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proibicao do tik tok
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sancionou, nesta quarta-feira (24), a Lei que proíbe o uso do Tik Tok no país. A Câmara dos Deputados dos EUA já tinha analisado a medida no último sábado (20) e o Senado aprovou a Lei também nesta quarta.
Com a aprovação, o TikTok será forçado a encontrar um novo proprietário dentro de meses ou será totalmente banido dos Estados Unidos. O PL aprovado nesta semana é uma versão atualizada de um projeto que os parlamentares da Câmara aprovaram em março deste ano.
A medida estabelece à controladora chinesa do TikTok, a ByteDance, cerca de 270 dias para vender o aplicativo. Caso isso não seja feito, a plataforma teria graves consequência, podendo não ser proibido nas lojas de aplicativos dos EUAS e nos serviços de hospedagem na internet. Isso pode restringir efetivamente novos downloads do aplicativo e a interação com seu conteúdo. Caso seja assinado nesta semana, o prazo para a venda acabaria em janeiro do próximo ano.
Porém, Biden poderia estender o prazo por mais 90 dias caso seja determinado que houve progresso em direção à venda, permitindo o TikTok potencialmente até um ano antes de enfrentar um banimento. Já era esperado que Biden assinasse rapidamente o projeto, já que a medida faz parte do pacote de ajuda externa que ele apoiou publicamente. O presidente americano ainda apoiou oficialmente a legislação anterior sobre o TikTok.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.