Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
pumas processa daniel alves
O último clube da carreira de Daniel Alves, o Pumas, do México, decidiu processar o ex-atleta por quebra de contrato. A equipe entrou em contato com a Corte Arbitral do Esporte (CAS) alegando que houve violação das cláusulas internas implementadas no vínculo de 2022.
De acordo com o jornal mexicano "365scores", o Pumas pediu uma indenização de cerca de cinco milhões de dólares, ou seja, R$ 29 milhões na cotação atual. A justificativa da solicitação seria por conta de descumprimento de alguns termos pré-estabelecidos no contrato entre atleta e clube.
Após ter assinado um vínculo com a equipe mexicana no dia 21 de julho de 2022, em janeiro do ano seguinte o jogador teve o contrato rescindido, por justa causa, por conta da prisão preventiva determinada por uma acusação de agressão sexual ainda em Barcelona. Daniel foi condenado a quatro anos e meio de prisão.
Ainda durante o processo do caso, Alves sofreu um atenuante de pena por ter enviado cerca de 150 mil euros (R$ 801 mil) à Justiça, antes mesmo do final do julgamento.
O ex-jogador atualmente cumpre liberdade provisória na Espanha após ter passado quase 15 meses preso. Além disso, o jogador pagou uma fiança de 1 milhão de euros para ser liberado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.