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quilombola atropelada
Familiares de uma mulher morta ao ser atropelada e arrastada em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), protestaram, cobrando justiça. O ato ocorreu nesta quinta-feira (21). Até esta sexta-feira (22), o suspeito não foi preso. Ele chegou a se apresentar em uma delegacia com um advogado e foi liberado. No entanto, foi indiciado por homicídio em direção de veículo.
À TV Bahia, familiares de Elissandra Reis informaram que a vítima estava no Quilombo de Cordoaria, em Vila de Abrantes, quando foi atingida pelo veículo. O fato ocorreu no último domingo (17) quando a quilombola seguia para um evento e foi atropelada. O condutor do carro ainda parou o carro, deu ré, atropelando mais uma vez a mulher. Presa no veículo, ela ainda foi arrastada pelo carro por cerca de 1 quilômetro.
Ainda segundo relato, ao ser avisado que a mulher estava embaixo do carro, o homem saiu do carro e fugiu. A quilombola ainda chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Após o ocorrido, familiares e amigos fizeram protestos na terça-feira (19) e na quinta-feira (21), cobrando justiça. A 26ª Delegacia de Vila de Abrantes apura o caso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.