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problema de audicao
Ainda durante coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (29), no Festival Virada Salvador, o cantor Natanzinho Lima revelou que enfrenta um problema de audição e está em tratamento médico, mas explica que decidiu manter parte da agenda de shows de fim de ano por compromisso profissional e respeito ao público.
Segundo o artista, ele convive com a condição há algum tempo e atualmente tem cerca de 60% da audição comprometida, o que exigiu acompanhamento especializado. Mesmo diante do quadro, Nattanzinho relembra que, ao longo de seis anos de carreira, nunca deixou de cumprir um compromisso no palco.
Confira aqui o cantor revelando para o público:
“Eu vivo isso todos os dias. Incluisve estou passando por tratamento no ouvido, ainda estou um pouco surdo. Tenho cerca de 60% da audição, mas a gente veio para cumprir a agenda. Em seis anos cantando, eu nunca deixei de cumprir um show”, revela o cantor sergipano.
O cantor explicou que, por orientação médica, precisou adiar algumas apresentações recentemente, mas optou por não se afastar totalmente dos palcos neste período de festas. “Fiquei dois ou três shows [sem fazer no prazo], mas disse que voltaria. Poderia ficar cerca de 15 dias em casa, mas não quis parar totalmente. É compromisso, respeito com vocês e também vontade de viver isso”, completa.
Natanzinho Lima segue realizando tratamento enquanto cumpre apresentações pontuais durante o fim de ano. A participação no Festival Virada Salvador marca uma das aparições públicas do artista neste período, reunindo os fãs na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Camilla Batista
"Falta vontade política".
Disse a secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Camilla Batista ao comentar a destinação de recursos para a prevenção e o combate à violência contra a mulher esbarra, muitas vezes, na ausência de prioridade dos gestores municipais. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, a secretária foi categórica ao apontar a "falta de vontade política" e usou a capital baiana como exemplo de lacuna na rede de proteção.