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O deputado estadual, Raimundinho da JR, comentou a atual situação do PL na Bahia. Segundo ele, o atual presidente estadual do partido, João Roma, deveria repensar sua estratégia porque “política é a arte de somar e não de subtrair”.
“Quando você quer tirar três, quatro pesos de mandato você quer destruir o partido do estado da Bahia. Por que qual partido que hoje não quer três ou quatro deputados de mandato na mão? Qualquer um. Acho que ele deveria refletir um pouco, olhar para os deputados eleitos e chamar”, afirmou.
Em entrevista ao Projeto Prisma, o deputado contou que nunca foi chamado para “conversar como seria”. “O partido precisa ter um norte. Precisa ter pessoas que tenham a humildade de chamar, dialogar e ver como faz porque a democracia é isso”.
“Fui eleito pelo PL e não tive um deputado, nem João Roma, nem a esposa dele, nem a Dr. Raíssa, para pedir um voto para Raimundinho. Raimundinho foi eleito com seu nome, com seus esforços. A sigla do PL ajudou? Ajudou. Porque senão não teria sido eleito, não vou ser ingrato. Mas para dizer que tive no partido o apoio que teve outros candidatos lá dentro, não tive”, completou.
Raimundinho finaliza afirmando que o João Roma deveria repensar, conversar com a diretoria nacional do partido e chamar os deputados para dialogar. “E não mandar uma notificação que estaria tornando as providências para a expulsão dos deputados do partido”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.