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quati
O líder do Movimento dos Sem Terra (MST) na região do sul da Bahia, Elias Severino da Silva, conhecido como “Piolho”, foi assassinado na última sexta-feira (21), na comunidade rural do Quati, em Prado.
De acordo com informações do site Políticos do Sul da Bahia, parceiro do Bahia Notícias, a execução do militante gerou um clima de pânico e incredulidade.
Elias, que era uma das principais vozes do assentamento 40/45, foi surpreendido dentro de um imóvel na comunidade de Quati, e atingido por vários disparos de pistola 9mm.
Segundo as informações preliminares obtidas pelo site, ao menos sete tiros foram efetuados, sendo um pelas costas e seis no tórax. Piolho ainda chegou a ser socorrido e encaminhado para a UPA de Prado, mas já chegou à unidade sem sinais vitais.
No local do crime, equipes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) recolheram cápsulas e projéteis, que serão submetidos a exames periciais. Após a conclusão da perícia na área, o corpo foi encaminhado ao IML de Itamaraju para realização de exame necroscópico.
As primeiras diligências foram realizadas por equipes do GATTI/Extremo Sul. O caso, inicialmente registrado no Plantão Territorial de Teixeira de Freitas, será investigado pela Delegacia Territorial de Prado. Até o momento, a motivação do crime é desconhecida.
Por meio de nota, o MST da Bahia lamentou profundamente a perda e destacou o impacto humano, político e social da morte do dirigente, descrito como referência de estabilidade e voz ativa na defesa dos direitos da comunidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Papa Leão XIV
“A Santa Sé já conversou com os bispos alemães. A Santa Sé deixou claro que não concordamos com a bênção formalizada de casais — neste caso, casais homossexuais — ou de casais em situações irregulares, além do que foi especificamente permitido pelo Papa Francisco, ao dizer que todas as pessoas recebam a bênção”.
Disse o Papa Leão ao manter o posicionamento da Igreja Católica contra a formalização de bênção a casais homoafetivos, nesta quinta-feira (23). O momento ocorreu durante entrevista à imprensa em um voo de retorno ao Vaticano, após viagem do religioso à Guiné Equatorial, na África.