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quinho tigre
O senador e presidente estadual do PSD, Otto Alencar, negou nesta segunda-feira (25) qualquer conversa oficial com o senador Jaques Wagner sobre a indicação do ex-prefeito de Belo Campo, José Henrique Silva Tigre, o Quinho (PSD), para uma vaga de suplência ao Senado.
Segundo Otto, não houve indicação formal nem tratativas diretas envolvendo o nome do ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB).
“Não tem nenhuma indicação formalizada do ex-prefeito para primeiro nem segundo suplente de Wagner. Até porque tenho que tratar com ele [Wagner]”, afirmou ao Bahia Notícias.
Apesar de negar negociações, Otto elogiou Quinho e afirmou que o ex-prefeito reúne condições para uma eventual indicação.
“Claro que Quinho é um bom nome, foi presidente da UPB, foi prefeito, mas ainda não tem nenhum nome confirmado com o senador Jaques Wagner. Eu nunca tratei oficialmente com ele nem diretamente com ele. Mas, pelo que conheço do Quinho, ele reúne as condições para a vaga”, disse.
INDEFINIÇÕES NA CHAPA
As definições sobre as suplências das candidaturas de Jaques Wagner e Rui Costa ao Senado seguem indefinidas a poucos meses do prazo de formalização das chapas para as eleições de 2026.
Em março deste ano, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), integrante da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), formalizou a indicação da vereadora Aladilce Souza para compor a chapa majoritária, como suplente de um dos dois candidatos majoritários, na frente liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues.
Na época, a vereadora e ex-líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador destacou que “é uma alegria muito grande ter meu nome indicado pelo partido para essa suplência”. O partido não indicou para qual suplência a vereadora seria indicada, o cenário que se forma, no entanto, é que a principal vaga em aberto fosse a suplência do senador Jaques Wagner.
O petista chegou a apontar que as chapas estariam “quase formadas”. “Não definimos ainda a primeira e segunda suplência, nem minha nem de Rui. Tem vários nomes citados, vários partidos que têm interesse em participar; a gente vai ter que amadurecer isso. Tem muito nome bom que quer entrar”, afirmou.
Por outro lado, fontes nos bastidores do grupo governista apontam que a indicação do Partido Comunista à suplência estaria “de molho” até que novos nomes também fossem apresentados. A indicativa é que a chapa petista deve priorizar as indicações do presidente estadual do Partido Social Democrata (PSD), Otto Alencar, que não se manifestou, até o momento.
Presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e ex-prefeito de Campo Belo, Quinho Tigre (PSD) falou de suas pretensões eleitorais em 2026 e revelou o seu desejo de ser prefeito de Vitória da Conquista, em entrevista ao Bahia Notícias nesta terça-feira (18).
“Em 2026, eu serei pré-candidato a deputado estadual, representando os prefeitos do sul, centro-sul e sudoeste da Bahia. Espero mostrar ao povo baiano que tenho condições de ser um representante a altura. E em meu mandato o que fiz foi isso, com uma aprovação de mais de 95% ao final dos oito anos no município de Belo Campo. Fizemos a reeleição de nosso candidato que teve mais de 75% dos votos, além da minha esposa, Leia de Quinho, que foi a vereadora mais bem votada de Conquista”, pontuou.
Ele também falou do sonho de ser prefeito de Vitória de Conquista e realizar as obras que o município necessita.
“Pretendo ser candidato da cidade, a idade me permite isso. É o meu sonho. O terceiro maior orçamento do estado. Seria uma alegria muito grande participar das eleições. Ao longo dos anos, Conquista não exerceu o papel de capital do sudoeste, quero viabilizar essa articulação entre os 34 municípios. E também fazer as obras que a cidade precisa, principalmente, a duplicação da BR-116, no trecho de Jequié a Cândido Sales, que passa pela cidade conquistense. Em breve vocês poderão entrevistar o prefeito de Conquista”, projetou.
O presidente da UPB também comentou sobre a bandeira tributária levantada pela entidade. “Considero a maior vitória municipalista do país, que foi a redução da alíquota do INSS patronal de 20% para 8%. Tivemos a aprovação no Senado, depois na Câmara dos Deputados, e também houve o veto do presidente e a derrubada do veto”, afirmou.
“O ministro [Fernando] Haddad entrou na Justiça, mas junto a diversos municípios no Brasil e, principalmente, na Bahia levamos para ao presidente do senado, Rodrigo Pacheco, e, na sequência, ocorreu uma audiência pública que pudemos mostrar a importância da medida”, acrescentou o dirigente do grupo municipalista.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.