Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
processo judiciario
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou que está tentando acelerar a taxa de processos resolvidos dos brasileiros. A fala se deu durante coletiva nesta segunda-feira (4), realizada no 17º Encontro Nacional do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no Centro de Convenções de Salvador.
O atual presidente da Corte alegou que “o Brasil vive quase que uma epidemia de judicialização”. Conforme o magistrado, são mais de 80 milhões de processos em tramitação, um recorde mundial, ao passo que o julgamento também se dá em tempo recorde.
LEIA TAMBÉM
- Presidente do STF, Luís Roberto Barroso recebe três medalhas da justiça baiana
- ”Somos plurais por vocação”, diz Castelo Branco ao cravar que TJ-BA representa diversidade
“Apesar deste acúmulo imenso de processos, a Justiça brasileira julga 30 milhões de processos por ano, portanto é um recorde mundial. Nós temos um Judiciário extremamente produtivo, mas ainda assim, tudo na vida é possível melhorar e nós estamos empenhados em melhorar o Judiciário”, prometeu.
Ainda conforme Barroso, medidas já estão sendo tomadas para agilizar o processo. “Estamos tentando enfrentar os grandes gargalos, que estão na execução fiscal e nas ações contra o INSS, e pensando os mecanismos tecnológicos de dar agilidade à Justiça brasileira”, afirmou.
O presidente do STF ainda falou sobre o Judiciário usar “às vezes uma linguagem desnecessariamente empolada”, razão pela qual lançou o Selo do Judiciário pela Linguagem Simples. “O Judiciário é um poder, mas é antes de tudo um serviço, um serviço público se presta à sociedade e portanto nós temos que ter um compromisso de prestar o melhor serviço possível”, cravou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.