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problemas financeiros
A Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) afirmou que Ambev pode estar passando por problemas nas demonstrações contábeis, assim como a Americanas, que enfrenta escândalos financeiros. A cervejaria também está no guarda-chuva do trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, sócios da 3G Capital.
De acordo com a coluna Radar Econômico, na Veja, enquanto o caso das Americanas envolve uma dívida bilionária com bancos, no caso da Ambev a dívida seria com impostos federais, estaduais e municipais, diz o dirigente da associação. Um estudo contratado pela CervBrasil aponta um rombo estimado em 30 bilhões de reais em manobras tributárias.
A CervBrasil está acusando a Ambev de inflacionamento do preço de componentes necessários à produção do refrigerante e que são passíveis de isenção e geração de créditos fiscais na Zona Franca de Manaus. Isso faria com que a empresa acumulasse, irregularmente, mais créditos tributários do que teria direito.
A Associação está se baseando em um estudo realizado pela consultoria AC Lacerda, que aponta um rombo estimado em 30 bilhões de reais em manobras tributárias por parte da cervejaria. “Bilhões e bilhões de ilícitos tributários cometidos pelos fabricantes de concentrados de refrigerantes na Zona Franca de Manaus”, disse o diretor-geral da CervBrasil, Paulo Petroni.
Os problemas financeiros, que provocaram a interdição judicial de João Gilberto pela filha, Bebel Gilberto, no fim do ano passado (clique aqui e saiba mais), são tão graves que afetam cuidados básicos. De acordo com informações da coluna assinada por Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o cantor e compositor baiano está sem plano de saúde desde 2016. Ainda segundo a publicação, o artista, que tinha uma assistência internacional, teve o serviço suspenso por falta de pagamento.
Confira o vídeo:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.