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programa de promocao da participacao institucional feminina
O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-BA) institui o Programa de Promoção da Participação Institucional Feminina (PPPIF), para promoção da igualdade de gênero dentro de sua estrutura. A medida é política interna em ações concretas, com metas, prazos e responsáveis definidos, alinhando a instituição às diretrizes nacionais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a compromissos internacionais assumidos pelo Brasil.
A criação do programa surge como resposta a uma série de exigências e recomendações, incluindo resoluções do CNJ que incentivam a participação feminina no Judiciário e determinam o uso de linguagem inclusiva, e até mesmo uma auditoria interna, que apontou a necessidade de um normativo para detalhar atividades, objetivos e finalidades, garantindo assim governança e efetividade às ações de equidade.
A estrutura do PPPIF está organizada em quatro eixos temáticos fundamentais: Governança e Monitoramento, responsável pelo acompanhamento das ações e prestação de contas; Capacitação e Sensibilização, que desenvolverá treinamentos sobre equidade, liderança feminina e combate ao assédio; Paridade e Representatividade, focado em garantir presença equilibrada de mulheres em espaços de poder e decisão; e Comunicação e Engajamento, encarregado de campanhas institucionais e da adoção definitiva da linguagem inclusiva em todos os canais oficiais do tribunal.
A governança e coordenação do programa ficarão a cargo do Subcomitê Gestor Regional do Programa de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade. Este grupo terá a tarefa crucial de elaborar um Plano de Ação anual, com iniciativas, cronograma e indicadores para cada eixo, a ser submetido à Presidência do Tribunal até dezembro de cada ano, para execução no exercício seguinte. Cabe a este subcomitê, ainda, avaliar periodicamente os resultados e propor ajustes para assegurar o cumprimento das metas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).