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processos da ccj
Os vereadores de Salvador apreciaram nesta terça-feira (9), durante sessão ordinária na Câmara Municipal, e rejeitaram seis recursos apresentados pelos edis às reprovações de projetos de lei no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Outros recursos estavam pautados mas foram retirados da ordem do dia (veja aqui).
Entre os temas dos projetos que tiveram recursos estão Lei "Racismo não é mimimi", o PL que institui o pagamento de meia entrada para professores da rede estadual e municipal em casas de show e espetáculos, outro PL para o enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus em Salvador, além de projeto para divulgação de lista descritiva dos imóveis de propriedade do municípios.
O regimento interno da Câmara prevê que as proposições dos vereadores devem tramitar na CCJ e serem arquivadas caso o parecer conclua pela ilegalidade ou inconstitucionalidade da matéria. Todos os projetos que tiveram a recusa do plenário foram arquivados da mesma forma.
MEDIDA PARA APRECIAR
Os recursos que foram colocados em pauta pelo presidente Carlos Muniz (PSDB) após acordo em reunião do Colégio de Líderes. Apesar da medida, a apreciação não é casual na Câmara.
No passado recente da Câmara de Salvador os recursos apresentados pelos vereadores não foram pautados em plenário e o mecanismo praticamente "caiu no esquecimento", em uma espécie de "limbo", deixando as matérias paradas na Casa sem definição pelo arquivamento definitivo ou pela continuidade da tramitação nas comissões.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.