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queda de helicoptero
Um helicóptero caiu na região da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio de Janeiro e ao menos 4 pessoas morreram na manhã deste sábado (8). As vítimas são 3 turistas colombianas da mesma família e o piloto.
O ponto da queda fica em uma área de mata íngreme e de difícil acesso. O helicóptero explodiu ao cair na encosta, e chamas se alastraram pela mata. Militares especializados em combate a incêndios florestais foram mobilizados e conseguiram controlar o fogo.
A operação mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e 4 unidades operacionais. Os mortos são: Alessandro Rocha, piloto da aeronave; Rocio Cubillos, turista colombiana; Sofia Murillo, turista colombiana; e Wendy Manrique, turista colombiana.
Ao g1, o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro afirmou ter sido acionado às 11h11 para atender a ocorrência. Destroços da aeronave, o Robinson R44 prefixo PP-MFS, da empresa Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos (VRP), foram localizados pela equipe do Grupamento de Operações Aéreas.
Equipes especializadas avançavam pelo terreno para procurar possíveis outras vítimas. “A maior dificuldade das equipes no momento é o acesso, tanto para entrar no local quanto para sair. A aeronave caiu em uma região de mata muito íngreme, com áreas de precipício, onde só é possível trabalhar com técnicas de corda e equipamentos de segurança”, explicou o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros.
Um helicóptero caiu na noite desta quinta-feira (16) em uma área de mata fechada na cidade de Caieiras, na Grande São Paulo. Após a queda, a aeronave foi localizada no começo da manhã desta sexta-feira (17). Segundo o G1, cerca de 4 pessoas estavam a bordo, conforme divulgado pelos bombeiros.
De acordo com a reportagem, o resgate continua em andamento, mas o piloto já foi socorrido com vida, além de uma menina, que não teve a idade revelada. Ela seria filha do casal que estava no helicóptero. As buscas pelos pais dela continuam.
A aeronave decolou do Jaguaré, na Zona Oeste da capital paulista, e tinha como destino a cidade de Americana, na região de Campinas.
Foi constatado o desaparecimento do helicóptero por volta das 23h28, quando foi recebida uma chamada para o assunto. O sinal de GPS sumiu por volta de 20h34.
Três pessoas estão internadas nesta sexta-feira (28) após o helicóptero em que estavam cai no município de Água Fria, em Goiás. Um dos feridos é o empresário Ayrton Vargas, de 66 anos, que tem um imóvel em Caraíva, Porto Seguro, na Costa do Descobrimento na Bahia.
Segundo o Radar News, parceiro do Bahia Notícias, o empresário, conhecido como Lunabel, pilotava a aeronave. Ele não corre risco de morte. Também estão internados os empresários Ricardo Emediato, de 38 anos, sócio fundador do grupo R2 de Brasília (DF) e Lucas Batista, de 32 anos, empresário do DJ Bhaskar e irmão do cantor Alok.
A queda do helicóptero deve ser investigada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Ainda segundo o site, Lunabel foi alvo de uma denúncia em junho de 2021. Moradores de Caraíva acusavam o empresário de ser beneficiado pelo então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, isso porque o empresário resistia a uma decisão judicial que obrigava a demolição de um deck com irregularidades ambientais no distrito de Porto Seguro.

Imóvel alvo de denúncia Foto: Reprodução / Radar News
Entre as acusações havia uma que afirmava que a mansão construída às margens impedia a passagem de pedestres.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.