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racista
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, publicou um vídeo com teor racista retratando o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira dama Michelle Obama como macacos. A publicação foi registrada em sua rede social, Truth Social.
??Trump publica vídeo racista
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 6, 2026
em que Obama e Michelle são retratados como macacos
Confira?? pic.twitter.com/In3YCWUQB0
A imagem foi incluída ao final de um vídeo de cerca de 1 minuto, com teorias da conspiração que repercutem denúncias não comprovadas de fraude nas eleições de 2020, quando Trump perdeu para o presidente democrata Joe Biden e não reconheceu os resultados.
No vídeo em que Obama aparece como macaco aparecem as acusações já desmentidas de que a empresa de contagem de votos Dominion Voting Systems teria ajudado a fraudar a eleição.
Titular da Secretaria Especial da Cultura, Mario Frias decidiu processar o ator Armando Babaioff, por causa de uma publicação ofensiva nas redes sociais.
De acordo com informações da coluna de Ancelmo Gois, no O Globo, o secretário recorreu à Justiça do Distrito Federal para apresentar uma petição civil na qual acusa o artista de dano moral e pede uma indenização no valor de R$ 40 mil.
"Esse bosta não aguenta uma esquete de dois minutos. Sem talento, sem caráter, artista é o caralho! Vai voltar pro limbo, pro ostracismo, pro buraco de onde nunca deveria ter saído. R-A-C-I-S-T-A", diz a postagem de Babaioff que motivou o processo. A ira do artista se deu após o secretário fazer um comentário racista a respeito do ativista negro Jones Manoel. Segundo Frias, o ativista precisaria de “um bom banho”.
A defesa do titular da Cultura do governo Bolsonaro diz que "são inegáveis os danos à honra e a imagem do autor, que passou a ser taxado como 'racista'" e moveu também uma ação para apurar possível crime de calúnia e difamação.
Após os moradores do entorno do Solar do Unhão, onde está situado o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), anunciarem um manifesto no qual criticam a falta de diálogo e acusam a administração do equipamento cultural como “racista” (saiba mais), a diretoria informou que irá se reunir com a comunidade local.
Os diretores do MAM, Pola Ribeiro, e do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), João Carlos Oliveira, marcaram o encontro para as 12h desta terça-feira (17), um dia após a Associação de Moradores do bairro, o Museu Street Art Salvador (MUSAS) e o Coletivo de Entidades Negras (CEN) divulgarem publicamente manifesto crítico à atual gestão por desrespeitos à comunidade.
A reunião, realizada a pedido dos diretores, por intermediação do Ipac, acontecerá na pista de acesso ao Solar do Unhão, entre o MAM e a comunidade, e tratará das reivindicações dos moradores. Entre elas, está a reforma de escada de acesso à praia das pedras; a liberação do acesso de ambulantes e moradores à Prainha (faixa de areia dentro do museu) por meio do Parque das Esculturas; a construção de uma quadra esportiva em área não tombada entre o museu e a comunidade; a pintura do muro de acesso ao bairro; entre outras questões do dia a dia do território, relacionadas, por exemplo, a capacitação e empregabilidade local.
Um youtuber viralizou nas redes sociais ao publicar um vídeo em que dispara contra um homem que cometeu um ato racista contra sua mãe, uma mulher negra, chamando-a de "macaca".
O registro em questão tem cerca de 12 minutos. Nele, o rapaz, identificado na plataforma como "SilverCop", descreve toda a ação. Toda a situação teria acontecido, segundo o relato do youtuber, após a sua mãe reclamar da não utilização da máscara pelo homem em uma padaria.
O registro da ocasião mostra o youtuber indo até a casa do responsável pelo xingamento. Chegando lá, ele questiona o homem pelo acontecido, que, por sua vez, admite ter chamado a mãe do rapaz de de "macaca".
"Aquela macaca? Chamei mesmo, ela é igual a você, da mesma espécie", disse o autor do ato racista. O que se vê em seguida são disparos de arma de fogo, direcionados para o alto e para o portão da casa do homem, que corre ao se sentir intimidado.
"SilverCop" diz não ter receio de ser preso pelo que fez, porque foi, de acordo com ele, "por uma boa causa". O criador de conteúdo já acumula mais de 2,6 milhões de visualizações no vídeo em questão e cerca de 2,1 milhões de inscritos em sua conta no YouTube.
O Museu de História Natural de Nova York informou que irá retirar de sua entrada uma estátua do ex-presidente estadunidense Theodore Roosevelt, por ser considerada racista. O anúncio foi feito pelo prefeito Bill de Blasio, neste domingo (21).
"O Museu Americano de História Natural solicitou a remoção da estátua de Theodore Roosevelt porque ela explicitamente retrata os povos indígenas e negros como subjugados e racialmente inferiores", em referência à obra, que está no local desde 1940 e retrata Roosevelt montado a cavalo, enquanto um índio e um negro caminham ao lado do animal. "A prefeitura apoia o pedido. É a decisão e o momento certo para remover essa estátua problemática", acrescentou o político.
Diante dos protestos anti racistas que tomaram as ruas nos Estados Unidos e se espalharam pelo mundo, após a morte de George Floyd, o museu avaliou que era o momento propício para a medida. "Embora a estátua seja de propriedade da cidade, o museu reconhece a importância de tomar uma posição neste momento", disse a instituição, acrescentando que viram “como a atenção do mundo e do país se voltam cada vez mais para estátuas e monumentos como símbolos poderosos e prejudiciais do racismo sistêmico". A data da remoção da obra, no entanto, ainda não foi informada.
O personagem Apu Nahasapeemapetilon, de “Os Simpsons”, pode deixar a série. De acordo com informações da imprensa norte-americana, a Fox, canal exibidor da série, tem recebido muitas críticas dos indianos, a respeito das práticas do personagem, que segundo eles ajudaria a macular a imagem da Índia. Dentre os comportamentos inadequados apontados pelos críticos está o fado de Apu aparecer algumas vezes tomando bebidas alcoólicas, o que é condenado na maior parte da Índia.
Segundo a Folha de S. Paulo, Adi Shankar, um dos produtores da série Castelvania, afirmou que fontes internas da Fox asseguraram a ele que Apu deixará a cidade de Springfield e não continuará como personagem de “Os Simpsons”. Ele criou ainda um concurso na internet para escolher o roteiro da despedida do personagem. "[Os produtores da série] não vão dar grande importância para a polêmica, nem criarão muitos debates a respeito, mas vão retirá-lo completamente dela, apenas para evitar a controvérsia com a comunidade indiana", disse ele, destacando que o ideal seria a Fox discutir a polêmica. "Se 'Os Simpsons' são um desenho com um caráter cultural, não podem ter medo de comentar a cultura, ainda que soe controverso. Sobretudo quando se trata de uma discussão que eles mesmos ajudaram a criar. Se for assim, serão vistos como covardes”, afirmou.
Após as declarações de Shankar, Al Jean, um veterano produtor da série, afirmou em sua conta no Twitter: “Adi Shankar não é produtor de 'Os Simpsons' e portanto não deveria opinar sobre a série". A polêmica sobre injúrias raciais cometidas pelo personagem cresceu após o lançamento do documentário “The Problem With Apu”, em 2017, pelo comediante indiano Hari Kondalu.
Os usuários do Instagram e do Snapchat sentiram falta dos GIFs neste final de semana. As duas redes sociais pararam de utilizar a plataforma Giphy, que fornece as imagens animadas, após internautas notificarem o uso de conteúdo racista entre eles. De acordo com informações do site TechCruch, o representante do Instagram se pronunciou contra a utilização dessas imagens: “Esse tipo de conteúdo não tem lugar no Instagram. Paramos nossa integração com o Giphy enquanto eles investigam o problema”. O GIF mostrava a imagem de um macaco e um contador de mortes para fazer apologia ao assassinato de negro. O representante do Snapchat também se pronunciou: “Assim que ficamos sabendo, removemos o GIF e desativamos o Giphy até termos certeza de que isso não irá acontecer de novo. Estamos esperando a equipe do Giphy ver isso”. Ele ainda afirmou ao TechCruch que os adesivos disponíveis no aplicativo devem ser apropriados para pessoas com 13 anos ou mais.
Durante a apresentação de Ano-Novo Lunar exibida pela televisão estatal da China, uma atriz chinesa estava interpretando o papel de uma personagem africana gerando acusações de racismo na internet. A atriz Lou Naiming apareceu com o rosto e braços pintados de marrom, carregando um cesto de frutas na cabeça. De acordo com informações do Extra a personagem que interpretava a filha de Lou declarou durante a apresentação que queria estudar na China, mas que temia a reprovação de sua mãe, que respondeu: "Por que eu não concordaria? Uma equipe médica chinesa de voluntários salvou minha vida quando eu era jovem. Agora, crianças chinesas estão construindo uma ferrovia para nós... eu amo os chineses. Amo a China!”. Os internautas fizeram diversas críticas com relação a apresentação "A discriminação racial foi muito clara", escreveu o usuário de um microblog que se identifica como Chen Fei Tutu.
Após sofrer ataques racistas durante uma transmissão ao vivo no Instagram, Seu Jorge resolveu perdoar o internauta responsável por ofensas, como "preto de merda" e "o mundo está infestado de pretos" (clique aqui). "Muito obrigado a todos que passaram por aqui me dando suporte nesse dia chato que eu tive. Recebi várias mensagens do menino lá que me ofendeu quando eu estava ao vivo aqui no Instagram. Muitas delas foi me pedindo desculpas, dizendo que não é racista, que errou e que foi força da emoção e me justificou a atitude dele com problemas que ele teve no passado com uma pessoa negra. Ele disse que perdeu o controle", disse o músico em novo live, neste domingo (23). Seu Jorge contou ainda que conversou com o rapaz, que se mostrou arrependido e se comprometeu a publicar um vídeo com um pedido de desculpas a ele e a toda comunidade negra. "Veio dizer que sem um apoio de vocês e a manifestação das pessoas, talvez ele não tivesse a atitude de reconhecer o erro dele. Ele ficou de me mandar um vídeo pedindo desculpas, se colocando arrependido. Assim que ele fizer vou postar esse vídeo. Quero agradecer a todo mundo e dizer que convertemos uma pessoa que se mostrava racista", disse o cantor, pendido ao público para não hostilizar o rapaz. "Obrigada de verdade a todos os meus irmãos e amigos que não aprovam de maneira nenhuma essa atitude racista. Que a gente consiga exterminar isso da cabeça das crianças, dos jovens, que estão chegando no mundo agora e ficam confusas com essas informações. Quero mais uma vez agradecer e pedir que cessem as mensagens na página dele porque, segundo ele, ele não aguenta mais ser humilhado", concluiu.
Após acusação de racismo, Mallu Magalhães pediu desculpas pelo clipe de “Você Não Presta”(assista aqui). A produção lançada na última sexta-feira (19) trouxe muitas críticas à cantora (lembre aqui), que nesta quarta-feira (24) escreveu no Facebook sobre o assunto. “Fico muito triste em saber que o clipe da música 'Você não presta' possa ter ofendido alguém. É muito decepcionante para mim que isso tenha acontecido. Gostaria de pedir desculpas a essas pessoas. [...] Li cada uma das críticas, dos posts e comentários, e o debate me fez refletir muito sobre o tema", admitiu aos fãs. "Entendo as interpretações que derivaram do clipe, mas gostaria de deixar claro minhas reais intenções. A ideia era ter um clipe com excelentes dançarinos que despertassem nas pessoas a vontade de dançar, de se expressar. [...] Espero que, após este esclarecimento, seja aliviado deste espaço de conversa qualquer sentimento de ofensa ou injustiça”, concluiu. Apesar do posicionamento, o clipe de "Você Não Presta" continua no ar e já soma mais de 1 milhãos de views em menos de uma semana. Confira a publicação da artista na integra:
O clipe de Mallu Magalhães do single “Você Não Presta” tem sofrido duras críticas nas redes sociais. A produção lançada nesta sexta-feira (19) (assista aqui) é acusada de racismo na web. Nas imagens, bailarinos negros aparecem sem camisa dançando movimentos que remetem ao samba ou hip hop, enquanto a cantora, que é a única branca, aparece à frente do grupo. Na internet a repercussão foi quase imediata, e muitos apontam hipersexualização do corpo negro e reforço do estereótipo da “sinhá”, como um ser superior. “Quando eu assisti esse clipe eu pensei, ‘véi’ quem é você que não presta? Eu acho que deve ser eu, mulher negra, trans, periférica”, disse Rosa Luz, do canal “Barraco da Rosa”. A militante publicou um vídeo no YouTube onde expõe um análise que descreve como “anti-racista”. A iniciativa já acumula mais de 66 mil visualizações. A youtuber compartilhou a opinião de alguns fãs durante a gravação. “A cena dos negros atrás da grade do prédio enquanto ela fala que não chamo você porque você não presta, é altamente racista, pode ser infelicidade do produtor e pode ser que nem o produtor e nem a Malu Magalhães tenham notado, pode ser inconsciente velado, mas o racismo reproduzido é racismo ainda que não intencional”, disse uma das seguidoras. Confira a análise do canal "Barraco Rosa":
Outras publicações atentam o público pare detalhes que podem indicar racismo. “No clipe, Mallu aparece 'acompanhada' (mas sempre à frente) de um grupo de dançarinos negros besuntados em óleo (assim como os africanos escravizados, que eram besuntados em banha para parecerem mais saudáveis e atraentes antes de serem vendidos nos mercados de escravos), se mostrando 'amiga' ou 'igual' de pessoas com as quais aparentemente ela nunca se importou e em relação às quais ela tem um enorme privilégio”, aponta outra seguidora. Mallu, que atualmente mora fora do país, em Portugal, também é criticada por não contratar brasileiros para a produção. Nas redes sociais, a cantora optou por não apagar os comentários negativos. Em uma foto, a paulista disse estar comemorando o clipe, e em meio a mensagens como “Clipe racista”, “Apropriação cultural” e “Comemorar o racismo”, uma seguidora questionou: “Mallu, você vai se pronunciar sobre as críticas ao clipe?”. Apesar dos questionamentos e acusações a artista segue sem um posicionamento. Veja a última publicação de Mallu e os comentários ao lado:

A cantora Rihanna usou seu Twitter para denunciar um ato de preconceito racial. Segundo a artista, ela foi vítima das palavras de um racista em um hotel em Lisboa, Portugal. "Acabei de conhecer o cara mais racista de todos os tempos!!!", escreveu. "Esse homem disse as piores coisas sobre mulheres negras, nos chamou de cadelas, m*rdas, que nós não pertencemos aos mesmos hotéis", disse ela indignada.
Rihanna conta que começou uma discussão com o tal homem, mas não deu mais detalhes sobre a tal briga.
A cantora revelou ainda que passou mal durante seu show em Portugal. No meio da música ‘What's My Name’, ela saiu discretamente do palco para ir ao backstage vomitar. Riri revelou sobre o mal estar também pelo Twitter, após um fã perguntar qual foi o momento que mais lembra da apresentação. "Quando eu sai do palco para vomitar. Foi no meio de What's My Name… consegui voltar a tempo de começar Rude Boy, entregou a cantora. Veja no vídeo abaixo a discreta saída de Rihanna:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.