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Wenceslau Júnior
Grande orgulho de ser cidadão da primeira capital do Brasil
Foto: Eduardo Mafra

Grande orgulho de ser cidadão da primeira capital do Brasil

Conheci Salvador aos 18 anos, em 1988, quando fui morar na residência estudantil de Iaçu (BA), minha cidade natal. Ali, passei dois anos fazendo cursinho, quando, em 1990, fui para Ilhéus, fazer o curso de Direito na Fespi.

Multimídia

João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia

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O ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) afirmou que, à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

professora delliana ricelli

Delliana Ricelli chama aprovação automática nas escolas da Bahia de “uma das coisas mais odiosas”
Fotos: Eduarda Pinto / Bahia Notícias / Ascom da GovBA

A candidata ao Senado Federal pela Bahia, Professora Delliana Ricelli (PSOL), fez duras críticas à política de aprovação automática praticada na rede estadual de ensino durante entrevista ao Projeto Prisma nesta segunda-feira (17). A postulante de esquerda criticou a gestão da educação do governo Jerônimo Rodrigues (PT) e classificou a medida como uma das práticas mais “odiosas” no ambiente escolar. A educadora defendeu uma reformulação no ensino da Bahia.

 

“Os governos ainda não entenderam que não é criminalizar os professores. O Ideb mede a escola e mede o governo. Essa aprovação automática que tem sido promovida pelo governo tem sido uma das coisas mais odiosas que tenho enfrentado nas escolas. O aluno avança de série e não tem o conhecimento necessário para entrar no mercado de trabalho ou entrar na universidade”, dispara a candidata.

 

Delliana Ricelli relembrou que os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025 — nos quais a rede pública não atingiu nenhuma das metas nacionais nas três etapas de ensino — evidenciam, segundo ela, a disfunção do estado na garantia do aprendizado.

 

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Para a candidata, a ampliação do tempo de permanência na escola é uma etapa fundamental, mas exige, prioritariamente, a valorização e a adequação das condições de trabalho dos professores da rede pública.

 

“Eu penso que a gente precisa de fato garantir o tempo na escola após um debate da valorização do professor. Na Bahia, tivemos aumento de um pouco mais de 5% no salário, mas o Planserv aumentou mais de 30%. Foi diluído o aumento dos professores”, pontua.

 

Durante a entrevista, a representante do PSOL ressaltou a dimensão transformadora da educação pública e defendeu que o espaço escolar deve ser um ponto de convergência para diferentes classes e ideias sociais.

 

“A importância da educação é absoluta. Ela é uma forma de [mobilidade] social; foi através dela que saí da miserabilidade para ter uma vida decente. Ter acesso a coisas muito básicas, como comprar televisão ou reformar sua casa, é a educação que garante”, argumenta.

 

Delliana concluiu defendendo a implantação de parâmetros claros de avaliação do ensino e maior atenção aos profissionais sobrecarregados e aos estudantes atípicos no estado. “Como vamos resolver os problemas da Bahia sem projetos na educação? Queremos um projeto que crie uma régua — não que seja igual, porque as realidades são diferentes —, mas precisamos de uma coisa clara que meça a educação. Perceber que nós, professores e profissionais da educação, estamos sobrecarregados e que a pauta dos alunos atípicos é importante”, finaliza.


Confira a sabatina completa:

Professora Delliana Ricelli critica desinformação e “criminalização” da esquerda na política
Fotos: Eduarda Pinto / Ronne Oliveira / Bahia Notícias

A candidata ao Senado pela Bahia Professora Delliana Ricelli (PSol) afirmou que setores políticos podem atuar para dificultar sua eleição e criticou o que classificou como desinformação e “criminalização” da esquerda durante o processo eleitoral. Segundo Delliana, discursos contrários ao PSol muitas vezes são baseados em informações que, na avaliação dela, não correspondem às propostas defendidas pela legenda. A declaração foi cedida ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias (BN), nesta segunda-feira (17), 

 

Ela citou como exemplo a afirmação de que a esquerda teria intenção de fechar igrejas. A candidata também defendeu que o partido mantenha suas posições durante o período eleitoral, sem alterar o discurso para conquistar votos. “A gente continua falando a verdade, aquilo que a gente defende durante todos os períodos”, afirmou.

 

Entre as pautas mencionadas estão políticas voltadas à população do campo, pessoas sem-terra, quilombolas e indígenas. Delliana também defendeu uma revisão da política de distribuição de terras no país, com críticas ao modelo que, segundo ela, teria favorecido a concentração fundiária e o monocultivo.

 

Durante a fala, a candidata afirmou ainda que seu eventual mandato seria voltado principalmente à parcela da população que considera estar à margem das decisões políticas. “O Brasil é um país de todos nós, e ele deve servir a maior parte da população, a toda a população”, declarou.

 

ASSISTA O PROGRAMA COMPLETO:

Professora Delliana explica mudança do PSOL para 2026 e diz que “inimigo maior é a extrema-direita”
Fotos: Eduarda Pinto / Francis Juliano / Bahia Notícias

A candidata ao Senado Federal pela Bahia, Professora Delliana Ricelli (PSOL), falou sobre as mudanças de posicionamento do PSOL para as eleições de 2026 no cenário baiano e nacional. Durante a sabatina em entrevista ao Projeto Prisma nesta segunda-feira (17), a candidata deixou claro que o "inimigo é a extrema-direita", mas pontuou que não é possível deixar de enxergar as diferenças entre seus adversários na Bahia.

 

"Ao contrário da esquerda tradicional, que vive refém do processo eleitoral, então num cenário que a gente tivesse uma extrema-direita que não representasse 30% do eleitorado do Brasil, a gente não teria essa adesão a Lula. Mas a gente precisa, nosso inimigo maior é a extrema-direita, que vem o tempo inteiro tentando cassar os nossos direitos", afirmou Delliana.

 

Além disso, a postura marca uma mudança em relação ao pleito anterior na esfera estadual. Em 2022, o partido apoiou a candidatura de Jerônimo Rodrigues (PT) ao Palácio de Ondina. Contudo, para as eleições de 2026, o PSOL foca em seu próprio nome, lançando Ronaldo Mansur na disputa pelo governo do estado da Bahia.

 

"Nossos esforços estão voltados para Mansur [candidato do partido]." Alguns sinais e conselhos não foram seguidos, não teria por que agora a gente ter uma adesão à de Jerônimo Rodrigues (PT). Temos a compreensão clara de que ACM e Jerônimo não são farinha do mesmo saco, existem diferenças. Temos um muito ruim e outro que não é bom", explica a candidata.

 

Sobre o eixo federal, a postulante deixou clara a postura da legenda em relação ao Palácio do Planalto: o apoio ao quarto mandato presidencial de Lula da Silva (PT) se dá somente pelo fato de que a extrema-direita, representada pelo Partido Liberal (PL), segue firme nas pesquisas, tornando o candidato Lula o mais aceitável em um segundo turno.

 

"Nosso compromisso é apoiar a reeleição do presidente Lula, mas o fato de a gente apoiar não quer dizer que isso é um cheque em branco e que isso não será acompanhado e cobrado", complementa a candidata. 

 

Confira a entrevista completa logo abaixo: 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Muita coisa me chamou a atenção nessa declaração de bens dos candidatos. Enquanto uns foram honestos demais, pra outros a conta não fecha. Mas quem mais me deu pena foi Lero. Por outro lado, o Galego demonstrou seus grandes dotes para o mercado imobiliário. O bom é que já tem um plano B na Ademi. E se tem gente que deve ter cuidado com fotos da PF, outros já precisaram se explicar. Tem muita gente questionando a brotheragem da tal foto na piscina. Afinal, em uma campanha, a imagem é tudo - apesar de alguns ainda desafiarem o Mounjaro. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Gabriel Galípolo

Gabriel Galípolo
Foto: Antônio Cruz / Agência Brasil

"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".


Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista a pré-candidata ao Senado Federal Professora Delliana Ricelli (PSOL) nesta segunda

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Foto: Projeto Prisma
A pré-candidata ao Senado Federal pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Professora Delliana Ricelli, é a entrevistada do Projeto Prisma nesta segunda-feira (17).

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