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produto contra acne
Estudantes de um colégio em tempo integral em Guanambi, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano, estão criando um produto natural para combater a acne. A experiência – que tem como base o tomate-cereja – foi desenvolvida pelas estudantes Valéria Pereira e Eduarda Diamantino, sob orientação da professora Elizangela Souza, no Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho.
A orientadora do projeto conta que a iniciativa nasceu a partir de uma experiência pessoal vivida em sala de aula. “A ideia surgiu a partir de uma aluna, Valéria, que utilizava o tomate-cereja como esfoliante na pele e para remover cravos, espinhas e excesso de oleosidade.
Então, pensando nisso, ela se organizou com mais uma colega e foram pesquisar, fazer uma busca de artigos que já tivessem feito pesquisas envolvendo o tomate-cereja no tratamento de acne”, explicou a professora. A acne é uma doença inflamatória da pele causada pela obstrução dos folículos pilosos por sebo e células mortas. No país, em torno de 56% da população sofre com acne, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
A equipe, que conta com o apoio da Secretaria da Educação (SEC), já finalizou a fase de análise do produto.
“Foram realizados testes com as próprias alunas e mais quatro pessoas, totalizando seis voluntários que utilizaram o creme durante um mês. Os resultados foram positivos, principalmente em relação à redução da oleosidade da pele e no controle da acne”, relata Elizangela. O projeto feito em Guanambi foi divulgado pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.