Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
progressao de regime
Em decreto publicado nesta quinta-feira (9), o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) autorizou a criação de um grupo de trabalho para analisar os incidentes vencidos de progressão de regime em execuções penais em tramitação no Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU).
As atividades serão desenvolvidas de janeiro a julho de 2025, em conjunto com o Grupo de Monitoramento e Fiscalização, no âmbito do Comitê de Políticas Penais, e a Diretoria de Primeiro Grau.
O GT será composto por desembargadores, juízes e servidores. Entre os desembargadores designados estão Maria de Lourdes Pinho Medauar, coordenadora de Apoio ao Primeiro Grau, que atuará como presidente do grupo, e Geder Luiz Gomes, supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo.
Também compõem o grupo os juízes Antônio Alberto Faiçal Júnior (29ª Vara de Substituições de Salvador), como coordenador; Martha Carneiro Terrin e Souza (Vara Criminal, Júri, Execuções Penais e Infância e Juventude de Seabra); Maria Angélica Carneiro (2ª Vara de Execuções Penais de Salvador); Roberto Paranhos Nascimento (Vara de Execuções Penais de Juazeiro); e Antônio Alberto Faiçal Júnior (29ª Vara de Substituições de Salvador).
A medida visa assegurar uma razoável duração dos processos e garantir a celeridade na tramitação das ações acumuladas, levando em consideração os princípios que regem a execução penal, ou seja, de humanização das penas, da legalidade, da personalização da pena, da proporcionalidade da pena, da isonomia, da jurisdicionalidade, da ressocialização e da vedação ao excesso de execução.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.