o Brasil chegou a 28 medalhas no Mundial: sete ouros, 15 pratas e seis bronzes. O país segue firme na liderança do quadro geral.
A prata nos Jogos Paralímpicos de Paris e o orgulho de suas raízes baianas marcaram a participação da atleta paralímpica Raíssa Machado no evento da Liga Esportiva Nescau, realizado neste sábado (5), na sede da AABB, em Piatã, na capital baiana. A arremessadora de dardo foi uma das convidadas especiais do projeto que busca incentivar o esporte entre crianças e jovens, com foco em inclusão e diversidade.
Durante coletiva de imprensa, Raíssa destacou a emoção de estar em Salvador ao lado de uma iniciativa voltada à transformação social por meio do esporte.
"Estar em Salvador junto com a Nescau está sendo incrível. Estou muito feliz, muito grata em fazer parte desse projeto. Estar aqui representando a minha Bahia é maravilhoso", afirmou.
A atleta reforçou a importância de iniciativas como a promovida pela Nescau, que, segundo ela, ajudam a expandir o acesso ao esporte no estado e despertar novas possibilidades entre os jovens baianos.
"É muito importante ter um projeto como o da Nescau, que traz inclusão para dentro do esporte. Aqui na Bahia, a gente ainda carece de estrutura e apoio. Muitos medalhistas baianos estão treinando fora do estado. Com projetos assim, podemos abrir mais portas, mudar mentalidades e incentivar o crescimento do esporte local", disse.
Orgulhosa de representar a Bahia no cenário esportivo internacional, Raíssa também comentou sobre o impacto de ser uma referência para crianças e adolescentes.
"Eu sempre quis ser inspirada. Hoje, ser uma inspiração para essas crianças é incrível. Sempre desejei ser reconhecida pela Bahia e mostrar que estou representando não só o Brasil, mas o meu estado também", finalizou a medalhista paralímpica.
O evento reuniu centenas de crianças e jovens em atividades esportivas e lúdicas ao longo do dia, promovendo valores como respeito, superação e inclusão.
É prata para o Brasil! Dando sequência a campanha espetacular da delegação brasileira em Paris 2024, Raíssa Machado conquistou a medalha de prata para o Brasil no lançamento de dardo na categoria F56 (competem em cadeiras de rodas, sequelas de poliomielite, lesões medulares, amputações).
A brasileira fez 23m51 em seu melhor lançamento, atrás apenas da recordista mundial Diana Krumina, da classe F55 e bicampeã paralímpica, da Letônia. Abaixo da brasileira, com o bronze, ficou a chinesa Sitong Lin.
Foi a 19ª medalha conquistada pelo atletismo brasileiro e a 41ª do Brasil em Paris.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.