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protesto de professores na bahia
Docentes das universidades estaduais Uneb, Uefs, Uesb e Uesc vão paralisar as atividades por 24 horas nesta quinta-feira (18). A manifestação se concentrará às 9h, em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Com o mote “Não queremos viver pela metade”, o protesto cobra a abertura de negociações, como forma de equiparar os salários.
Segundo os docentes, a categoria registra perdas salariais desde 2015, o que, para algumas categorias, representa quase 50% do valor de compra do salário. Os professores ainda criticam a retirada de direitos trabalhistas da categoria; além de desmonte do Planserv; vale refeição sem reajuste, entre outras questões.
Para o coordenador geral da Aduneb [sindicato dos docentes da Uneb], Clóvis Piáu, desde o início do governo de Jerônimo Rodrigues, os docentes buscam negociação, mas não são recebidos.
“A pauta de reivindicações já foi protocolada na Governadoria e secretarias de Administração e Educação em abril e novembro de 2023; e janeiro e abril deste ano. Porém, até o momento, as representações do Palácio de Ondina apenas recebem a comissão de docentes para o que chamam de ‘mesa de diálogo’, sem que ela tenha um caráter de negociação. Evidenciam assim, a falta de vontade política com as professoras e os professores que proporcionam conhecimento, formação e desenvolvimento a todas as regiões da Bahia”, disse.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.