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Após ajudar PSS Sleman no objetivo de manter a equipe na primeira divisão, o zagueiro brasileiro Thales Lira, de 30 anos, ex-dupla Ba-Vi, falou como foi sua experiência no futebol da Indonésia e deixou suas impressões sobre a primeira divisão da liga.
“Foi uma temporada muito boa para mimos O futebol na Indonésia é muito intenso, e exige muito a parte física e tática. Os jogadores locais estão cada vez melhores e isso faz com que a liga se torne muito competitiva. Os fãs indonésios também são bem apaixonados, isso deixou a experiência bem interessante”, disse o zagueiro.
Pelo PSS Sleman Thales Lira esteve presente em 88% dos jogos na temporada, atuando em 30 dos 34 jogos(29 como titular). O zagueiro ainda contribuiu com três gols. Agora com contrato encerrado e o futuro incerto, Thales projetou o que espera para a próxima etapa profissional.
“Tenho algumas propostas para ficar na Indonésia e recebi também alguns contatos de pessoas do Brasil. Não descarto voltar agora, mas o foco principal continua sendo jogar fora. Avaliarei o que for melhor para mim e minha família e devo tomar a decisão nas próximas semanas”, concluiu.
Carreira
Criado e formado nas categorias de base do Internacional, Thales Lira acumula mais de 230 jogos na carreira. Além do Colorado, também estão no currículo: Guarani, Criciúma, Atlético Goianiense, Bahia, Vitória, Operário Ferroviário, CSA, Paraná Clube e futebol turco, onde defendeu o Ankaraspor. Ele possui 16 gols e duas assistências ao longo dos mais de 10 anos de carreira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"É possível. Cabe lembrar que a eleição foi muito antecipada esse ano. O prazo de 4 de abril, no qual nós já manifestamos e anunciamos uma chapa de pré-candidatos, na verdade era um período crucial para a filiação dos partidários. Mas a definição formal, burocrática, se dá no final de julho, quando se encerram as convenções partidárias".
Disse o ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), apontou a possibilidade do pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União), anunciar apoio e participar de palanque de candidatos que possam derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidência da República.