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rafaela silva santana
Os réus do feminicídio que vitimou a estudante de radiologia Rafaela Gomes de Souza, de 27 anos, morta em novembro de 2019 em Lapão, no Centro Norte, vão a júri popular nas próximas quarta-feira (26) e quinta-feira (27).
Os acusados são o fisioterapeuta Alfredo Victor de Oliveira Mattos, mandante do feminicídio; e Ramon Silva Santana e Eriton Dias apontados como autores do delito. O caso chocou a cidade à época e foi motivo de manifestações.
Conforme o delegado Geraldo Vilaboim, responsável pelo inquérito do caso, a vítima foi sequestrada e mantida em cativeiro por quatro dias, próximo à fazenda do pai do fisioterapeuta. Rafaela foi encontrada morta em um lixão desativado em Irecê, na mesma região.
Nas investigações, a polícia apontou que o mandante do crime e a vítima mantinham um relacionamento, mas o acusado não queria que o fato se tornasse público.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.